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	<title>Eurofins EcoGestor archivos | Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<description>Eurofins Environment</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 May 2025 10:34:45 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Eurofins EcoGestor archivos | Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<item>
		<title>Normativa legal de eficiência energética para sistemas ISO 50001</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/normativa-legal-de-eficiencia-energetica-para-sistemas-iso-50001-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 06:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<category><![CDATA[Medio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[eficiencia energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como a normativa legal de eficiência energética e a ISO 50001 ajudam as empresas a reduzir o consumo de energia, cumprir as exigências legais e melhorar a sustentabilidade em Portugal.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/normativa-legal-de-eficiencia-energetica-para-sistemas-iso-50001-2/">Normativa legal de eficiência energética para sistemas ISO 50001</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>normativa legal de eficiência energética para sistemas ISO 50001</strong> desempenha um papel crucial na redução do consumo de energia e das emissões de CO2. A norma <strong>ISO 50001</strong> é reconhecida internacionalmente como o principal padrão para a gestão energética. Esta ajuda as organizações a cumprir as regulamentações em vigor e a otimizar os seus processos de forma mais sustentável.</p>
<p>A implementação da <strong>ISO 50001</strong> permite que as organizações melhorem a sua eficiência energética de forma sistemática, garantindo o cumprimento das exigências legais, sem comprometer a produtividade ou o conforto.</p>
<h2>Eficiência energética: um compromisso necessário</h2>
<p>A eficiência energética refere-se à redução do consumo de energia enquanto se mantêm os mesmos serviços. Nos últimos anos, a preocupação crescente com o impacto ambiental levou muitas empresas a implementar sistemas de gestão orientados para a melhoria da eficiência energética, em conformidade com a <strong>normativa legal</strong>.</p>
<h2>Principais normas que regulam a eficiência energética em Portugal</h2>
<p>Em Portugal, diversas normas e regulamentos apoiam a melhoria da eficiência energética nas organizações. Algumas das mais relevantes são:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>ISO 50001:2018</strong>: A norma internacional que fornece um quadro para integrar a eficiência energética na gestão das empresas e garantir o cumprimento das regulamentações legais.</li>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/68-a-2015-69786806">Decreto-Lei n.º 68-A/2015</a>:</strong> Estabelece requisitos mínimos de desempenho energético para produtos que utilizam energia, promovendo a <strong>eficiência energética</strong> através da etiquetagem.</li>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/58-2013-500723">Decreto-Lei n.º 58/2013</a>:</strong> Exige que as grandes empresas realizem <strong>auditorias energéticas</strong> e adotem planos de eficiência, em consonância com a <strong>Diretiva 2012/27/UE</strong> de eficiência energética.</li>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/101-d-2020-146241779">Decreto-Lei n.º 101-D/2020</a>:</strong> Promove a eficiência energética nos edifícios existentes e incentiva a renovação energética com foco em edifícios de energia quase nula.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Outras normativas de eficiência energética</h2>
<p>Além das normas principais, existem outras regulamentações importantes que promovem o uso eficiente de energia em Portugal:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/50-2010-264433">Decreto-Lei n.º 50/2010</a> </strong>sobre o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE): Obriga à certificação energética de edifícios novos e existentes, com o objetivo de melhorar o seu desempenho energético.</li>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/118-2013-500477">Decreto-Lei n.º 118/2013</a> </strong>(alterado pelo DL 28/2016): Estabelece o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios (RECS), focado na eficiência energética de edifícios de serviços e residenciais.</li>
<li><strong><a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/153-2014-57151357">Decreto-Lei n.º 153/2014</a> </strong>sobre autoconsumo de energia renovável: Regula a produção de eletricidade para autoconsumo e incentiva o uso de energias renováveis, como a energia solar.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Por que é importante a legislação em eficiência energética?</h2>
<p>Para implementar corretamente a <strong>ISO 50001</strong>, é necessário ter um conhecimento sólido da legislação de eficiência energética. As regulamentações estão em constante evolução, à medida que as metas ambientais se tornam mais ambiciosas e a necessidade de melhorar o desempenho energético das empresas aumenta.</p>
<h2>Consultoria personalizada em eficiência energética</h2>
<p>Na Eurofins EcoGestor, oferecemos consultoria personalizada para empresas que precisam cumprir a <strong>normativa legal de eficiência energética</strong>. Os nossos consultores têm anos de experiência e conhecimento especializado em auditorias energéticas e gestão de conformidade.</p>
<p>Com o serviço <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor Legislación para a ISO 50001</a>, as empresas garantem o cumprimento das normas, contando com a nossa base de dados legislativa e o suporte técnico de especialistas em eficiência energética.</p>
<h2>Quem pode implementar a ISO 50001?</h2>
<p>A <strong>ISO 50001</strong> é aplicável a organizações de qualquer dimensão ou setor. Contudo, para que a implementação seja eficaz, é crucial o compromisso de todos os níveis da organização, especialmente da alta direção.</p>
<h2>Vantagens de implementar a ISO 50001</h2>
<p>As organizações que implementam a ISO 50001 têm como principais objetivos:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Melhorar a eficiência energética de forma contínua.</li>
<li>Estabelecer um sistema de gestão energética eficaz.</li>
<li>Cumprir as políticas energéticas e demonstrar conformidade através de certificações externas.</li>
<li>Obter vantagens competitivas, entrando em novos mercados e concursos públicos.</li>
<li>Reduzir custos otimizando o uso de recursos e diminuindo a intensidade energética.</li>
<li>Prevenir custos futuros, facilitando a gestão energética e implementando as recomendações de auditorias energéticas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Um parceiro na gestão de eficiência energética</h2>
<p>Implementar a <strong>ISO 50001</strong> não só ajuda a cumprir as normativas legais de eficiência energética, como também proporciona benefícios económicos e competitivos, promovendo o desenvolvimento sustentável das empresas.</p>
<p>Para se manter atualizado com todas as regulamentações e mudanças legais, o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor Legislación</a> é o parceiro ideal. Com este serviço, as empresas terão acesso à informação mais atualizada e ao apoio de consultores especializados em eficiência energética. Com a <strong>Eurofins EcoGestor</strong>, estar em conformidade é mais simples!</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/normativa-legal-de-eficiencia-energetica-para-sistemas-iso-50001-2/">Normativa legal de eficiência energética para sistemas ISO 50001</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é o HACCP?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/o-que-e-o-haccp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 07:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=48345</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sistema HACCP garante um sistema de gestão da segurança alimentar baseado no controlo dos pontos críticos.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/o-que-e-o-haccp/">O que é o HACCP?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (<strong>HACCP</strong>) é um sistema de segurança alimentar baseado na identificação de todos os perigos potenciais nos ingredientes e nos vários processos de produção alimentar. O objetivo é tomar as medidas necessárias para evitar possíveis riscos de contaminação e, assim, garantir a segurança alimentar.</p>
<h2><strong>Origens do HACCP</strong></h2>
<p>Este sistema surgiu como consequência da globalização e da necessidade de estabelecer cada vez mais requisitos para o consumo de alimentos. Em 1959, a NASA quis adotar um programa para garantir a segurança dos alimentos consumidos pelos astronautas no espaço e foi a empresa Pillsbury que introduziu este sistema de controlo para dar essas garantias.</p>
<p>Em 1993, a Comissão do <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.fao.org/fao-who-codexalimentarius/home/es/">Codex Alimentarius</a></strong></span> adoptou directrizes para a implementação do HACCP e, em 2005, foi publicada a norma ISO 22000, que estabelece um Sistema de Gestão da Segurança Alimentar baseado na ISO 9001 e no HACCP.</p>
<h2><strong>Aplicação</strong></h2>
<p>O HACCP é um sistema que aborda a segurança alimentar de um ponto de vista holístico, uma vez que identifica, analisa e controla os perigos físicos, químicos e biológicos nas matérias-primas, nas diferentes fases do processo de produção e na distribuição do produto.</p>
<p>Este sistema de gestão foi concebido para ser implementado em qualquer área da indústria alimentar, desde o cultivo e a colheita, passando pela transformação, processamento e distribuição dos alimentos para consumo.</p>
<h2><strong>Qual é a sua importância?</strong></h2>
<p>O sistema HACCP, para além de garantir um sistema de gestão da segurança alimentar baseado no controlo dos pontos críticos, contribui também para uma utilização mais eficiente dos recursos e uma resposta mais atempada na aplicação das medidas de segurança alimentar:</p>
<ul>
<li>Dá aos consumidores confiança na higiene dos alimentos.</li>
<li>Determina os perigos que podem afetar a segurança dos produtos.</li>
<li>Aumenta a competitividade entre as organizações do sector alimentar.</li>
<li>Introduz a utilização de novos produtos e tecnologias.</li>
<li>Promove o cumprimento dos requisitos.</li>
</ul>
<h2><strong>Como implementar um plano HACCP</strong></h2>
