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	<title>Ana Vazquez, autor en Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<description>Eurofins Environment</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 10:31:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Ana Vazquez, autor en Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<item>
		<title>Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[laboratorio medioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A norma ISO 14001 exige a identificação de toda a legislação ambiental aplicável à empresa. Vamos explicar-lhe todos os detalhes.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/">Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 aria-level="2">Aspetos ambientais ISO 14001</h2>
<p>De acordo com a <strong>norma ISO 14001</strong>, toda a organização deve identificar os seus aspetos ambientais, tanto das suas atividades como dos seus produtos e serviços, e, em especial, aqueles aspetos ambientais sobre os quais possa exercer controlo. A identificação dos aspetos ambientais é o passo prévio para saber qual a legislação aplicável a uma organização e para cumprir a norma <strong>ISO 14001</strong>.</p>
<p>Definem-se como<strong> aspetos ambientais</strong> os elementos provenientes dos produtos ou serviços de uma empresa que interagem com o ambiente. Os aspetos ambientais no âmbito da norma ISO 14001 podem ser classificados, de forma geral, nas seguintes categorias:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Consumo de recursos</strong>: as organizações com um Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001 devem controlar as quantidades consumidas e a sua evolução, bem como procurar reduzir a quantidade necessária de material por unidade de produto ou utilizar opções de matérias-primas mais ecológicas.</li>
<li><strong>Emissões</strong>: fontes de emissão para a atmosfera, provenientes da combustão ou de outras atividades industriais geradoras de emissões.</li>
<li><strong>Derramamentos</strong>: nesta categoria são contemplados derramamentos descontrolados resultantes de acidentes e fugas, derramamentos sanitários, águas pluviais ou águas residuais provenientes dos processos industriais.</li>
<li><strong>Ruído e odores</strong>: outro dos aspetos ambientais que as organizações devem identificar e avaliar.<br />
Resíduos: abrange todos os resíduos gerados no processo produtivo, os resíduos gerados no processo, bem como o próprio produto uma vez terminada a sua vida útil. Além disso, é necessário distinguir entre resíduos perigosos e não perigosos.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2>Identificação dos requisitos legais em matéria de ambiente</h2>
<p>Após a identificação dos aspetos ambientais, que constitui o passo prévio, a organização deverá realizar uma avaliação periódica dos mesmos, com o objetivo de identificar aqueles que são significativos e que podem ter um maior impacto no ambiente. Além disso, a <strong>norma ISO 14001</strong> exige a identificação dos requisitos legais e de outros requisitos aplicáveis, de acordo com o ponto 4.3.2. Este ponto é fundamental para a implementação de uma <strong>certificação ISO 14001</strong>, uma vez que conhecer e cumprir a legislação ambiental, em especial aquela que afeta os aspetos ambientais da nossa organização, é imprescindível se quisermos avançar na melhoria contínua.</p>
<h3>Pontos importantes</h3>
<p><span data-ccp-props="{">A fim de cumprir o ponto 4.3.2 da norma ISO 14001 relativo aos requisitos legais, os passos a seguir são os seguintes:</span></p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="2" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Elaboração de um <strong>procedimento para identificar os requisitos legais</strong> aplicáveis à organização, no qual seja descrita em pormenor a metodologia a seguir para identificar todos os requisitos legais que afetam a nossa organização em matéria ambiental.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="2" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Dispor de um <strong>sistema que permita o acesso à legislação ambiental</strong> e a sua atualização (seja através da consulta de jornais oficiais, seja através da contratação de um serviço legislativo que forneça uma base de dados jurídica atualizada).</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="2" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Garantir que o nosso sistema inclua, além da legislação, os outros requisitos aos quais a organização adere voluntariamente.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="2" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Assegurar que os <strong>requisitos legais e outros requisitos</strong> a que a organização adere sejam considerados no estabelecimento, implementação e manutenção do nosso Sistema de Gestão Ambiental e verificar periodicamente o seu cumprimento.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2>Recomendações para cumprir os requisitos legais</h2>
<p>Além disso, para cumprir o ponto 4.3.2 da <strong>norma ISO 14001</strong>, recomenda-se:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Elaboração de uma <strong>lista atualizada</strong> com todas as disposições legais.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Elaboração de um resumo das <strong>obrigações</strong> decorrentes das disposições legais.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><strong>Anexar</strong> autorizações, licenças e outros documentos relacionados.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Isto é muito importante, pois, se uma organização não conhecer os requisitos ambientais que lhe dizem respeito, terá poucas hipóteses de os cumprir e muito menos de garantir uma melhoria contínua, de acordo com a norma <strong>ISO 14001</strong>.</p>
<h2 aria-level="2">Como conhecer a legislação aplicável para uma certificação ISO 14001?</h2>
<p>Para assegurar uma gestão adequada dos requisitos legais, não basta realizar um estudo pontual da legislação aplicável. A legislação ambiental está em constante mudança e atualização, pelo que é imprescindível garantir que o sistema escolhido para o fornecimento da legislação ambiental aplicável seja atualizado continuamente com as últimas alterações incorporadas.</p>
<p>Num <strong>Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a norma ISO 14001</strong>, é fundamental planear um sistema de acompanhamento e atualização da legislação com o objetivo de identificar alterações legais que afetem a organização. Tudo isto implica um esforço contínuo para se manter atualizado. Entre as fontes que podemos consultar para conhecer a legislação aplicável em matéria ambiental, destacam-se as seguintes:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Jornal Oficial da União Europeia.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Boletim Oficial do Estado: o BOE, com toda a legislação nacional publicada.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Boletins oficiais regionais (incluem regulamentos municipais).</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Boletins oficiais provinciais (incluem regulamentos municipais).</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Boletins de organismos oficiais: algumas entidades nacionais, regionais e locais publicam periodicamente boletins informativos com a legislação publicada.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Sites, blogs e fóruns de fontes não oficiais: embora possam ajudar a identificar alterações na legislação, é importante ter em conta que, por não serem fontes oficiais, será necessário verificar a informação por outros meios.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="7" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Serviços de atualização legislativa: para ter total confiança no cumprimento das normas da ISO 14001, a melhor opção é optar por uma ferramenta como o EcoGestor LEGISLACIÓN. Este tipo de ferramentas garante o cumprimento do ponto 4.3.2 da norma ISO 14001.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2 aria-level="2">Legislação de base na certificação ISO 14001</h2>
<p>A regulamentação que deve ser incluída no âmbito da <strong>norma ISO 14001</strong> é cada vez mais abrangente. As próprias entidades certificadoras vão alargando, dia após dia, o leque de normas que devemos ter em conta no âmbito de uma <strong>certificação ISO 14001</strong>. A título não exaustivo, enumeramos a seguir os temas que devemos considerar:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/es/obligaciones-generales-derivadas-de-la-ley-de-responsabilidad-medioambiental/">Responsabilidade ambiental</a></strong>: estabelece a responsabilidade dos operadores causadores de danos ambientais.</li>
<li>Normativas que regulam os procedimentos relativos a licenças ambientais, <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/autorizacion-ambiental-integrada-que-es"><strong>autorizações ambientais integradas</strong></a> e similares.</li>
<li>Legislação sobre <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/es/evaluacion-impacto-ambiental-eia/">impacto ambiental</a>.</strong></li>
<li>Legislação no domínio da atmosfera, incluindo legislação que incide sobre:<br />
&#8211; atividades potencialmente poluentes da atmosfera,<br />
&#8211; grandes instalações de combustão,<br />
&#8211; comércio de direitos de emissão,<br />
&#8211; emissão de gases com efeito de estufa,<br />
&#8211; legislação sobre a qualidade do ar e proteção da atmosfera.</li>
<li><strong>Águas e descargas</strong>. Tanto no que diz respeito às águas continentais como às águas marinhas, bem como toda a legislação regional em matéria de descargas para sistemas de saneamento.</li>
<li><strong>Ruído</strong>. Tanto a regulamentação municipal como a regional e estatal que regula os níveis sonoros máximos, como é o caso da Lei n.º 37/2003, de 17 de novembro, relativa ao Ruído, que regula os limites estabelecidos em matéria de poluição sonora.</li>
<li><strong>Resíduo</strong>s. Neste âmbito, destaca-se a Lei 7/2022, relativa aos resíduos e solos contaminados para uma economia circular, que regula a gestão dos resíduos, promovendo medidas que previnam a sua geração e atenuem os impactos adversos sobre a saúde humana e o ambiente associados à sua geração e gestão, melhorando a eficiência na utilização dos recursos. A um nível mais específico, devemos identificar as diferentes regulamentações que afetam diferentes tipos de resíduos, tais como embalagens e resíduos de embalagens, aparelhos elétricos, óleos usados, etc.</li>
<li><strong>Solos contaminados</strong>. Legislação que estabelece a lista de atividades potencialmente prejudiciais para o solo e os critérios e normas para a declaração de solos contaminados.</li>
<li><strong>Poupança e eficiência energética</strong>.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2 aria-level="2">Legislação relativa aos impactos ambientais</h2>
<p aria-level="2">No entanto, o âmbito de aplicação da <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/la-norma-iso-14001-sirve/"><strong>certificação ISO 14001</strong></a> é cada vez mais abrangente, incluindo também outras normas que afetam as principais instalações da organização e, indiretamente, também o ambiente. É o caso da legislação relativa à regulamentação das instalações e à segurança industrial, entre as quais se destacam:</p>
<p aria-level="2"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Instalações elétricas.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Aparelhos sob pressão.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Sistemas de proteção contra incêndios.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Instalações com risco de Legionella.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Armazenamento de produtos químicos.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Instalações térmicas em edifícios.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Instalações petrolíferas.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Instalações frigoríficas.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Transporte de mercadorias perigosas.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="12" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Substâncias e preparações perigosas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h3>Conclusões: muita legislação e muito mutável</h3>
<p>A conclusão final é que o âmbito da legislação a ter em conta para a <strong>certificação da norma ISO 14001</strong> é extremamente vasto e, além disso, está em constante e permanente atualização. Por isso, a melhor forma de garantir o cumprimento do ponto 4.3.2 da <strong>ISO 14001</strong> é dispor de um serviço jurídico, com assessoria especializada que nos garanta o fornecimento de toda esta normativa, resumida e adaptada às nossas necessidades, e com serviço de consultas jurídicas.</p>
<h2>Soluções simples para manter a legislação ambiental atualizada</h2>
<p>Se procura uma forma simples de se manter a par das atualizações da legislação aplicável e das obrigações legais para a manutenção de um Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a norma ISO 14001, o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor LEGISLAÇÃO</a> é um software desenvolvido pela Eurofins EcoGestor que permite às organizações ter toda a documentação e processos associados ao sistema numa plataforma online de fácil utilização, com aconselhamento personalizado por parte de consultores especializados em ambiente.</p>
<p>O EcoGestor LEGISLACIÓN inclui um módulo de auditoria para verificar de forma simples e intuitiva o grau de cumprimento das obrigações legais. Solicite já uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/#demolegislacion">DEMONSTRAÇÃO GRATUITA</a>.</p>
<p><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/#demolegislacion"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-57090" src="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1024x256.png" alt="EcoGestor legislaçao" width="1024" height="256" srcset="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1024x256.png 1024w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-300x75.png 300w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-150x38.png 150w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-768x192.png 768w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1536x384.png 1536w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1920x480.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/">Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância da caraterização dos processos biológicos nas ETAR</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/a-importancia-da-caraterizacao-dos-processos-biologicos-nas-etar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medio ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=51949</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dizemos-lhe como é e qual a importância da caraterização do processo biológico nas ETARs.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/a-importancia-da-caraterizacao-dos-processos-biologicos-nas-etar/">A importância da caraterização dos processos biológicos nas ETAR</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wy basic-section">
<p>A otimização do consumo de energia e o desempenho do processo de tratamento são os principais desafios enfrentados pelas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR). Hoje falamos sobre a importância da caraterização dos processos biológicos nas ETARs.</p>
<h2>Fase biológica nas ETAR e norma de qualidade</h2>