<p>Ao implementar um plano HACCP, podemos estabelecer duas fases:</p>
<h3><strong>Primeira fase</strong></h3>
<ul>
<li>Formação da equipa HACCP com um grupo multidisciplinar dirigido por um chefe de equipa especialista no sistema de produtos, bem como por peritos conscientes dos perigos e riscos.</li>
<li>Descrição do produto (composição, estrutura, condições de transformação, embalagem, armazenagem, distribuição, prazo de validade e instruções de utilização).</li>
<li>Identificação da sua utilização prevista, ou seja, deve ser determinada a utilização prevista do produto pelo consumidor final.</li>
<li>Descrição do processo e conceção do fluxograma que estabelece o estudo HACCP.</li>
<li>Confirmação do fluxograma de todas as etapas e correção, se necessário.</li>
</ul>
<h3><strong>Segunda fase</strong></h3>
<p>Esta segunda fase também coincide com os 7 princípios do HACCP:</p>
<p><strong>Princípio 1</strong>: Enumerar cada um dos perigos potenciais associados a cada fase do processo até ao consumo final. Analisar estes perigos e determinar as ações que podem ser tomadas para os controlar, reduzir ou eliminar.<br />
<strong>Princípio 2</strong>: Determinar os pontos de controlo críticos (PCC).<br />
<strong>Princípio 3</strong>. Estabelecer limites críticos para cada PPC. Pode acontecer que seja estabelecido mais do que um limite crítico para uma determinada fase.<br />
<strong>Princípio 4</strong>: Estabelecer um sistema de monitorização para cada PQS. As informações obtidas devem ser avaliadas por uma pessoa qualificada para a tomada de medidas corretivas.<br />
<strong>Princípio 5</strong>: Estabelecer ações corretivas para os desvios que ocorram. Estas ações devem garantir que a PCP está sob controlo.</p>
<p><strong>Princípio 6</strong>: Estabelecer processos de verificação para verificar se o sistema está a funcionar corretamente:</p>
<ul>
<li>Revisão do HACPP e dos seus registos</li>
<li>Exame dos desvios e do destino dos produtos</li>
<li>Operações para determinar se os PPC estão sob controlo</li>
<li>Validação dos limites críticos estabelecidos</li>
</ul>
<p><strong>Princípio 7: Manter registos e documentação adequados.</strong></p>
<h2><strong>Relação entre a ISO 22000 e o HACCP</strong></h2>
<p>Desde 2005, a ISO 22000 é a norma para a segurança alimentar e baseia-se nas diretrizes da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (HACCP), de acordo com o Codex Alimentarius e os princípios de gestão da ISO 9001. A ISO 22000 é uma norma globalmente aceite e constitui a base de um certificado de segurança alimentar. Aplica-se principalmente a empresas envolvidas numa ou mais partes da cadeia de abastecimento alimentar: produtores de alimentos para animais, agricultores, criadores de gado, produtores de matérias-primas para utilização alimentar, etc.</p>
<p>Inclui também outras organizações que estão indiretamente envolvidas na cadeia alimentar, tais como fornecedores de equipamento, agentes de limpeza, material de embalagem, bem como produtores de qualquer outro material que entre em contacto com os alimentos.</p>
<p>Com a ferramenta <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor Legislación</a></strong></span> desenvolvida pela <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-pt/">Eurofins EcoGestor</a></strong></span> terá acesso à base de dados atualizada da legislação alimentar. O cumprimento de regulamentos rigorosos de segurança alimentar é essencial para as empresas que manipulam, produzem ou lidam com alimentos.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/o-que-e-o-haccp/">O que é o HACCP?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 06:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47176</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o arquivo cronológico de resíduos e como pode controlar digitalmente o arquivo cronológico de resíduos para cumprir a legislação.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/">Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lei relativa aos resíduos exige que quem exerce actividades de produção ou gestão de resíduos mantenha permanentemente <strong>em linha um arquivo cronológico de resíduos</strong>.</p>
<p>Um dos requisitos da Lei 7/2022 de 8 de abril, relativa aos resíduos e solos contaminados para uma economia circular, é manter um arquivo cronológico de resíduos atualizado.</p>
<h2>Conteúdo do ficheiro cronológico</h2>
<p>Este ficheiro digital deve conter, por ordem cronológica:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>a quantidade, a natureza e a origem dos resíduos produzidos</li>
<li>a quantidade de produtos, materiais ou substâncias e resíduos resultantes da preparação para reutilização, reciclagem, outras operações de valorização e operações de eliminação</li>
<li>se for caso disso, serão também registados o destino, a frequência de recolha, os meios de transporte e o método de tratamento previsto para os resíduos resultantes, bem como o destino dos produtos, materiais e substâncias</li>
<li>data de início da armazenagem</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<p>As inscrições no ficheiro cronológico serão feitas, se for caso disso, para cada uma das operações de tratamento autorizadas em conformidade com os anexos II e III do ato.</p>
<h2>Documentos de identificação, base do arquivo cronológico</h2>
<p>O registo, nos termos da nova Lei dos Resíduos, deve ser eletrónico, mas não há indicação de que deva ter um formato específico. As informações acima mencionadas serão compiladas a partir das informações contidas nas acreditações documentais exigidas para a produção e gestão de resíduos dos produtores e gestores de resíduos, em conformidade com as disposições da presente lei, bem como outras disposições estabelecidas nos seus regulamentos de execução.</p>
<p>Nota: o arquivo cronológico não será exigido aos produtores quando estes gerem os seus resíduos através das autoridades locais.</p>
<p>Para além do arquivo cronológico, devem também estar disponíveis provas documentais das operações de produção e gestão de resíduos, tais como contratos de tratamento, notificações de transferência e documentos de identificação. O principal objetivo é facilitar a rastreabilidade dos resíduos desde a produção até ao tratamento final. Todas as informações arquivadas devem ser conservadas durante, pelo menos, cinco anos, de modo a estarem sempre à disposição das autoridades competentes para fins de inspeção e controlo.</p>
<h2>Quem é obrigado a manter o ficheiro cronológico?</h2>
<p>A obrigação de manter o ficheiro cronológico cabe a:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Pessoas singulares ou colectivas <strong>registadas</strong>, ou seja, titulares de NIMA, que sejam:<br />
Gestores de resíduos<br />
Comerciantes<br />
Agentes<br />
Transportadores<br />
Produtores de resíduos perigosos<br />
Produtores de mais de 1000 t/ano de resíduos não perigosos<br />
Produtores iniciais que produzam mais de <strong>10 toneladas de resíduos não perigosos</strong></li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Registo cronológico dos subprodutos</h2>
<p>Além do arquivo cronológico, a Lei 7/2022 prevê um novo registo cronológico para controlar tanto a produção como a utilização de subprodutos, com o controlo correspondente em cada caso:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Geração de subprodutos</strong>: As entidades ou empresas que geram subprodutos manterão um registo cronológico da natureza, das quantidades produzidas e geridas como subprodutos, bem como dos seus destinos.</li>
<li><strong>Utilização de subprodutos</strong>: as entidades ou empresas que utilizem subprodutos manterão um registo cronológico da natureza, das quantidades utilizadas e da sua origem.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Como é que o software ajuda a manter registos cronológicos?</h2>
<p>Uma vez que o ficheiro cronológico deve ser mantido nas instalações da atividade, permanentemente atualizado e disponível para a autoridade competente a pedido desta, a melhor forma de o gerir é através da utilização de software que facilite este tipo de tarefa.</p>
<p>Os dados do ficheiro cronológico são obtidos a partir dos documentos de identificação. O objetivo do documento de identificação é:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Manter a rastreabilidade.</li>
<li>Prova para o operador de que os resíduos chegaram ao seu destino e de que foram aceites pelo destinatário, uma vez que este assina e envia o mesmo documento ao operador como prova.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Neste sentido, podemos dizer que o arquivo cronológico é o registo que todas as empresas produtoras ou gestoras de resíduos devem elaborar e manter, e que consiste basicamente no arquivamento ordenado dos documentos que comprovam o tratamento dos seus resíduos.</p>
<p>Por este motivo, um software online oferece o suporte perfeito para incluir toda a informação relacionada com os resíduos para, posteriormente, preparar as declarações anuais solicitadas pelas Administrações.</p>
<h2>Como é que posso garantir a rastreabilidade do software?</h2>
<p>Hoje em dia, os resíduos produzidos nas organizações geram um volume muito grande de documentação associada que deve ser facilmente acessível às autoridades em caso de inspeção ou controlo por parte destas.</p>
<p>Com a utilização de software online, é possível obter de forma organizada a rastreabilidade total de cada resíduo:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Contrato de tratamento</strong>, arquivo de todos os contratos de tratamento estabelecidos para resíduos perigosos e não perigosos.</li>
<li><strong>Notificação de transferência</strong>, necessária para as transferências de resíduos entre Comunidades Autónomas para valorização ou eliminação, incluindo as transferências para instalações que efectuam operações intermédias de valorização ou eliminação.</li>
<li><strong>Documento de identificação</strong>, que acompanha e identifica o seguimento dos resíduos desde a sua origem até ao seu tratamento final.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Controlo dos custos</h2>
<p>Para além de uma perfeita rastreabilidade da gestão dos resíduos, a utilização de um software permite a inclusão de dados sobre os custos dos resíduos para controlar as facturas emitidas pelos gestores de resíduos. Isto contribui para a tomada de decisões na gestão quotidiana da organização, bem como para uma maior transparência e sustentabilidade financeira.</p>
<h2>Exploração de dados</h2>