<p>A obtenção de água com os <strong>padrões de qualidade adequados nas ETAR</strong> é um processo complexo. Tem muitas variáveis diferentes que podem afetar os seus custos e desempenho global. A otimização do consumo energético e do desempenho do processo de tratamento são os principais desafios das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETARs). A Eurofins tem a experiência e os meios necessários para atingir ambos os objectivos com um elevado grau de fiabilidade na fase mais crítica do processo: o sistema biológico.</p>
<p>Em grande parte destes tipos de instalações, o consumo de energia é a despesa mais relevante e é na fase biológica que tem maior impacto. Da mesma forma, devido à complexidade do sistema, com múltiplas e diversas reacções biológicas e fenómenos físico-químicos associados, a fase biológica é crítica para o desempenho global do sistema de tratamento. Por estas razões, ao considerar a introdução de melhorias, é de vital importância ter um conhecimento profundo e exaustivo da fase biológica de uma ETAR.</p>
<h2>Caraterísticas dos sistemas biológicos nas ETAR</h2>
<p>Cada sistema biológico tem caraterísticas muito específicas, que dependem, entre outros aspectos, da natureza e caraterísticas da biomassa, do tipo de águas residuais a tratar e da mecânica de fluidos do sistema. A obtenção de dados reais e experimentais da fase biológica é, portanto, de grande importância, uma vez que os valores dos parâmetros mais críticos variam muito de um sistema para outro e podem levar a erros ao considerar melhorias no processo se não forem adequadamente determinados.</p>
<h2>Caracterização da fase biológica nas ETAR</h2>
<p>A Eurofins possui pessoal especializado e os equipamentos e metodologias necessários para obter os dados e parâmetros necessários para a caraterização correta e mais completa do processo biológico nas ETARs, que incluem:</p>
<h3><strong>Respirometria</strong></h3>
<p>Existe uma variedade de técnicas respirométricas que permitem obter parâmetros cinéticos e estequiométricos da biomassa presente no reator biológico, bem como a caraterização e o fracionamento da carga de entrada no processo, combinando-os com análises físico-químicas. O conhecimento destes parâmetros e fraccionamentos é muito útil para a modelização e</p>
<p>conceção das fases biológicas. As técnicas respirométricas permitem também a medição das taxas de consumo de oxigénio no sistema, o que é útil para otimizar o fornecimento de ar. Além disso, as técnicas respirométricas podem ser utilizadas para estudar outros problemas nos processos de lamas activadas. Por exemplo, a presença de toxicidade na carga de entrada do processo, a formação de volume e de espuma, etc.</p>
<h3><strong>Análises físico-químicas e microbiológicas</strong></h3>
<p>O Laboratório de Testes de Controlo Ambiental da Eurofins está acreditado numa vasta gama de parâmetros físico-químicos e microbiológicos. Isto permite uma caraterização completa das águas residuais, tanto brutas como tratadas.</p>
<h3><strong>Recolha contínua de dados</strong></h3>
<p>É de vital importância, uma vez que permite observar a evolução temporal dos parâmetros de interesse. <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/eurofins-control-ambiental-pt/">Eurofins Control Ambiental</a> dispõe de equipamento adequado para a recolha contínua de dados sobre os principais parâmetros dos reactores biológicos. Estes parâmetros são oxigénio, amónio, nitratos, potencial redox, etc.).</p>
<p>Só através da combinação das informações obtidas com os meios acima referidos é possível obter uma caraterização completa e específica do processo biológico. Esta é também a única forma de avaliar de forma fiável a implementação de melhorias. Isto inclui a implementação de medidas para otimizar o processo e o consumo de energia ou para resolver problemas.</p>
</div>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/a-importancia-da-caraterizacao-dos-processos-biologicos-nas-etar/">A importância da caraterização dos processos biológicos nas ETAR</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é o HACCP?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/o-que-e-o-haccp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 07:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=48345</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sistema HACCP garante um sistema de gestão da segurança alimentar baseado no controlo dos pontos críticos.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/o-que-e-o-haccp/">O que é o HACCP?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (<strong>HACCP</strong>) é um sistema de segurança alimentar baseado na identificação de todos os perigos potenciais nos ingredientes e nos vários processos de produção alimentar. O objetivo é tomar as medidas necessárias para evitar possíveis riscos de contaminação e, assim, garantir a segurança alimentar.</p>
<h2><strong>Origens do HACCP</strong></h2>
<p>Este sistema surgiu como consequência da globalização e da necessidade de estabelecer cada vez mais requisitos para o consumo de alimentos. Em 1959, a NASA quis adotar um programa para garantir a segurança dos alimentos consumidos pelos astronautas no espaço e foi a empresa Pillsbury que introduziu este sistema de controlo para dar essas garantias.</p>
<p>Em 1993, a Comissão do <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.fao.org/fao-who-codexalimentarius/home/es/">Codex Alimentarius</a></strong></span> adoptou directrizes para a implementação do HACCP e, em 2005, foi publicada a norma ISO 22000, que estabelece um Sistema de Gestão da Segurança Alimentar baseado na ISO 9001 e no HACCP.</p>
<h2><strong>Aplicação</strong></h2>
<p>O HACCP é um sistema que aborda a segurança alimentar de um ponto de vista holístico, uma vez que identifica, analisa e controla os perigos físicos, químicos e biológicos nas matérias-primas, nas diferentes fases do processo de produção e na distribuição do produto.</p>
<p>Este sistema de gestão foi concebido para ser implementado em qualquer área da indústria alimentar, desde o cultivo e a colheita, passando pela transformação, processamento e distribuição dos alimentos para consumo.</p>
<h2><strong>Qual é a sua importância?</strong></h2>
<p>O sistema HACCP, para além de garantir um sistema de gestão da segurança alimentar baseado no controlo dos pontos críticos, contribui também para uma utilização mais eficiente dos recursos e uma resposta mais atempada na aplicação das medidas de segurança alimentar:</p>
<ul>
<li>Dá aos consumidores confiança na higiene dos alimentos.</li>
<li>Determina os perigos que podem afetar a segurança dos produtos.</li>
<li>Aumenta a competitividade entre as organizações do sector alimentar.</li>
<li>Introduz a utilização de novos produtos e tecnologias.</li>
<li>Promove o cumprimento dos requisitos.</li>
</ul>
<h2><strong>Como implementar um plano HACCP</strong></h2>
<p>Ao implementar um plano HACCP, podemos estabelecer duas fases:</p>
<h3><strong>Primeira fase</strong></h3>
<ul>
<li>Formação da equipa HACCP com um grupo multidisciplinar dirigido por um chefe de equipa especialista no sistema de produtos, bem como por peritos conscientes dos perigos e riscos.</li>
<li>Descrição do produto (composição, estrutura, condições de transformação, embalagem, armazenagem, distribuição, prazo de validade e instruções de utilização).</li>
<li>Identificação da sua utilização prevista, ou seja, deve ser determinada a utilização prevista do produto pelo consumidor final.</li>
<li>Descrição do processo e conceção do fluxograma que estabelece o estudo HACCP.</li>
<li>Confirmação do fluxograma de todas as etapas e correção, se necessário.</li>
</ul>
<h3><strong>Segunda fase</strong></h3>
<p>Esta segunda fase também coincide com os 7 princípios do HACCP:</p>
<p><strong>Princípio 1</strong>: Enumerar cada um dos perigos potenciais associados a cada fase do processo até ao consumo final. Analisar estes perigos e determinar as ações que podem ser tomadas para os controlar, reduzir ou eliminar.<br />