<p>Toda a informação incluída no programa pode ser explorada através de diferentes consultas que lançam relatórios. Com este tipo de ferramentas em linha é possível pesquisar, criar filtros e gerar estatísticas sobre os dados registados de forma rápida e eficiente.</p>
<h2>Razões para utilizar software na gestão de resíduos</h2>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<p>As principais razões para optar pela digitalização da gestão de resíduos são frequentemente as seguintes:</p>
<h3>1. Máxima tranquilidade na conformidade legal</h3>
<p>Garante a conformidade legal na gestão de resíduos porque o software é constantemente atualizado de acordo com os requisitos legais.</p>
<h3>2. Poupar tempo</h3>
<p>Minimiza o tempo operacional gasto com a conformidade.</p>
<h3>3. Otimização dos custos</h3>
<p>Aumenta a capacidade de gerir o controlo, o armazenamento e a transferência de resíduos de forma eficiente, uma vez que os custos são optimizados.</p>
<h3>4. Gestão automatizada</h3>
<p>A gestão automatizada contribui para a rentabilidade e a competitividade da organização: a tomada de decisões é simplificada e a produtividade aumenta.</p>

		</div>
	</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Software de resíduos para automatizar o arquivo cronológico</h2>
<p>A Eurofins EcoGestor desenvolveu o <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/ecogestor-residuos/">EcoGestor RESIDUOS</a>, um software modular para o controlo, armazenamento e criação de todos os documentos necessários à gestão de resíduos perigosos e não perigosos.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/">Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Ciclo de Deming: o que é e como ajuda na gestão e melhoria de processos</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/ciclo-deming/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47766</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o Ciclo de Deming?   As organizações devem estabelecer planos de gestão e de melhoria contínua para melhorar a sua competitividade e a qualidade dos seus processos, reduzindo os custos e as falhas, otimizando a produtividade e eliminando os riscos. O ciclo de Deming é o sistema mais utilizado para implementar este [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 aria-level="2"><span data-contrast="none">O que é o Ciclo de Deming? </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:40,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h2>
<p><span data-contrast="auto">As organizações </span><span data-contrast="auto">devem estabelecer planos de gestão e de melhoria contínua para melhorar a sua competitividade e a qualidade dos seus processos, reduzindo os custos e as falhas, otimizando a produtividade e eliminando os riscos.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">O ciclo de Deming é o sistema mais utilizado para implementar este plano de melhoria contínua. Tem o nome de Edwards Deming, que foi o seu principal promotor, mas também é conhecido como ciclo PDCA, que significa Plan, Do, Check, Act.<br />
</span></p>
<h2 aria-level="2">Fases do Ciclo de Deming</h2>
<p>O ciclo de Deming é composto por quatro etapas, de modo que, no final da última etapa, a primeira etapa recomeça. Isto permite que a atividade seja avaliada periodicamente, incorporando novas melhorias. As quatro etapas são as seguintes:</p>
<h4 aria-level="3"><strong>1. PLAN (PLANEAR)</strong></h4>
<p>Esta fase é a mais influente. Através de métodos como os grupos de trabalho, inquéritos aos trabalhadores e a procura de novas tecnologias, é necessário definir:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="2">O problema ou a atividade a melhorar.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Os objetivos a atingir.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Indicadores de controlo.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Os métodos e as ferramentas para o realizar.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Alguns destes instrumentos de planeamento podem incluir:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Diagrama de Gantt: planeamento e acompanhamento de atividades e projetos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Método de conceção intuitivo Poka-yoke: conceção à prova de erros.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="2">FMEA (FMEA – Failure Mode and Effect Analysis): Análise dos modos de falha e dos efeitos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="2">Brainstorming: participação de todas as partes envolvidas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h4 aria-level="3"><strong>2. DO (FAZER)</strong></h4>
<p>O que é determinado no plano é realizado, na maioria dos casos, através de um teste-piloto. Esta fase incluí:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Verificar e aplicar as correções previstas.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Introduzir alterações ao plano inicial se o resultado das correções não for positivo.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Registar o que foi desenvolvido e os resultados obtidos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Formar o pessoal para aplicar as soluções desenvolvidas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h4 aria-level="3"><strong>3. CHECK (VERIFICAR)</strong></h4>
<p>Verificamos se a melhoria implementada atingiu o objetivo através de ferramentas de controlo como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/como-se-utiliza-diagrama-pareto-ambito-industrial/">Diagrama de Pareto</a>, listas de verificação ou KPIs. Devemos controlar as causas críticas, como a qualidade do produto ou o funcionamento das máquinas e equipamentos.</p>
<h4 aria-level="3"><strong>4. ACT (ATUAR)</strong></h4>
<p>Esta é a última das fases e é aqui que o plano de melhoria deve ser ajustado. A solução do problema é normalizada e as condições para a sua manutenção são estabelecidas. Se o objetivo tiver sido alcançado no teste piloto, será definitivamente implementado. Caso contrário, o desenvolvimento será examinado para detetar erros e um novo ciclo PDCA será iniciado. Fecha-se assim o ciclo e regressa-se à primeira fase.</p>
<h2 aria-level="2">Ferramentas do Ciclo de Deming</h2>
<p>As ferramentas de melhoria são utilizadas para aplicar os princípios do ciclo de Deming. Estas ferramentas procuram os pontos fracos dos processos, produtos e serviços. Algumas destas ferramentas são:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Análise de valor: um método para aumentar o valor de um produto ou serviço.</li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Método Kaizen: procura melhorar todos os aspetos da organização, como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/metodo-5s/">método 5S</a>.</span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1">Diagrama de afinidades: recolher ideias e questões para melhorar e agrupar ideias semelhantes.</li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1">Os cinco porquês: método que se baseia em fazer perguntas para relacionar as causas e os efeitos que geram um determinado problema.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Tanto a norma ISO 9001 como a ISO 14001 mencionam explicitamente o Ciclo PDCA quando se referem à melhoria contínua da gestão da qualidade e da gestão ambiental. O Ciclo de Deming é, em conclusão, uma ajuda fundamental para uma empresa que pretenda desenvolver um sistema de gestão e de melhoria contínua que contribua para a sua prosperidade e futuro.</p>
<p>Quer melhorar a eficiência e a produtividade da sua manutenção com uma ferramenta online que segue os princípios do ciclo de Deming? O <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/">Ecogestor CMMS</a> é um software CMMS que lhe permite gerir de forma integrada e fácil todos os aspetos da manutenção preventiva e corretiva dos seus ativos e instalações. Peça já uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/#demogmao">DEMO gratuita</a> e sem compromisso e descubra como o Ecogestor CMMS pode ajudá-lo a otimizar a sua manutenção.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não-conformidades e ações corretivas: como geri-las com sucesso</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-accoes-corretivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47948</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não-conformidades e acções correctivas: o guia definitivo para a gestão de tipos e exemplos de não-conformidades comuns.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão das não conformidades e ações corretivas é fundamental para qualquer organização. Hoje mostramos-lhe como geri-las com sucesso:</p>
<h2><strong>O que são não-conformidades?</strong></h2>
<p>Em geral, uma <strong>não-conformidade</strong> é o não cumprimento de um requisito pré-estabelecido, podendo estes requisitos ser de origem diferente:</p>
<ul>
<li>Externas (incumprimento da legislação, de uma norma ISO, dos requisitos de um fornecedor) ou</li>
<li>Internos (incumprimento dos procedimentos internos da empresa, requisitos internos definidos nos sistemas de gestão, etc.)</li>
</ul>
<p>Caso contrário, podemos entender que os requisitos ou compromissos não cumpridos com as não-conformidades podem ser adquiridos:</p>
<ul>
<li>Clientes (requisitos de encomenda, certificações ISO&#8230;)</li>
<li>Administração pública (legislação aplicável, autorizações específicas)</li>
<li>Outras partes interessadas (trabalhadores, accionistas, fornecedores, etc.), ou</li>
<li>A própria empresa, devido ao incumprimento de requisitos impostos &#8220;voluntariamente&#8221; pela organização (regras internas, procedimentos próprios, etc.).</li>
</ul>
<p>Normalmente, a abordagem das organizações à deteção de uma <strong>não-conformidade</strong> é negativa, considerando as <strong>não-conformidades</strong> como falhas ou erros. No entanto, do ponto de vista da melhoria contínua, as <strong>não conformidades</strong> devem ser entendidas como oportunidades de melhoria, de fazer melhor as coisas e de retificar os erros. É aconselhável inverter esta perceção negativa:</p>
<ul>
<li>Eliminar o significado negativo do conceito de não-conformidade e transformá-lo em oportunidade</li>
<li>Aproveitar a oportunidade para analisar a raiz do problema e procurar uma solução, evitando assim a sua recorrência.</li>
</ul>
<h2><strong>Origem das não-conformidades</strong></h2>
<p>As <strong>não-conformidades</strong> podem ser detetadas em múltiplas situações numa empresa, pelo que não existe uma origem única para as <strong>não-conformidades</strong>.<br />
No entanto, em termos gerais, podemos enumerar as principais razões que podem servir de fonte para a deteção de uma não-conformidade:</p>
<ul>
<li>Durante a gestão interna dos processos por qualquer parte responsável</li>
<li>Para inspeções internas ou monitorização, conforme especificado na documentação do sistema de gestão</li>
<li>Na gestão de riscos e oportunidades</li>
<li>Na verificação ou auditoria do cumprimento dos requisitos legais</li>
<li>Na análise anual de acompanhamento: quando são detetados valores anómalos ou fora do objetivo nos indicadores de medição e acompanhamento.</li>
<li>En el análisis de las quejas o reclamaciones de los clientes: esta es una de las principales fuentes de detección de una no conformidad y la que más ayudará a optimizar nuestros procesos</li>
<li>Na análise das queixas ou reclamações dos clientes: esta é uma das principais fontes de deteção de não-conformidades e a que nos ajudará a otimizar os nossos processos.</li>
<li>Em auditorias internas ou externas: Juntamente com os clientes, as auditorias são a principal fonte de deteção de não-conformidades, pois é o momento em que se efetua uma análise exaustiva do cumprimento dos requisitos.<br />
• Na análise do sistema pela direção<br />
• No controlo da qualidade dos produtos<br />
• Alertas detetados pelos colaboradores: conseguir que um colaborador comunique uma não conformidade sem receio de consequências é um dos grandes desafios das empresas na implementação dos seus sistemas de gestão.<br />
• Nas inspeções governamentais<br />
• Na verificação dos resultados analíticos ou de medição por comparação com valores-limite</li>
</ul>
<p>Do ponto de vista de quem pode comunicar ou detetar uma não-conformidade, podemos encontrar os seguintes atores:</p>
<ul>
<li>Clientes: apresentar uma queixa ou uma reclamação</li>
<li>Pessoal interno (gestores, empregados): as que são detetadas internamente por diferentes meios. Todo o pessoal da empresa deve ser capaz de detetar e documentar as não-conformidades.</li>
<li>Fornecedores: através da deteção de infrações ao contrato</li>
<li>Administração pública: nas inspeções</li>
<li>Auditores externos: durante as auditorias efetuadas</li>
</ul>
<h2><strong>Tipos de não-conformidades</strong></h2>
<p>Normalmente, as <strong>não-conformidades</strong> são classificadas de acordo com a sua gravidade, segundo os três níveis seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>Não-conformidade grave</strong></li>
<li><strong>Não-conformidade menor</strong></li>
<li><strong>Observação</strong></li>
</ul>
<h3><strong>Não conformidade grave:</strong></h3>
<p>Uma <strong>NÃO conformidade</strong> grave pode ser definida como o incumprimento de um requisito regulamentar, organizacional e/ou legal que viola ou põe seriamente em risco a integridade do sistema de gestão.</p>
<p>Por exemplo, podemos considerar como<strong> não conformidades graves</strong>: o desenvolvimento de um processo sem qualquer tipo de controlo, o incumprimento grave de uma lei, a ausência de registos exigidos pela norma ou a repetição prolongada no tempo de não conformidades menores.</p>
<p>Os organismos de certificação não concedem normalmente um certificado de aplicação de um sistema de gestão enquanto existir uma não conformidade grave.</p>
<h3><strong>Não-conformidade menor:</strong></h3>
<p>Uma não-conformidade menor pode ser considerada como um desvio mínimo dos requisitos regulamentares, organizacionais e/ou legais. Estas não-conformidades menores são geralmente esporádicas, dispersas e parciais e não afetam de forma significativa a eficiência e a integridade do sistema de gestão.</p>
<p>Em resumo, trata-se das não conformidades detetadas que, pelas suas características, não atingem a gravidade de uma não conformidade grave.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><em>Ausência de assinatura num registo que não tem grande significado</em></li>
<li><em>Erros ao nível do documento (codificação incorreta de um documento)</em></li>
</ul>
<h3><strong>Observação:</strong></h3>
<p>Podemos considerar como uma observação uma situação específica que não implica desvio ou não conformidade com os requisitos, mas constitui uma oportunidade de melhoria.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><em>Simplificação da documentação</em></li>
<li><em>Alteração de um procedimento do sistema que poderia otimizar o processo</em></li>
</ul>
<h2><strong>Não-conformidades reais e potenciais</strong></h2>
<p>As<strong> não-conformidades</strong> podem também ser classificadas como reais ou potenciais:</p>
<ul>
<li>Uma <strong>Não Conformidade Efetiva</strong> seria uma não conformidade com um requisito estabelecido para o qual temos provas objetivas que apoiam a não conformidade. Exemplo: Num procedimento interno do nosso sistema de gestão ambiental, afirma-se que os contentores de resíduos devem ser rotulados. No entanto, durante uma inspeção interna, descobrimos contentores sem rótulos.</li>
<li>Uma <strong>Não Conformidade Potencial</strong> pode ser definida como ações que estão a ser observadas nos processos que, embora de momento não deem origem a uma não conformidade evidente, se continuarem a ser realizadas desta forma, podem dar origem a uma Não Conformidade Real.</li>
</ul>
<p>Para eliminar as causas das não-conformidades reais, são tomadas medidas corretivas; no caso das não-conformidades potenciais, são desenvolvidas medidas preventivas para evitar a sua ocorrência.</p>
<h2><strong>O que é uma ação corretiva: definição</strong></h2>
<p>Uma <strong>ação corretiva</strong> é uma <strong>ação</strong> tomada para eliminar as causas de uma não conformidade detetada. Não se trata apenas da correção da não-conformidade detetada, mas da eliminação da causa principal da não-conformidade.</p>
<p>Uma <strong>ação corretiva</strong> é a <strong>ação</strong> destinada a eliminar a causa de uma não-conformidade e a evitar a sua recorrência.</p>
<h2><strong>Tratamento de não-conformidades e ações corretivas</strong></h2>
<p>As organizações devem estabelecer uma metodologia para o tratamento das <strong>não-conformidades</strong>, de forma a detetá-las, analisá-las e documentá-las e estabelecer <strong>ações corretivas</strong> que minimizem o efeito da não-conformidade e ajudem a eliminá-la.</p>
<p>A metodologia para o tratamento das <strong>não-conformidades</strong> é normalmente estabelecida em diferentes fases. Mais frequentemente, no âmbito do nosso sistema de gestão, dispomos de um procedimento documentado para a gestão e o tratamento das não conformidades e das <strong>ações corretivas e/ou preventivas</strong> necessárias, que explica em pormenor como proceder em caso de deteção de não conformidade.</p>
<p>De um modo geral, as fases a seguir são as seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>Deteção:</strong>A primeira fase é a deteção da não-conformidade. Em princípio, uma não-conformidade deve ser detetável por qualquer membro da organização, bem como por quaisquer partes externas interessadas (auditores, fornecedores, clientes). Uma vez detetada, é importante que seja documentada, incluindo vários marcos básicos nesta primeira fase:
<ul>
<li>a <em>evidência</em>, a prova que mostra a não-conformidade, o que é errado ou desviante</li>
<li>o <em>documento ou requisito contra o qual a não-conformidade é detetada</em>. Estes documentos são os que indicam o que deveria ter sido feito e não foi feito.</li>
<li>O <em>ponto da norma</em> de referência no qual a não-conformidade é classificada.</li>
<li>A <em>data</em> e a <em>pessoa</em> que o detetou.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Análise do efeito</strong>: O efeito produzido pela não conformidade detectada é analisado e é feita uma tentativa automática e imediata de reparação desse efeito. Estas ações de reparação são normalmente imediatas e é importante atribuir-lhes um responsável e um prazo para a sua execução.</li>
<li><strong>Análise da causa raiz</strong>: esta fase é fundamental para evitar a reprodução futura da não-conformidade. São verificadas as causas profundas que deram origem à não-conformidade. Existe muita literatura sobre a metodologia a seguir para efetuar uma análise de causas (Ishikawa, Pareto, etc.), mas o importante é identificar todas as que possam ter tido uma relação direta com a não conformidade. A partir de todas elas, seleccionam-se as causas principais, que são normalmente as causas de primeiro e segundo nível.</li>
<li><strong>Ação Corretiva</strong>: Define-se como a ação corretiva a tomar para atuar sobre as causas profundas da Não Conformidade, ou seja, para eliminar a causa ou origem principal, o que implicaria a garantia de que a Não Conformidade não se repetirá no futuro. Como podem existir várias ações corretivas resultantes de uma não conformidade, podem ser realizadas várias ações para resolver a mesma não conformidade. É essencial definir os responsáveis e os prazos para a sua execução.</li>
<li><strong>Ações Preventivas</strong>: Devem também ser estabelecidas e definidas ações preventivas, atribuindo responsabilidades e prazos, de modo a evitar a ocorrência de potenciais não conformidades.</li>
<li><strong>Acompanhamento das ações</strong>: é necessário acompanhar regularmente o grau de cumprimento das ações estabelecidas, indicando quem faz o acompanhamento, a data e o estado de adiantamento. O controlo quantificado (% de cumprimento, etc.) é o mais adequado.</li>
<li><strong>Verificação da Eficácia e Encerramento</strong>: Neste ponto tentamos analisar a eficácia das ações implementadas, se o resultado foi eficaz e se obtivemos o resultado esperado ao eliminar a causa raiz que deu origem à não conformidade.</li>
</ul>
<p>Quando a<strong> ação corretiva</strong> tiver sido <strong>eficaz</strong>, encerramo-la e indicamos que foi eficaz, a pessoa que a encerrou e a data.</p>
<p>As <strong>não-conformidades</strong> só devem ser encerradas quando todas as <strong>ações corretivas</strong> correspondentes tiverem sido concluídas com êxito.</p>
<h2><strong>Análise da causa raiz das não-conformidades</strong></h2>
<p>Como já foi referido, a causa principal de uma <strong>não conformidade</strong> é a razão principal ou a origem principal que gera uma não conformidade.</p>
<p>Existem muitas metodologias ou técnicas que estão perfeitamente documentadas para a identificação da <strong>causa raiz de uma não-conformidade</strong>. Entre as mais importantes contam-se: o diagrama de causa-efeito, o diagrama de Pareto, os 5 Porquês, a árvore de <strong>causa</strong>-efeito, o brainstorming, etc.</p>