<strong>Princípio 2</strong>: Determinar os pontos de controlo críticos (PCC).<br />
<strong>Princípio 3</strong>. Estabelecer limites críticos para cada PPC. Pode acontecer que seja estabelecido mais do que um limite crítico para uma determinada fase.<br />
<strong>Princípio 4</strong>: Estabelecer um sistema de monitorização para cada PQS. As informações obtidas devem ser avaliadas por uma pessoa qualificada para a tomada de medidas corretivas.<br />
<strong>Princípio 5</strong>: Estabelecer ações corretivas para os desvios que ocorram. Estas ações devem garantir que a PCP está sob controlo.</p>
<p><strong>Princípio 6</strong>: Estabelecer processos de verificação para verificar se o sistema está a funcionar corretamente:</p>
<ul>
<li>Revisão do HACPP e dos seus registos</li>
<li>Exame dos desvios e do destino dos produtos</li>
<li>Operações para determinar se os PPC estão sob controlo</li>
<li>Validação dos limites críticos estabelecidos</li>
</ul>
<p><strong>Princípio 7: Manter registos e documentação adequados.</strong></p>
<h2><strong>Relação entre a ISO 22000 e o HACCP</strong></h2>
<p>Desde 2005, a ISO 22000 é a norma para a segurança alimentar e baseia-se nas diretrizes da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo (HACCP), de acordo com o Codex Alimentarius e os princípios de gestão da ISO 9001. A ISO 22000 é uma norma globalmente aceite e constitui a base de um certificado de segurança alimentar. Aplica-se principalmente a empresas envolvidas numa ou mais partes da cadeia de abastecimento alimentar: produtores de alimentos para animais, agricultores, criadores de gado, produtores de matérias-primas para utilização alimentar, etc.</p>
<p>Inclui também outras organizações que estão indiretamente envolvidas na cadeia alimentar, tais como fornecedores de equipamento, agentes de limpeza, material de embalagem, bem como produtores de qualquer outro material que entre em contacto com os alimentos.</p>
<p>Com a ferramenta <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor Legislación</a></strong></span> desenvolvida pela <span style="color: #ff9900;"><strong><a style="color: #ff9900;" href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-pt/">Eurofins EcoGestor</a></strong></span> terá acesso à base de dados atualizada da legislação alimentar. O cumprimento de regulamentos rigorosos de segurança alimentar é essencial para as empresas que manipulam, produzem ou lidam com alimentos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contaminação do solo: causas e soluções</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/contaminacao-solo-causas-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 08:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medio ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47906</guid>

					<description><![CDATA[<p>A atividade industrial é a principal causa da poluição do solo, mas não é a única. Neste artigo, apresentamos-lhe as principais causas, consequências e soluções para a poluição do solo, um dos problemas ambientais que afecta uma grande parte do mundo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de <strong>contaminação do solo</strong> surge de incidentes muito específicos em zonas urbanas de países industrializados. Alguns exemplos são:</p>
<ul>
<li>Love Channel, nos EUA. Uma urbanização construída sobre solos contaminados em Love Channel causa problemas de pele às crianças que lá brincam e os fumos tóxicos entram nas caves das casas.</li>
<li>Lekkerkerk, nos Países Baixos. O enchimento de valas com resíduos municipais e industriais e a subsequente construção de habitações dão origem a problemas como a contaminação do abastecimento de água, para além de afectarem diretamente as pessoas que aí vivem.</li>
<li>Wandsworth em Inglaterra. Uma zona de novo desenvolvimento industrial em Inglaterra sofre uma deterioração significativa das suas estruturas físicas devido aos gases produzidos pelas matérias voláteis depositadas no aterro em que foi construída.</li>
</ul>
<h2>O que é a contaminação do solo?</h2>
<p>De acordo com a <strong>Lei n.º 7/2022, de 8 de abril, relativa aos Resíduos e Solos Contaminados para uma Economia Circular</strong>, entende-se por <strong>solo contaminado</strong> aquele cujas características tenham sido negativamente alteradas pela presença de componentes químicos perigosos provenientes da atividade humana, em concentração tal que represente um risco inaceitável para a saúde humana ou para o ambiente, de acordo com critérios e normas a determinar pelo Governo.</p>
<h2>A contaminação do solo é generalizada</h2>
<p>A Agência Europeia do Ambiente estimou, em 1999, o número de zonas ou áreas contaminadas na Europa Ocidental entre 300 000 e 1 500 000. Esta diferença deve-se à heterogeneidade de critérios utilizados nos diferentes países para definir os solos contaminados, quantificar os riscos aceitáveis e adotar metodologias de caraterização.</p>
<p>Atualmente, em Espanha, a opinião pública começa a tomar consciência dos problemas associados à contaminação dos solos.</p>
<h2>Quais são as principais causas da contaminação do solo?</h2>
<p>Nos países industrializados, a <strong>contaminação do solo</strong> não pode ser atribuída a uma única causa, mas é uma consequência de actividades de todos os tipos:</p>
<p>A atividade industrial é a principal causa de <strong>contaminação do solo</strong>:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Descarga de resíduos sem controlo adequado.</li>
<li>Fugas de tanques e tubagens enterradas.</li>
<li>Práticas de operações industriais (armazenamento de produtos, matérias-primas, manuseamento de materiais auxiliares, etc.) em pavimentos mal protegidos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Embora seja verdade que a atividade industrial é a <strong>principal causa da poluição do solo</strong>, não é a única. As atividades com maior potencial de poluição do solo são:</p>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="17" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Uso industrial do solo, aquele que tem como objetivo principal servir para o desenvolvimento de atividades industriais, excluindo as atividades agrícolas e pecuárias.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="17" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Atividades potencialmente poluidoras do solo: as atividades industriais ou comerciais que, através do manuseamento de substâncias perigosas ou da produção de resíduos, podem poluir o solo.</li>
</ul>
<h2>Solos contaminados</h2>
<p>O Governo publicou em 2015 uma <strong>proposta de lei de solos</strong> que prevê estabelecer um novo regime jurídico de prevenção da contaminação e remediação de solos. A citada proposta de lei de solos estabelece uma série de atividades, no seu anexo I, que devem se submeter a uma avaliação da qualidade do solo, segundo um procedimento escalonado. Todas deverão se submeter a uma avaliação preliminar, que consiste na recolha de informação histórica e atual sobre o uso do solo e as substâncias potencialmente poluentes utilizadas. Se esta avaliação indicar a possibilidade de contaminação, deverá ser realizada uma avaliação confirmatória, que implica a realização de amostragens e análises do solo e das águas subterrâneas.</p>
<p>A declaração de um <strong>solo como contaminado</strong> implicará a realização das ações necessárias para a sua descontaminação e recuperação, na forma e nos prazos determinados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), devendo ter o conteúdo mínimo indicado no artigo 18.º da proposta de lei.</p>
<p>De acordo com a informação contida nas avaliações, a APA declarará um <strong>solo como contaminado</strong> para os usos correspondentes, de acordo com os critérios legais. Esta avaliação será feita tendo em conta a proteção do ambiente e da saúde humana.</p>