<h2><strong>Redação de não-conformidades</strong></h2>
<p>Tanto as <strong>não-conformidades</strong> como as <strong>ações corretivas</strong> devem ser perfeitamente documentadas, sendo mais comum nas organizações a existência de um procedimento no sistema de gestão que estabeleça a metodologia a seguir para elaborar e documentar perfeitamente a referida não-conformidade.</p>
<p>A redação de <strong>não-conformidades</strong> é um aspeto crítico, especialmente no contexto de uma auditoria, pelo que é importante ter competências de expressão escrita para poder relatar com a maior precisão possível as não-conformidades detetadas e, em particular, ter provas para apoiar a constatação.</p>
<p>Um problema comum é o facto de estas <strong>não-conformidades</strong> não serem claras e compreensíveis para a entidade auditada, o que constitui um ponto de discussão frequente quando a equipa auditora se reúne com as entidades auditadas.</p>
<p>A <strong>redação</strong> deve ser exata e precisa e não deve dar origem a incoerências, confusões ou interpretações erradas.</p>
<h3><strong>Considerações sobre a redação de não-conformidades</strong></h3>
<p>Há uma série de pontos-chave a considerar quando se documenta uma não-conformidade:</p>
<ul>
<li>Descrição da não conformidade, do incumprimento detetado:
<ul>
<li>A redação deve ser clara, legível, breve, sem erros ortográficos, muito direta</li>
<li>Deve ser utilizada a mesma terminologia</li>
<li>Deve ser perfeitamente compreensível, evitando duplas interpretações e confusões.</li>
<li>Evitar opiniões na escrita, apenas factos objetivos</li>
</ul>
</li>
<li>Identificação das provas que sustentam a nossa não-conformidade ou dos exemplos que identificámos:
<ul>
<li>As provas devem especificar claramente o que o incumprimento revela.</li>
<li>Em segundo lugar, as provas devem basear-se em factos, documentos concretos, entrevistas a pessoas claramente identificadas, observações que possam ser plenamente verificadas por terceiros.</li>
<li>As provas devem ser sólidas e claras, caso contrário, se não forem claras, é preferível não documentar a não conformidade.</li>
<li>As provas não podem basear-se em opiniões, subjetividades, suposições, etc., não podem dar origem a dúvidas</li>
<li>Recomendamos que se identifique objetivamente o local onde a prova foi detetada e todos os dados necessários para a identificar (documento, registo, local, pessoa, data, etc.).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>O critério ou requisito não cumprido contra o qual a não conformidade se opõe: identificar a referência do procedimento do sistema, o ponto exato da norma, a autorização, o artigo da lei, o procedimento do cliente, o acordo pré-estabelecido, o contrato. Este ponto deve dar força à não-conformidade, ou seja, deve tornar claro que &#8220;a não-conformidade ocorre não porque o auditor o diz, mas porque este ponto deste procedimento o disse e, no entanto, não foi realizado&#8221;.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><strong>Como avaliar a magnitude das não-conformidades</strong></h2>
<p>Podem ser utilizados diferentes meios para avaliar a magnitude de uma <strong>não conformidade</strong>, mas uma das formas mais interessantes baseia-se num valor de risco que pode ser definido em termos de duas variáveis, às quais são atribuídas pontuações.</p>
<ul>
<li>Probabilidade de ocorrência:
<ul>
<li>Nunca</li>
<li>Frequência anual, mensal, semanal ou diária</li>
</ul>
</li>
<li>Consequência:
<ul>
<li>Insignificante</li>
<li>Menor</li>
<li>Moderado</li>
<li>Presidente da Câmara</li>
<li>Catastrófico</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><strong>Classificação das não-conformidades de acordo com o tipo de norma ISO </strong></h2>
<h3><strong>Não-conformidade ISO 14001</strong></h3>
<p>Se não sabe o que é a <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/e-norma-14001-e-serve/">norma ISO 14001</a>, aqui está um artigo interessante.</p>
<p>Em primeiro lugar, as <strong>não-conformidades do tipo ISO 14001</strong> são não-conformidades relacionadas com o incumprimento do sistema de gestão ambiental de acordo com a norma UNE EN ISO 14001. Primordialmente, a <strong>não conformidade</strong> está relacionada com o incumprimento dos requisitos da própria norma ou dos requisitos adicionais do sistema de gestão ambiental que a organização estabelece para si própria. Bem como com o incumprimento da legislação ambiental aplicável à empresa ou das autorizações derivadas.</p>
<p>Exemplos de não-conformidade com a norma ISO 14001:</p>
<ul>
<li>Contentores de resíduos não rotulados</li>
<li>Não atualização da avaliação dos aspetos ambientais ou não consideração de alguns aspetos ambientais existentes.</li>
<li>Não identificação da legislação ambiental aplicável</li>
<li>Assim como, não medir as fontes de emissão ou as descargas, se tal for exigido por qualquer autorização ou procedimento do sistema de gestão.</li>
</ul>
<h3><strong>Não-conformidade ISO 9001</strong></h3>
<p>Do ponto de vista da ISO 9001, uma NÃO-conformidade é:</p>
<p><em>Um incumprimento de um requisito da norma, um incumprimento de um requisito legal ou de qualquer requisito especificado nos procedimentos do nosso sistema de gestão da qualidade relativamente a produtos ou serviços fornecidos pela nossa organização.</em></p>
<p>Dentro de um sistema ISO 9001, as não-conformidades mais comuns são derivadas de:</p>
<h4><strong><u>Não conformidade do produto</u></strong></h4>
<p>Por outro lado, as não-conformidades do produto estão relacionadas com os <strong>requisitos técnicos</strong> dos nossos produtos: características, materiais, desempenho. Têm normalmente as seguintes origens:</p>
<p>1. Não conformidade legal<br />
2. Falhas na produção que não estão em conformidade com as normas pré-estabelecidas<br />
3. Erros na conceção do produto<br />
4. Documentação incorreta<br />
5. Falta de controlo de qualidade<br />
6. Não conformidade com as especificações definidas pelo cliente.</p>
<h4><strong><u>Não-conformidade do processo</u></strong></h4>
<p>As não-conformidades do processo resultam normalmente de:</p>
<ul>
<li>Incumprimento dos prazos de entrega e das quantidades</li>
<li>Não cumprimento dos procedimentos estabelecidos</li>
<li>Incumprimento legal da empresa</li>
<li>Erros humanos no processo de produção devido à falta de formação.</li>
<li>Utilização incorreta do equipamento</li>
</ul>
<h4><strong><u>Não-conformidade do fornecedor</u></strong></h4>
<ul>
<li>Primeiramente artigo defeituoso fornecido por um fornecedor</li>
<li>Produto em mau estado</li>
<li>Montantes recebidos para além dos montantes pré-estabelecidos</li>
<li>Atraso na entrega</li>
</ul>
<h4><strong><u>Não-conformidade ISO 45001</u></strong></h4>
<p>Se quiser saber as <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/diferencas-ohsas-18001-e-iso-45001/">diferenças entre a OHSAS 18001 e a ISO 45001</a>, leia este artigo onde esclarecemos os conceitos.</p>
<p>Estas não conformidades são as que resultam de um sistema de prevenção de riscos profissionais ISO 45001. Eis alguns exemplos das principais não-conformidades ISO 45001 que podem ser identificadas:</p>
<ul>
<li>Não ter um risco identificado na avaliação dos riscos profissionais</li>
<li>Não ter o controlo do equipamento de proteção individual</li>
<li>Não dispor de provas da entrega de equipamento de proteção aos trabalhadores.</li>
<li>Não obtenção de autorização médica para um trabalhador</li>
<li>Não prestação de informações sobre os riscos para os novos trabalhadores que entram no centro.</li>
</ul>
<p>Se pretende garantir a gestão correcta das não conformidades e das ações corretivas na <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-pt/">Eurofins EcoGestor</a></strong> temos uma solução digital para isso: O <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/"><strong>Ecogestor Não Conformidades</strong></a> é a solução definitiva para acompanhar as não conformidades de uma forma totalmente digitalizada, com atribuição de responsáveis, notificações para o correio, gestão de ações e tarefas. Esqueça a papelada derivada das não conformidades e peça uma <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/">DEMONSTRAÇÃO GRATUITA</a></strong> preenchendo este formulário.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manutenção de Laboratórios com EcoGestor Gestão da Manutenção: Eficiência e Controlo Total</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/manutencao-laboratorios-gmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 09:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<category><![CDATA[GMAO]]></category>
		<category><![CDATA[laboratorio medioambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=54682</guid>

					<description><![CDATA[<p>Otimize a manutenção dos seus equipamentos laboratoriais com EcoGestor Gestão da Manutenção. Controle datas de calibração, garanta a operacionalidade dos equipamentos e reduza custos com manutenção preventiva e corretiva.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">A gestão de laboratórios exige precisão, e o <strong>EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span></strong>surge como a solução ideal para otimizar a manutenção dos equipamentos laboratoriais. Esta ferramenta avançada permite controlar as datas de calibração, garantindo que equipamentos como balanças, centrífugas e estufas estejam sempre disponíveis e operacionais. Além disso, facilita a manutenção corretiva, assegurando o bom funcionamento dos equipamentos críticos e minimizando o tempo de inatividade, contribuindo para um ambiente mais eficiente e rigoroso.</p>
<h2>Características Principais do EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>em Laboratórios</h2>
<ul>
<li><strong>Gestão de Datas de Calibração</strong>: Com o EcoGestor, é possível programar e monitorizar todas as datas de calibração dos equipamentos, evitando erros e atrasos.</li>
<li><strong>Disponibilidade de Equipamentos</strong>: A ferramenta permite verificar se um equipamento está disponível, evitando conflitos de uso ou tempos de espera não planeados.</li>
<li><strong>Manutenção Preventiva e Corretiva</strong>: Gere tanto a manutenção preventiva como a corretiva, garantindo que os equipamentos mais críticos operem de forma ideal, reduzindo avarias e prolongando a sua vida útil.</li>
<li><strong>Planeamento e Controlo de Ativos</strong>: O EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>permite criar um plano de manutenção de equipamentos laboratoriais, proporcionando visibilidade em tempo real sobre o estado operacional, necessidades de reparação ou calibração e tarefas programadas.</li>
</ul>
<h2>Vantagens para os Laboratórios</h2>
<ul>
<li><strong>Otimização do Tempo</strong>: Evita atrasos nos processos devido a equipamentos fora de serviço.</li>
<li><strong>Redução de Custos</strong>: Deteta falhas antes que causem danos irreparáveis, diminuindo os custos de reparações inesperadas.</li>
<li><strong>Melhoria na Tomada de Decisões</strong>: A informação atualizada permite que os gestores tomem decisões informadas sobre o uso e manutenção dos equipamentos.</li>
</ul>
<h2>EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção</span></h2>
<p>O <strong>EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span></strong>oferece uma solução integral para a manutenção de equipamentos laboratoriais, garantindo que as tarefas de calibração e manutenção preventiva sejam realizadas de forma precisa e eficiente. Desta forma, os laboratórios podem focar-se no seu trabalho crítico, confiando que os seus equipamentos funcionarão com a precisão e fiabilidade necessárias.</p>
<h2>Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>e a sua Implementação em Laboratórios</h2>
<p><strong>Que tipo de equipamentos podem ser geridos com o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção</span>?</strong><br />
Equipamentos laboratoriais como balanças, centrífugas, estufas e qualquer outro ativo que requeira calibração e manutenção regular.</p>
<p><strong>O EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>permite realizar manutenção corretiva de equipamentos laboratoriais?</strong><br />
Sim, facilita a programação e execução da manutenção corretiva, garantindo que os equipamentos críticos estejam sempre operacionais.</p>
<p><strong>Como o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>contribui para a redução de custos?</strong><br />
Ao detetar problemas antes de provocarem falhas graves, reduz os custos de reparação e prolonga a vida útil dos equipamentos.</p>
<p><strong>Que vantagens o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>oferece para a gestão de laboratórios?</strong><br />
Melhora o planeamento, reduz o tempo de inatividade e assegura que os equipamentos estejam calibrados e disponíveis quando necessários.</p>
<p><strong>Como o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>ajuda no cumprimento das normativas?</strong><br />
Permite manter um controlo detalhado da calibração e manutenção dos equipamentos, assegurando conformidade com as normativas vigentes de qualidade e segurança.</p>
<h2>Vantagens do EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção</span></h2>
<ul>
<li>Planeamento e controlo da manutenção preventiva e corretiva.</li>
<li>Gestão integral da disponibilidade e calibração de equipamentos.</li>
<li>Redução de custos operacionais ao prolongar a vida útil dos equipamentos.</li>
</ul>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Solicite mais informações e descubra como o EcoGestor <span data-olk-copy-source="MessageBody">Gestão da Manutenção </span>pode otimizar o seu laboratório!</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que implica a identificação das obrigações legais?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/identificacao-obrigacoes-legais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=54688</guid>

					<description><![CDATA[<p>A identificação das obrigações legais garante conformidade, reduz riscos e otimiza processos. Descubra como gerir requisitos legais com EcoGestor Legislação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="98" data-end="592">Cumprir com as normativas legais é um pilar fundamental para qualquer organização. A identificação das obrigações legais nas empresas não só assegura a conformidade regulatória, como também fortalece a sustentabilidade e a competitividade num ambiente regulatório em constante mudança. Este processo permite que as organizações identifiquem e gerenciem as leis e requisitos específicos aplicáveis à sua atividade, seja no âmbito ambiental, laboral, fiscal, de segurança ou de proteção de dados.</p>
<h2 data-start="594" data-end="650">O que implica a identificação das obrigações legais?</h2>
<p data-start="652" data-end="807">A identificação das obrigações legais não se limita ao conhecimento das leis gerais, mas exige uma análise detalhada e personalizada. Este processo inclui:</p>
<p data-start="809" data-end="1005"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul data-start="1007" data-end="1316">
<li data-start="1007" data-end="1114">Determinação de requisitos específicos: Que medidas a empresa deve adotar para cumprir com a normativa.</li>
<li data-start="1115" data-end="1220">Análise de impacto: Como cada normativa afeta os diferentes processos e departamentos da organização.</li>
<li data-start="1221" data-end="1316">Verificação contínua: Avaliações periódicas para garantir a conformidade e prevenir riscos.</li>
</ul>
<p data-start="1318" data-end="1347">

		</div>
	</div></div>
<h2 data-start="1349" data-end="1403">Cada normativa tem um impacto diferente dependendo de:</h2>
<p data-start="1405" data-end="1601"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul data-start="1603" data-end="1815">
<li data-start="1603" data-end="1639">O setor de atividade da empresa.</li>
<li data-start="1640" data-end="1680">O seu tamanho e volume de operações.</li>
<li data-start="1681" data-end="1742">A localização geográfica e o quadro regulatório regional.</li>
<li data-start="1743" data-end="1815">A antiguidade e as características das suas instalações e processos.</li>
</ul>
<p data-start="1817" data-end="1846">

		</div>
	</div></div>
<h2 data-start="1848" data-end="1902">Benefícios-chave da gestão das obrigações legais</h2>
<p data-start="1904" data-end="1983">Identificar e gerir corretamente as obrigações legais traz inúmeros benefícios:</p>
<p data-start="1985" data-end="2181"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul data-start="2183" data-end="3094">
<li data-start="2183" data-end="2339"><strong data-start="2185" data-end="2204">Evitar sanções:</strong> Muitas multas e penalizações surgem por desconhecimento das normativas aplicáveis. Manter um controlo atualizado elimina esse risco.</li>
<li data-start="2340" data-end="2501"><strong data-start="2342" data-end="2383">Reduzir riscos operacionais e legais:</strong> A conformidade regulatória protege tanto os ativos tangíveis como os intangíveis, incluindo a reputação da empresa.</li>
<li data-start="2502" data-end="2664"><strong data-start="2504" data-end="2538">Aumentar a eficiência interna:</strong> Ter clareza sobre as obrigações legais permite otimizar os processos internos e alinhar os recursos às necessidades legais.</li>
<li data-start="2665" data-end="2811"><strong data-start="2667" data-end="2706">Antecipar-se a mudanças normativas:</strong> Identificar os prazos de adaptação permite que as empresas implementem mudanças com maior planeamento.</li>
<li data-start="2812" data-end="2935"><strong data-start="2814" data-end="2848">Melhorar a imagem corporativa:</strong> Cumprir as normativas aumenta a perceção de responsabilidade e confiança na empresa.</li>
<li data-start="2936" data-end="3094"><strong data-start="2938" data-end="2979">Facilitar auditorias e certificações:</strong> Muitas normas, como ISO 14001, 9001, 45001 ou EMAS, exigem uma gestão rigorosa das obrigações legais aplicáveis.</li>
</ul>
<p data-start="3096" data-end="3125">

		</div>
	</div></div>
<h2 data-start="3127" data-end="3193">Áreas onde a identificação das obrigações legais é essencial</h2>
<ul data-start="3195" data-end="3620">
<li data-start="3195" data-end="3307"><strong data-start="3197" data-end="3215">Meio ambiente:</strong> Cumprimento na gestão de resíduos, emissões, descargas e regulação de solos contaminados.</li>
<li data-start="3308" data-end="3419"><strong data-start="3310" data-end="3343">Prevenção de riscos laborais:</strong> Assegurar a segurança e a saúde do pessoal com base na normativa vigente.</li>
<li data-start="3420" data-end="3521"><strong data-start="3422" data-end="3444">Proteção de dados:</strong> Adaptação ao RGPD e à legislação nacional para proteção de dados pessoais.</li>
<li data-start="3522" data-end="3620"><strong data-start="3524" data-end="3549">Segurança industrial:</strong> Inspeções e manutenção de equipamentos conforme a normativa técnica.</li>
</ul>
<h2 data-start="3622" data-end="3661">Relação com os sistemas de gestão</h2>
<p data-start="3663" data-end="3752">Sistemas regulados por normas como ISO 14001, 9001, 45001 ou EMAS exigem que as empresas:</p>
<p data-start="3754" data-end="3950"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul data-start="3952" data-end="4144">
<li data-start="3952" data-end="4014">Mantenham uma lista atualizada dos seus requisitos legais.</li>
<li data-start="4015" data-end="4061">Avaliem periodicamente a sua conformidade.</li>
<li data-start="4062" data-end="4144">Documentem e gerenciem qualquer nova normativa relevante para a sua atividade.</li>
</ul>
<p data-start="4146" data-end="4175">

		</div>
	</div></div>
<p data-start="4177" data-end="4321">O não cumprimento pode resultar não só em sanções económicas, mas também na perda de certificações essenciais para operar e competir no mercado.</p>
<h2 data-start="4323" data-end="4378">Como a Eurofins EcoGestor facilita este processo?</h2>
<p data-start="4380" data-end="4580">Na Eurofins EcoGestor, com mais de 25 anos de experiência, oferecemos ferramentas avançadas para a identificação, gestão e atualização das obrigações legais, adaptadas às necessidades de cada cliente.</p>
<h2 data-start="4582" data-end="4626">Por que confiar na Eurofins EcoGestor?</h2>
<p data-start="4628" data-end="4943">Os nossos serviços são concebidos para simplificar a gestão legal nas empresas, otimizar processos e garantir a conformidade normativa. Contar com ferramentas digitais e uma equipa especializada permite que as empresas antecipem mudanças, previnam riscos e se mantenham competitivas num ambiente normativo exigente.</p>