<p>Para avaliar um <strong>solo como contaminado</strong>, são utilizados <strong>Valores de Referência Genéricos</strong>, que indicam a concentração de uma<strong> substância contaminante no solo </strong>que não implica um risco acima do máximo aceitável para o ambiente ou para a saúde humana, calculados de acordo com os critérios do anexo III da proposta de lei.</p>
<h2>Soluções para a contaminação do solo</h2>
<p>A melhor <strong>solução para a contaminação do solo</strong> é a prevenção. Uma forma de prevenir a <strong>contaminação do solo</strong> é a boa conceção das instalações e as boas práticas ambientais, tais como:</p>
<ul>
<li>Eliminação correta dos produtos e armazenamento das substâncias poluentes.</li>
<li>Armazenamento dos produtos em zonas do edifício protegidas da chuva.</li>
<li>Proteção de todos os tanques e reservatórios com bacias de retenção.</li>
<li>Sistemas de deteção de fugas para tanques e reservatórios.</li>
<li>Utilização de produtos sólidos e em pó em vez de soluções aquosas.</li>
<li>Pavimentação e impermeabilização de superfícies e redireccionamento das águas para instalações de tratamento.</li>
<li>Não armazenar os resíduos ao ar livre.</li>
<li>Evitar as operações de carga e descarga ao ar livre.</li>
<li>Efetuar todas as operações protegidas por baldes de retenção de fugas.</li>
<li>Proteger as instalações com sistemas de proteção contra a corrosão.</li>
<li>Não reutilizar os bidões e contentores para produtos diferentes sem uma limpeza prévia.</li>
<li>Limpar e recolher imediatamente qualquer derrame ou fuga.</li>
<li>Dispor de instruções escritas sobre as operações de armazenamento e transferência de líquidos.</li>
<li>Dispor de redes de controlo dos vapores do solo.</li>
<li>Controlo fiável e frequente da armazenagem de produtos susceptíveis de contaminar o solo.</li>
<li>Ter um procedimento para lidar com fugas e derrames.</li>
<li>Em zonas de agricultura e/ou pecuária intensiva:
<ul>
<li>Têm uma contaminação difusa, sem pontos de descarga específicos, e não são muito previsíveis. O seu tratamento ou prevenção é menos eficaz.</li>
<li>Esta poluição contribui para a eutrofização.</li>
<li>Os problemas de nitrificação aumentam e a situação é agravada se a irrigação for efectuada com águas subterrâneas.</li>
<li>Poluição por fertilizantes, produtos fitossanitários agrícolas e matéria orgânica das explorações agrícolas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2>Como recuperar solos contaminados em Portugal?</h2>
<p>A contaminação do solo é um problema ambiental que afeta a saúde humana e os ecossistemas. A futura lei de solos estabelece um processo de avaliação da qualidade do solo, baseado em três etapas: a avaliação preliminar, a avaliação exploratória e a avaliação detalhada.</p>
<p>Dependendo dos resultados obtidos, o operador pode ter que realizar um projeto de remediação do solo, que deve respeitar os princípios e objetivos definidos na lei. O projeto de remediação do solo é submetido à apreciação das entidades competentes, que podem solicitar informações complementares ou a sua reformulação. O operador é responsável pela execução e monitorização da remediação, até obter um certificado da qualidade do solo.</p>
<h2 aria-level="1"><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:480,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}">Consequências da contaminação do solo: Como é que a contaminação do solo afeta o solo?</span></h2>
<p>A contaminação do solo pode afetar tanto a saúde humana como os ecossistemas. Um dos efeitos mais importantes da <strong>contaminação do solo</strong> é a contaminação das águas subterrâneas.</p>
<p>Em caso de afetação da água subterrânea e ou superficial adjacente a um solo contaminado, aplica-se a este compartimento ambiental o disposto na legislação em vigor em matéria de recursos hídricos.</p>
<p>Outros <strong>efeitos da contaminação do solo</strong> incluem:</p>
<ul>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Poluição das águas superficiais.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Contaminação dos sedimentos fluviais.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Evaporação de compostos voláteis.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Poluição do ar interior em habitações.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Utilização de água contaminada para abastecimento de água.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Utilização recreativa de águas superficiais poluídas.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Riscos em movimentação de terras.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Contaminação de produtos hortícolas e animais de criação devido à utilização de águas subterrâneas contaminadas.</li>
<li data-leveltext="-" data-font="Arial Narrow" data-listid="18" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="10" data-aria-level="1">Limitações à utilização dos solos.</li>
</ul>
<h2 aria-level="1">Inspeção do solo acreditada</h2>
<p>O regime jurídico da avaliação da qualidade do solo e sua remediação em Portugal estabelece que os planos de amostragem e de monitorização visam identificar, quantificar e delimitar os contaminantes presentes no solo e no ar intersticial, bem como aferir a eficácia da remediação;</p>
<p>Os valores de referência a utilizar são os constantes do anexo II do decreto-lei, podendo também ser usados o estado inicial, os valores de fundo naturais ou valores internacionalmente reconhecidos, desde que fundamentados e aceites pela APA, I.P..</p>
<p>A análise química das amostras recolhidas deve ser efetuada, preferencialmente, em laboratórios acreditados para o efeito.</p>
<p>A <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:276}"> </span><b><span data-contrast="none">EUROFINS Control Ambiental</span></b> está acreditada como <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/solos/">entidade inspetora</a></strong> e como <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/laboratorio-ambiental-pt/"><strong>laboratório de análises</strong></a> para a inspeção e análise de solos e águas subterrâneas associadas.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a norma UNE EN ISO 14064? Medir a pegada ecológica da sua organização</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/une-en-iso-14064/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 04:17:56 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=50763</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é a norma UNE EN ISO 14064 para medir a pegada de carbono de uma organização. Contamos-lhe todos os pormenores.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de dezembro de 2021 e após um período de adaptação de 3 anos, a norma <strong>UNE EN ISO 14064 -1</strong>, na sua versão de 2012, foi anulada pela nova norma <strong>UNE EN ISO 14064 -1:2019</strong>, sendo a versão de 2019 a única em vigor a partir de janeiro de 2022. Isto significa, portanto, que as empresas verificadoras só efectuarão a verificação do cálculo da Pegada de Carbono com base na norma <strong>UNE EN ISO 14064 -1:2019</strong> a partir de janeiro de 2022.</p>
<p>Neste artigo dizemos-lhe o que é a norma <strong>UNE EN ISO 14064</strong>, como é aplicada para calcular a pegada de uma organização e quais são as principais diferenças da nova versão <strong>ISO 14064:2019</strong> em relação à anterior de 2012.</p>
<p>O cálculo da Pegada de Carbono de uma organização é um indicador de impacto ambiental que fornece informações sobre o total de emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa) envolvidas nos fluxos de atividade de uma entidade durante um período de um ano, com um resultado expresso em toneladas de CO2 equivalente.</p>
<h2>O que é a ISO 14064</h2>