<p data-start="4945" data-end="5154" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cumprir com as obrigações legais não é apenas um dever, é uma oportunidade para se destacar. Descubra como podemos ajudar a garantir a conformidade e o sucesso da sua empresa com o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/"><strong data-start="5129" data-end="5153">EcoGestor Legislação</strong>.</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Regulamento de Embalagens e Resíduos: Novas Regras para a Sustentabilidade na Europa</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/regulamento-de-embalagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=54099</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Regulamento de Embalagens da UE traz metas de redução, proibição de descartáveis, incentivo ao uso de reciclados e novas exigências na gestão de resíduos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia <strong>22 de janeiro de 2025</strong>, o esperado <strong>Regulamento de Embalagens e Resíduos de Embalagens</strong> foi oficialmente publicado no <strong>Jornal Oficial da União Europeia</strong>. Este regulamento entrará em vigor no dia <strong>11 de fevereiro de 2025</strong>, mas as suas disposições só serão aplicáveis a partir de <strong>12 de agosto de 2026</strong>, com exceção do n.º 5 do artigo 67, que será aplicável a partir de <strong>12 de fevereiro de 2029</strong>.</p>
<p>O novo regulamento marca uma mudança significativa na gestão de embalagens na União Europeia, definindo um prazo de <strong>18 meses</strong> para que os Estados-Membros e as empresas adaptem as suas normas e processos às novas disposições.</p>
<p>Principais medidas do regulamento de Embalagens:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Redução de embalagens</strong>: Prevenção do uso de embalagens desnecessárias e redução do seu consumo.</li>
<li><strong>Promoção da reutilização</strong>: Obrigatoriedade de oferecer opções de recarga e embalagens reutilizáveis.</li>
<li><strong>Proibição de embalagens descartáveis</strong>: Certos tipos de plástico de uso único serão eliminados.</li>
<li><strong>Metas de conteúdo reciclado mínimo</strong>: Incentivo ao uso de materiais reciclados em embalagens.</li>
<li><strong>Eliminação de substâncias químicas persistentes</strong>: Como <strong>PFAS</strong> e <strong>bisfenol A</strong> em embalagens alimentares.</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<h2><strong>Redução de embalagens e otimização de recursos</strong></h2>
<p>O Regulamento define metas claras para reduzir a utilização de embalagens na União Europeia:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>5% até 2030</strong></li>
<li><strong>10% até 2035</strong></li>
<li><strong>15% até 2040</strong>, em comparação com os níveis de 2018.</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<p>Além disso, a partir de <strong>2030</strong>, a relação de <strong>espaço vazio</strong> em embalagens coletivas (como as usadas no comércio eletrónico ou transporte) não poderá exceder <strong>40%</strong>, promovendo um design mais eficiente. Fabricantes e importadores serão incentivados a otimizar o peso e o volume das embalagens para minimizar resíduos.</p>
<h2><strong>Proibição de embalagens descartáveis</strong></h2>
<p>A partir de <strong>1 de janeiro de 2030</strong>, será proibido o uso de certos tipos de embalagens descartáveis, incluindo:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Embalagens projetadas para agrupar produtos, como garrafas, latas e frascos.</li>
<li>Embalagens para frutas e hortaliças frescas em quantidades inferiores a <strong>1,5 kg</strong>, exceto por motivos de higiene ou desperdício alimentar.</li>
<li>Embalagens de alimentos e bebidas servidos em hotéis, bares e restaurantes.</li>
<li>Pequenas embalagens de cosméticos e produtos de higiene, como frascos de shampoo descartáveis usados em alojamentos.</li>
<li>Sacos plásticos leves com menos de <strong>15 microns</strong>, exceto por razões de higiene ou para alimentos a granel húmidos (como carne ou peixe cru).</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<h2><strong>Promoção da reutilização e recarga</strong></h2>
<p>O regulamento promove um modelo mais sustentável, com foco em:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Garantir que os distribuidores de alimentos e bebidas ofereçam <strong>pelo menos 10% de embalagens reutilizáveis</strong>.</li>
<li>Permitir que os consumidores utilizem as suas próprias embalagens para transporte ou recarga.</li>
<li>Estabelecer critérios rigorosos para embalagens reutilizáveis, incluindo um número mínimo de ciclos de reutilização.</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<h2><strong>Metas de conteúdo reciclado e sustentabilidade</strong></h2>
<p>Para estimular o uso de materiais reciclados, o Regulamento estabelece metas progressivas para o conteúdo reciclado mínimo em embalagens de plástico:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>30% até 2030</strong></li>
<li><strong>65% até 2040</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<h2><strong>Separação e composição de embalagens</strong></h2>
<p>A partir de <strong>2029</strong>, os Estados-Membros devem garantir que pelo menos <strong>90% das embalagens descartáveis de plástico e metal</strong> sejam recolhidas separadamente, utilizando sistemas como o <strong>depósito e devolução (SDDR)</strong>. Além disso, certos materiais, como madeira leve, cortiça, cerâmica, porcelana, têxteis e cera, estão excluídos das exigências de reciclabilidade.</p>
<h2><strong>Eliminação de substâncias químicas persistentes</strong></h2>
<p>O Regulamento também prevê a <strong>proibição de substâncias químicas perigosas</strong>, como os <strong>PFAS</strong> e o <strong>bisfenol A</strong>, em embalagens alimentares que excedam determinados limites. Esta medida visa proteger a saúde pública e o meio ambiente.</p>
<h2><strong>Impacto em Portugal</strong></h2>
<p>Com este regulamento, Portugal deverá adaptar a sua legislação nacional às novas disposições europeias. A transição será essencial para garantir um modelo de gestão de embalagens mais eficiente e sustentável.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f4bb.png" alt="💻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/"><strong>EcoGestor</strong> </a>oferece soluções digitais para ajudar empresas a cumprir as novas exigências do Regulamento de Embalagens.</p>
<p>Contacte-nos e descubra como simplificar a gestão de resíduos e embalagens com eficiência!</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/regulamento-de-embalagens/">Regulamento de Embalagens e Resíduos: Novas Regras para a Sustentabilidade na Europa</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis: Impulso à economia circular na União Europeia</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/regulamento-de-design-ecologico-para-produtos-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 12:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<category><![CDATA[Legislación ambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=51943</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra o novo regulamento de design ecológico na UE, seu impacto nas empresas e as datas-chave para implementação. Saiba mais!</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/regulamento-de-design-ecologico-para-produtos-sustentaveis/">Novo regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis: Impulso à economia circular na União Europeia</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis</em>, publicado oficialmente no Diário Oficial da União Europeia com a referência 2024/80992, estabelece um quadro normativo integral para garantir que os produtos comercializados na UE cumpram critérios rigorosos de sustentabilidade. Esta normativa é um pilar fundamental na estratégia do Pacto Ecológico Europeu, voltada para promover a economia circular e minimizar o impacto ambiental ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><em><a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/pt/TXT/?uri=CELEX%3A32024R1781"><strong>Regulamento (UE) 2024/1781</strong> </a>do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de junho de 2024, que estabelece um quadro para a definição de requisitos de design ecológico aplicáveis a produtos sustentáveis, altera a Diretiva (UE) 2020/1828 e o Regulamento (UE) 2023/1542, e revoga a Diretiva 2009/125/CE.</em></p>
<h2>Objetivos do regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis</h2>
<p>O regulamento tem como principais objetivos:</p>
<ul>
<li><strong>Melhorar a eficiência energética</strong> dos produtos e reduzir o seu consumo de recursos naturais.</li>
<li><strong>Promover a durabilidade, reparabilidade e reciclabilidade</strong> dos produtos, garantindo que possam ser utilizados por mais tempo e que, no final da sua vida útil, seus componentes possam ser reciclados ou reutilizados.</li>
<li><strong>Reduzir as emissões poluentes</strong> geradas durante a fabricação, uso e descarte dos produtos.</li>
<li><strong>Incentivar a inovação</strong> no design de produtos que minimizem seu impacto ambiental.</li>
</ul>
<p>Essas diretrizes afetam não só os fabricantes, mas também os consumidores, que terão acesso a produtos mais sustentáveis e duráveis, contribuindo assim para uma economia mais verde e circular.</p>
<h2>Passaporte digital de produto (PDP): inovação chave no design ecológico</h2>
<p>Uma das inovações mais destacadas deste regulamento é a introdução do <strong>passaporte digital de produto</strong>. Este passaporte será um documento digital que acompanhará cada produto, fornecendo informações detalhadas sobre sua composição, durabilidade, eficiência energética e possibilidades de reparação e reciclagem.</p>
<p>O passaporte digital de produto permitirá aos consumidores, empresas de reciclagem e autoridades um conhecimento profundo sobre as características ecológicas dos produtos, facilitando a tomada de decisões informadas. Além disso, promoverá a transparência e a rastreabilidade dos produtos no mercado europeu, ajudando a combater o greenwashing e garantindo que as alegações de sustentabilidade sejam respaldadas por dados verificáveis.</p>
<h2>Impacto do regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis nas empresas e no mercado</h2>
<p>Para as empresas, o <strong>regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis</strong> representa um desafio significativo, pois precisarão adaptar seus processos de design e fabricação para cumprir os novos requisitos. No entanto, também oferece uma oportunidade única para inovar e liderar em um mercado que valoriza cada vez mais a sustentabilidade.</p>
<p>As empresas que conseguirem alinhar-se rapidamente a estas normas não só cumprirão as exigências legais, mas também poderão se posicionar como líderes em sustentabilidade, ganhando a preferência de um segmento crescente de consumidores conscientes.</p>
<h2>Marcos chave do regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis</h2>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Data</th>
<th>Marco</th>
<th>Impacto nas empresas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>13 de junho de 2024</td>
<td>Publicação oficial do regulamento</td>
<td>Início do período de adaptação para cumprir os novos requisitos.</td>
</tr>
<tr>
<td>1 de janeiro de 2025</td>
<td>Entrada em vigor dos requisitos básicos</td>
<td>As empresas devem garantir que seus produtos atendam aos critérios de sustentabilidade estabelecidos.</td>
</tr>
<tr>
<td>1 de janeiro de 2027</td>
<td>Obrigatoriedade do passaporte digital de produto</td>
<td>As empresas devem integrar o passaporte digital de produto em todos os produtos relevantes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Um futuro mais sustentável para a Europa impulsionado pelo design ecológico</h2>
<p>Com a entrada em vigor do <strong>regulamento de design ecológico para produtos sustentáveis</strong>, a União Europeia reforça o seu compromisso com a proteção do meio ambiente e a promoção de uma economia mais sustentável e circular. Este regulamento é um passo crucial para um futuro onde os produtos não só atendem às necessidades dos consumidores, mas também contribuem ativamente para a preservação do planeta.</p>
<p>Para se manter sempre informado sobre as últimas normativas e regulamentações ambientais, como este novo regulamento, pode contar com <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/"><strong>EcoGestor Legislação</strong></a>, a sua ferramenta confiável para o acompanhamento e cumprimento da legislação vigente.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Gerir Não-Conformidades e Ações Corretivas com Sucesso em Sistemas ISO</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-e-acoes-corretivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 05:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=51830</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra como gerir não-conformidades e implementar ações corretivas eficazes em sistemas ISO. Garanta a conformidade e melhore os seus processos com este guia completo.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-e-acoes-corretivas/">Como Gerir Não-Conformidades e Ações Corretivas com Sucesso em Sistemas ISO</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gerir não-conformidades e ações corretivas é essencial para manter a integridade e a melhoria contínua de qualquer organização, especialmente dentro de sistemas de gestão certificados segundo as normas ISO. Neste guia, mostramos como gerir estas situações de forma eficaz, transformando-as em oportunidades de melhoria.</p>
<h2>O Que São Não-Conformidades?</h2>
<p>No contexto de sistemas certificados ISO, uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/"><strong>não-conformidade</strong></a> é o incumprimento de um requisito específico, que pode ser:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Externo</strong> (por exemplo, não conformidade com a legislação, normas ISO ou requisitos de fornecedores).</li>
<li><strong>Interno</strong> (por exemplo, não conformidade com procedimentos internos ou requisitos do sistema de gestão).</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Estes requisitos não cumpridos podem estar relacionados com:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Clientes</strong> (como especificações de encomendas, certificações ISO).</li>
<li><strong>Administração Pública</strong> (como legislação aplicável ou autorizações específicas).</li>
<li><strong>Outras partes interessadas</strong> (como trabalhadores, acionistas, fornecedores).</li>
<li><strong>A própria organização</strong> (como políticas internas ou procedimentos próprios).</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Transformando Não-Conformidades em Oportunidades de Melhoria</h2>
<p>Embora as não-conformidades sejam frequentemente vistas como falhas, devem ser encaradas como oportunidades de melhoria dentro de um processo de melhoria contínua. Ao abordar não-conformidades de forma proativa, as organizações podem melhorar processos, prevenir problemas futuros e aumentar a eficiência geral.</p>
<h2>Fontes Comuns de Não-Conformidades</h2>
<p>As não-conformidades podem surgir de várias fontes dentro de uma organização, incluindo:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Gestão interna de processos</strong> por qualquer pessoa responsável.</li>
<li><strong>Auditorias internas</strong> ou inspeções de controlo.</li>
<li><strong>Gestão de riscos e oportunidades</strong>.</li>
<li><strong>Auditorias de conformidade</strong> com requisitos legais e regulamentares.</li>
<li><strong>Reclamações e feedback dos clientes</strong>.</li>
<li><strong>Auditorias externas</strong> (frequentemente uma fonte principal de deteção de não-conformidades).</li>
<li><strong>Revisões pela direção</strong>.</li>
<li><strong>Controlo de qualidade dos produtos</strong>.</li>
<li><strong>Alertas de trabalhadores</strong>.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Tipos de Não-Conformidades</h2>
<p>As não-conformidades são frequentemente classificadas pela sua gravidade:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Não-Conformidade Grave</strong>: Uma violação significativa que compromete a integridade do sistema de gestão, como o não cumprimento de leis ou a repetição prolongada de não-conformidades menores.</li>
<li><strong>Não-Conformidade Menor</strong>: Um desvio que não afeta gravemente a eficiência ou integridade do sistema, como uma assinatura em falta num documento não crítico.</li>
<li><strong>Observação</strong>: Não é uma não-conformidade, mas uma área identificada como potencial para melhoria, como a simplificação de processos.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Não-Conformidades Reais vs. Potenciais</h2>
<ul>
<li><strong>Não-Conformidades Reais</strong>: São incumprimentos que estão a ocorrer e são suportados por evidências objetivas (ex: contentores de resíduos não rotulados conforme o procedimento do sistema de gestão ambiental).</li>
<li><strong>Não-Conformidades Potenciais</strong>: Situações que, se não forem corrigidas, podem levar a uma não-conformidade real (ex: ações observadas nos processos que podem resultar em não-conformidades futuras).</li>
</ul>
<h2>O Que São Ações Corretivas?</h2>
<p>Uma <strong>ação corretiva</strong> é uma medida tomada para eliminar a causa raiz de uma não-conformidade detectada, garantindo que não volte a ocorrer. Isto vai além de corrigir o problema imediato, focando-se na prevenção de futuras ocorrências.</p>
<h2>Passos para Gerir Não-Conformidades e Implementar Ações Corretivas</h2>
<ol>
<li><strong>Deteção</strong>: Identificar e documentar a não-conformidade, incluindo evidências, o requisito violado e outros detalhes relevantes.</li>
<li><strong>Análise de Efeitos</strong>: Avaliar o impacto da não-conformidade e tomar medidas imediatas para mitigar os efeitos adversos.</li>
<li><strong>Análise da Causa Raiz</strong>: Investigar e identificar as causas raiz utilizando metodologias como os diagramas de Ishikawa, análise de Pareto, ou a técnica dos 5 Porquês.</li>
<li><strong>Ação Corretiva</strong>: Definir e implementar ações corretivas para abordar as causas raiz, com responsabilidades claras e prazos definidos.</li>
<li><strong>Ações Preventivas</strong>: Estabelecer medidas para prevenir que potenciais não-conformidades ocorram.</li>
<li><strong>Acompanhamento</strong>: Monitorizar a implementação e eficácia das ações corretivas.</li>
<li><strong>Verificação e Encerramento</strong>: Verificar a eficácia das ações e encerrar formalmente a não-conformidade uma vez resolvida.</li>
</ol>
<h2>Documentação Eficaz de Não-Conformidades</h2>
<p>A documentação adequada é fundamental, especialmente em sistemas certificados ISO. As não-conformidades devem ser descritas de forma clara, suportadas por evidências sólidas e vinculadas a critérios ou requisitos específicos que foram violados.</p>
<h2>Avaliação da Magnitude das Não-Conformidades</h2>
<p>Avaliar a magnitude das não-conformidades considerando:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Probabilidade de Ocorrência</strong>: A frequência com que a não-conformidade pode ocorrer (ex: anualmente, mensalmente).</li>
<li><strong>Consequência</strong>: O impacto se a não-conformidade ocorrer (ex: negligenciável, reduzida, moderada, grave, catastrófica).</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Exemplos de Não-Conformidades por Norma ISO</h2>
<p><strong>Não-Conformidades ISO 14001</strong> (<em>Gestão Ambiental</em>):</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Contentores de resíduos não rotulados.</li>
<li>Avaliações de aspectos ambientais desatualizadas.</li>
<li>Falta de medição de emissões ou descargas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p><strong>Não-Conformidades ISO 9001</strong> (<em>Gestão da Qualidad</em>e):</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Defeitos de produto ou não conformidade com especificações do cliente.</li>
<li>Desvios de processos que afetam a qualidade ou prazos de entrega.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p><strong>Não-Conformidades ISO 45001</strong> (<em>Segurança e Saúde Ocupacional</em>):</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Falta de avaliações de risco ou controle de equipamentos de proteção.</li>
<li>Ausência de evidência de formação em segurança ou entrega de equipamentos de proteção.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Soluções Digitais para a Gestão de Não-Conformidades</h2>
<p>Considere utilizar ferramentas digitais como o <strong>Eurofins EcoGestor</strong> para simplificar a <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/">gestão de não-conformidades</a>. Estas plataformas podem automatizar tarefas como documentação, atribuição de responsabilidades e acompanhamento de ações corretivas, reduzindo a dependência de papelada e melhorando a eficiência geral.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-e-acoes-corretivas/">Como Gerir Não-Conformidades e Ações Corretivas com Sucesso em Sistemas ISO</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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			</item>
	</channel>
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