<p>A <strong>ISO 14064</strong> é uma norma internacional que estabelece a base para a acreditação e garantia dos cálculos efectuados para a comunicação dos Gases com Efeito de Estufa (GEE) das organizações. O desenvolvimento da ISO 14064 na sua primeira versão foi concluído em 2006, graças aos contributos de mais de 175 peritos de 45 países. Foram necessários quatro anos para o seu desenvolvimento completo, trabalho levado a cabo pela Organização Internacional de Normalização, que organizou um comité técnico (ISO/TC 207, Gestão ambiental) para a preparação desta norma.</p>
<p>A ISO 14064 foi criada com o objetivo principal de conferir veracidade, transparência e credibilidade aos relatórios de emissões de gases com efeito de estufa de uma organização. Desta forma, garante um quadro normalizado para a determinação dos inventários de gases com efeito de estufa e ajuda os governos e as organizações a disporem de uma ferramenta objetiva e verificável para quantificar e comunicar as emissões de gases com efeito de estufa e calcular a pegada de carbono.</p>
<p>A ISO 14064 não é certificável, mas é verificável, o que permite garantir, através de uma empresa acreditada e independente, que a declaração feita relativamente às emissões de gases com efeito de estufa, através do relatório de emissões produzido, é completa, consistente e transparente.</p>
<p>Hoje, no caminho para uma sociedade mais sustentável e verde, o cálculo da pegada de carbono de uma organização com base na norma ISO 14064 é um dos indicadores ambientais mais interessantes e importantes para as organizações afectadas pelas emissões de gases com efeito de estufa, permitindo-lhes identificar e melhorar os seus impactos ambientais.</p>
<h2>Estrutura da ISO 14064</h2>
<p>A <strong>ISO 14064</strong> é composta por três partes:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ></div></div><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			
		</div>
<ul>
<li><em>Parte 1: Especificação com orientações, a nível da organização, para a quantificação e comunicação das emissões e remoções de gases com efeito de estufa.</em></li>
<li><em>Parte 2: Especificação com orientações, a nível de projeto, para a quantificação, monitorização e comunicação de reduções de emissões de gases com efeito de estufa ou aumentos de remoções.</em></li>
<li><em>Parte 3: Especificação com orientações para a validação e verificação das declarações de gases com efeito de estufa.</em></li>
</ul>
<p>Ao nível do cálculo da pegada de carbono organizacional, a parte da <strong>ISO 14064</strong> que especifica os princípios e requisitos para a conceção, desenvolvimento e gestão de inventários de gases com efeito de estufa para organizações e para a comunicação desses inventários é a parte 1, incluindo:</p>
<ul>
<li>requisitos para a determinação dos limites de emissão de GEE</li>
<li>requisitos para a quantificação das emissões de GEE</li>
<li>identificar acções específicas da empresa para melhorar a gestão dos GEE.</li>
<li>requisitos e orientações para a gestão da qualidade do inventário, dos relatórios e da auditoria interna</li>
<li>responsabilidades da organização nas actividades de verificação.</li>
</ul>
<h2>Norma ISO 14064 -1: passo a passo</h2>
<p>Em resumo, a aplicação da norma <strong>ISO 14064</strong> -1 baseia-se nos seguintes passos. No entanto, se quiser saber mais sobre o assunto, recomendamos-lhe que leia este artigo sobre <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/como-calcular-la-huella-carbono/">como calcular a pegada de carbono</a>.</p>
<h3>Definição de limites</h3>
<p>É necessário definir os limites a aplicar no cálculo a partir de duas perspectivas:</p>
<ul>
<li>Limites <strong>organizacionais</strong></li>
<li>Limites <strong>operacionais</strong></li>
</ul>
<p>Quanto aos organizacionais, dado que as organizações podem ser compostas por uma ou mais instalações, podem ser estabelecidas duas abordagens:</p>
<ul>
<li>Abordagem de<strong> controlo</strong>. Quando a organização comunica emissões sobre as quais tem controlo operacional ou financeiro.<br />
Abordagem de <strong>participação</strong>. Quando a % de emissões equivalente à % de participação da organização é contabilizada como sua.</li>
</ul>
<p>Em termos de limites operacionais, a norma <strong>ISO 14064</strong> classifica as emissões directas em 5 categorias e as emissões indirectas em 5 categorias, que se dividem ainda em 5 subcategorias:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td width="325"><strong>EMISSÕES DIRECTAS</strong></td>
<td width="325"><strong>EMISSÕES INDIRECTAS</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="325">Por combustão estacionária: cogerações, caldeiras a gás e a óleo, etc.</td>
<td width="325">Através de energia importada: por exemplo, eletricidade.</td>
</tr>
<tr>
<td width="325">Por combustão móvel: parque automóvel e transportes, etc.</td>
<td width="325">Para o transporte de pessoas e de mercadorias, para todos os tipos de transporte (rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo).</td>
</tr>
<tr>
<td width="325">Emissões e remoções directas de processos industriais: produção de cimento, etc.</td>
<td width="325">Por produtos utilizados pela organização: por exemplo, as emissões de GEE necessárias para produzir as matérias-primas utilizadas pela empresa.</td>
</tr>
<tr>
<td width="325">Emissões fugitivas directas da libertação de GEE em sistemas antropogénicos: gases refrigerantes, etc.</td>
<td width="325">Associadas à utilização dos produtos da organização: por exemplo, emissões de GEE devidas à eletricidade ou aos combustíveis consumidos pelos produtos que vendemos (um aparelho, um veículo, etc.), durante a fase de utilização pelos clientes.</td>
</tr>
<tr>
<td width="325">Emissões e remoções directas do uso do solo, da alteração do uso do solo e da silvicultura.</td>
<td width="325">De outras fontes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Seleção do ano de referência</h2>
<p>Dado que o objetivo da norma <strong>UNE-ISO 14064</strong> -1 é analisar a evolução das emissões ao longo de uma série temporal, é necessário estabelecer o primeiro ano desta série para ser considerado como o ano de referência.</p>
<p>O ano base pode ser um ano físico ou uma média de um período de tempo mais longo.</p>
<h2>Identificação das emissões</h2>
<p>Nesta fase do cálculo, de acordo com a norma <strong>ISO 14064</strong>-1, devemos identificar as fontes de emissões a considerar no cálculo, tanto para as emissões directas como para as indirectas.</p>
<h2>Quantificação das emissões</h2>
<p>Após a identificação, seguindo a norma <strong>ISO 14604</strong>-1, devemos passar à quantificação das emissões. Para tal, será necessário recorrer a uma das muitas metodologias de cálculo existentes, embora a fórmula seguinte seja a mais utilizada:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Pegada de carbono=Dados da atividade x Fator de emissão</em></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>Os dados da <strong>atividade</strong> são o parâmetro que define o grau ou nível da atividade que gera as emissões de GEE.<br />
O fator de <strong>emissão</strong> é a quantidade de GEE emitida por unidade do parâmetro de dados da atividade. Estes factores variam consoante a atividade em causa.</li>
</ul>
<h2>O que há de novo na nova UNE EN ISO 14064 -1 em 2019?</h2>
<p>Esta nova norma <strong>ISO 14064</strong>, publicada em outubro de 2019, introduz alterações importantes em relação à antiga norma <strong>ISO 14064</strong> na sua versão de 2012. Algumas das alterações mais relevantes estão listadas abaixo:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ></div></div><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			
		</div>
<ul>
<li>Foi introduzida uma nova abordagem para a comunicação de limites, tornando necessário calcular todas as emissões indirectas significativas, incluindo as do antigo âmbito 3 da versão de 2012 da <strong>ISO 14064</strong>. Deve ser estabelecido um mecanismo para as identificar e justificar.<br />
Os conceitos de Âmbito 1, 2 e 3 da norma de 2012 são eliminados e é introduzida a categorização das emissões directas em 5 categorias e das emissões indirectas em 5 categorias, que são ainda divididas em 5 subcategorias.</li>
</ul>
<p>A este respeito, a nova norma <strong>ISO 14064</strong>, na atual versão de 2019, também refere que as emissões indirectas significativas devem ser identificadas e documentadas separadamente pela organização ao nível da instalação. Na prática, isto significa que todas as emissões indirectas devem ser quantificadas, uma vez que devem ser calculadas para justificar a sua importância.</p>
<h2>Organizações com cálculo da Pegada de Carbono = Organizações mais exigentes</h2>
<p>Em conclusão, a nova norma<strong> ISO 14064</strong> de 2019 torna o Cálculo da Pegada de Carbono de uma organização mais exigente, uma vez que é necessário ter uma metodologia específica para avaliar quais as emissões indirectas que são significativas, estabelecendo critérios gerais para determinar e justificar a sua significância; esta é uma decisão importante, uma vez que todas elas devem ser avaliadas nos seus inventários.</p>
<p>Ao efetuar esta avaliação do significado, a organização deve ponderar os critérios da magnitude estimada das emissões em função da exatidão e do custo da obtenção desses dados. Quaisquer exclusões feitas para emissões indirectas, anteriormente incluídas no âmbito 3, devem ser justificadas quando apropriado.</p>
<p>Da mesma forma, para avaliar a importância das emissões indirectas, devem ser considerados os requisitos de qualidade dos dados do inventário da nova norma <strong>UNE EN ISO 14064-1:2019</strong>.</p>
<h2>Confie no melhor para o cálculo da pegada de carbono</h2>
<p>Dado que muitas das organizações que consideram calcular a sua pegada de carbono o fazem com o objetivo de a registar num dos registos criados para o efeito (estatal ou regional), a <strong>Eurofins Control Ambiental</strong> propõe que o cálculo se baseie no <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/ghg-protocol/">GHG Protocol</a> como alternativa à norma <strong>UNE EN ISO 14064 -1: 2019</strong> para as organizações que desejem registar o seu cálculo no registo MITERD ou que desejem realizar o cálculo com um objetivo interno, já que esta norma permite o cálculo da Pegada de Carbono considerando a catalogação entre os âmbitos 1, 2 e 3, tal como permite a norma de 2012.</p>
<p>A <strong>Eurofins Control Ambiental</strong> sugere que apenas as organizações que tenham efectuado o cálculo com base na antiga norma de 2012 durante vários anos, e que tenham experiência neste tipo de cálculo, devem efetuar o mesmo cálculo com base na norma de 2019.</p>
<p>Se já calculou a sua pegada ecológica, recomendamos que leia este artigo sobre <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/como-reducir-la-huella-de-carbono/">dicas para reduzir a sua pegada ecológica</a>.</p>
<p>E se ainda não tiver feito o cálculo, contacte-nos. Na Eurofins Environmental Control, dispomos de um departamento de consultoria especializado em todos os tipos de ferramentas de sustentabilidade. Pode contactar-nos utilizando o seguinte <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/eurofins-control-ambiental-pt/"><strong>formulário</strong></a>.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/une-en-iso-14064/">O que é a norma UNE EN ISO 14064? Medir a pegada ecológica da sua organização</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais são os diferentes tipos de manutenção numa empresa?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/quais-sao-os-diferentes-tipos-de-manutencao-numa-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 07:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GMAO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=48495</guid>

					<description><![CDATA[<p>No sector industrial, o estado das instalações e dos equipamentos de trabalho é fundamental, não só para manter a produção a um ritmo estável, mas também para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores. Neste post vamos resumir, de uma forma muito esquemática, as classificações mais comuns nos tipos de manutenção.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No sector industrial, o estado das instalações e dos equipamentos de trabalho é fundamental, não só para manter a produção a um ritmo estável, mas também para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores. Neste post vamos resumir, de uma forma muito esquemática, as classificações mais comuns nos tipos de manutenção.</p>
<h2><strong>Tipos de manutenção industrial</strong></h2>
<h3>1. Relacionadas com a tarefa</h3>
<p>Em função dos trabalhos a efetuar, podem distinguir-se três tipos de manutenção: preventiva, corretiva e preditiva.</p>
<h4><strong>Preventivo</strong></h4>
<p>Tarefas de manutenção destinadas a reduzir os riscos. Estas tarefas previnem falhas, erros ou avarias no funcionamento de equipamentos e ferramentas, conforme ditado pelo plano de manutenção para cada caso.</p>
<h4><strong>Corretiva</strong></h4>
<p>Como o nome sugere, consiste em reparar a avaria depois de esta ter ocorrido. O tempo de reparação e o tempo de paragem da produção representam um custo financeiro para a empresa, pelo que é aconselhável que a empresa gaste recursos no desenvolvimento de um plano de manutenção para evitar este tipo de ação corretiva.</p>
<h4><strong>Preditivo</strong></h4>
<p>A recolha e interpretação de dados estatísticos permite a muitas empresas implementar uma estratégia de manutenção preditiva das suas instalações e equipamentos. Se o serviço de manutenção industrial detetar valores anómalos, procede a uma revisão ou substituição de um componente antes de ocorrer uma avaria.</p>
<h3>2. De acordo com a qualificação</h3>
<p>A maioria das indústrias tem o seu próprio departamento de manutenção que segue um plano para a revisão de todos os activos. Embora algumas tarefas sejam normalmente executadas no dia a dia pelo pessoal interno, noutras ocasiões é necessário recorrer a empresas externas. Por este motivo, podem distinguir-se dois tipos de manutenção industrial:</p>
<h4><strong>Manutenção interna</strong></h4>
<p>As tarefas básicas de revisão e reparação de bens realizadas pelos funcionários de um serviço de manutenção variam em função do sector e do tipo de atividade da empresa. Ao dispor dos conhecimentos necessários para efetuar este tipo de operações, a contratação de uma manutenção interna não implica um acréscimo de tempo e de esforço para a empresa.</p>
<h4><strong>Manutenção externa</strong></h4>
<p>Na maioria dos casos, as empresas não têm meios para manter os seus activos por si próprias, pelo que têm de subcontratar a manutenção. Este recurso pode ser solicitado por várias razões:</p>
<ul>
<li><em>Subcontratação jurídica:</em></li>
</ul>
<p>Por vezes, a lei obriga as empresas a subcontratar e a certificar que a manutenção de certos bens foi efectuada de acordo com as especificações da regulamentação em vigor, pelo que devem confiá-la a uma empresa profissional, especialmente se tiverem de ser inspeccionados por um Organismo de Controlo Autorizado (OCA): instalações de proteção contra incêndios, transformadores de alta tensão, equipamentos sob pressão, reservatórios de óleo, calibração de certos equipamentos, etc.</p>
<ul>
<li>Externalização devido à falta de tempo:</li>
</ul>
<p>Há tarefas que podem exigir uma maior complexidade, razão pela qual o departamento de manutenção de muitas empresas industriais prefere subcontratá-las. Para que estas tarefas fossem assumidas pelos seus colaboradores, teriam de despender recursos financeiros em formação, tempo que podem não ter disponível devido à carga de trabalho.</p>
<ul>
<li>Externalização devido à falta de recursos:</li>
</ul>
<p>Até há alguns anos, as empresas investiam em activos que lhes permitiam realizar tarefas de manutenção, mas que tinham de ser substituídos de tempos a tempos. Atualmente, os departamentos de manutenção optam por não investir em equipamento e subcontratam tarefas que requerem a utilização de ferramentas específicas.</p>
<p>Como qualquer empresa industrial, dispõe de um plano de manutenção que especifica o tipo de tarefas a efetuar.</p>
<h2><strong>Manutenção preventiva e corretiva, quais são as suas diferenças?</strong></h2>
<p>No nosso blog pode encontrar muito mais informação e informação mais detalhada sobre os diferentes tipos de manutenção, entre outros, destacamos este em que explicamos as <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/mantenimiento-preventivo-y-correctivo/"><strong><span style="color: #ff9900;">diferenças entre manutenção preventiva e corretiva</span></strong></a>.</p>
<h2><strong>Como controlá-lo = </strong>software <strong>de manutenção industrial <span style="color: #ff9900;">CMMS</span></strong></h2>
<p>A melhor opção para acelerar os tempos de execução de um plano de manutenção industrial é utilizar um software de gestão de activos como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/"><span style="color: #ff9900;"><strong>EcoGestor CMMS</strong></span></a>. Esta ferramenta online, apoiada por um suporte técnico, permite ajustar o pessoal disponível de uma empresa, gerir a documentação necessária e efetuar uma exploração inteligente da informação com a possibilidade de atuar de forma preditiva.</p>
<h2><strong>A chave: atualizar as rotinas legais</strong></h2>
<p>Outra das características diferenciadoras que fazem com que as empresas escolham o nosso CMMS EcoGestor é o apoio prestado por técnicos especializados na manutenção legal de equipamentos e instalações, fornecendo as gamas legais para manter o CMMS sempre atualizado com as últimas modificações da regulamentação. Por outras palavras, os nossos técnicos irão mantê-lo a par das últimas novidades legais para manter o seu plano sempre otimizado com as últimas evoluções legislativas.</p>
<p>Também dispõe de uma aplicação móvel para trabalhar offline, incluindo as informações no telemóvel ou no tablet independentemente da ligação à Internet, e descarrega os dados quando necessário. Solicite uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/#demogmao"><span style="color: #ff9900;"><strong>DEMO</strong></span></a> gratuita sem compromisso.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 06:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47176</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o arquivo cronológico de resíduos e como pode controlar digitalmente o arquivo cronológico de resíduos para cumprir a legislação.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/">Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lei relativa aos resíduos exige que quem exerce actividades de produção ou gestão de resíduos mantenha permanentemente <strong>em linha um arquivo cronológico de resíduos</strong>.</p>
<p>Um dos requisitos da Lei 7/2022 de 8 de abril, relativa aos resíduos e solos contaminados para uma economia circular, é manter um arquivo cronológico de resíduos atualizado.</p>
<h2>Conteúdo do ficheiro cronológico</h2>
<p>Este ficheiro digital deve conter, por ordem cronológica:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>a quantidade, a natureza e a origem dos resíduos produzidos</li>
<li>a quantidade de produtos, materiais ou substâncias e resíduos resultantes da preparação para reutilização, reciclagem, outras operações de valorização e operações de eliminação</li>
<li>se for caso disso, serão também registados o destino, a frequência de recolha, os meios de transporte e o método de tratamento previsto para os resíduos resultantes, bem como o destino dos produtos, materiais e substâncias</li>
<li>data de início da armazenagem</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<p>As inscrições no ficheiro cronológico serão feitas, se for caso disso, para cada uma das operações de tratamento autorizadas em conformidade com os anexos II e III do ato.</p>
<h2>Documentos de identificação, base do arquivo cronológico</h2>
<p>O registo, nos termos da nova Lei dos Resíduos, deve ser eletrónico, mas não há indicação de que deva ter um formato específico. As informações acima mencionadas serão compiladas a partir das informações contidas nas acreditações documentais exigidas para a produção e gestão de resíduos dos produtores e gestores de resíduos, em conformidade com as disposições da presente lei, bem como outras disposições estabelecidas nos seus regulamentos de execução.</p>
<p>Nota: o arquivo cronológico não será exigido aos produtores quando estes gerem os seus resíduos através das autoridades locais.</p>
<p>Para além do arquivo cronológico, devem também estar disponíveis provas documentais das operações de produção e gestão de resíduos, tais como contratos de tratamento, notificações de transferência e documentos de identificação. O principal objetivo é facilitar a rastreabilidade dos resíduos desde a produção até ao tratamento final. Todas as informações arquivadas devem ser conservadas durante, pelo menos, cinco anos, de modo a estarem sempre à disposição das autoridades competentes para fins de inspeção e controlo.</p>
<h2>Quem é obrigado a manter o ficheiro cronológico?</h2>
<p>A obrigação de manter o ficheiro cronológico cabe a:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Pessoas singulares ou colectivas <strong>registadas</strong>, ou seja, titulares de NIMA, que sejam:<br />
Gestores de resíduos<br />
Comerciantes<br />
Agentes<br />
Transportadores<br />
Produtores de resíduos perigosos<br />
Produtores de mais de 1000 t/ano de resíduos não perigosos<br />
Produtores iniciais que produzam mais de <strong>10 toneladas de resíduos não perigosos</strong></li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Registo cronológico dos subprodutos</h2>
<p>Além do arquivo cronológico, a Lei 7/2022 prevê um novo registo cronológico para controlar tanto a produção como a utilização de subprodutos, com o controlo correspondente em cada caso:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Geração de subprodutos</strong>: As entidades ou empresas que geram subprodutos manterão um registo cronológico da natureza, das quantidades produzidas e geridas como subprodutos, bem como dos seus destinos.</li>
<li><strong>Utilização de subprodutos</strong>: as entidades ou empresas que utilizem subprodutos manterão um registo cronológico da natureza, das quantidades utilizadas e da sua origem.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Como é que o software ajuda a manter registos cronológicos?</h2>
<p>Uma vez que o ficheiro cronológico deve ser mantido nas instalações da atividade, permanentemente atualizado e disponível para a autoridade competente a pedido desta, a melhor forma de o gerir é através da utilização de software que facilite este tipo de tarefa.</p>
<p>Os dados do ficheiro cronológico são obtidos a partir dos documentos de identificação. O objetivo do documento de identificação é:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Manter a rastreabilidade.</li>
<li>Prova para o operador de que os resíduos chegaram ao seu destino e de que foram aceites pelo destinatário, uma vez que este assina e envia o mesmo documento ao operador como prova.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Neste sentido, podemos dizer que o arquivo cronológico é o registo que todas as empresas produtoras ou gestoras de resíduos devem elaborar e manter, e que consiste basicamente no arquivamento ordenado dos documentos que comprovam o tratamento dos seus resíduos.</p>
<p>Por este motivo, um software online oferece o suporte perfeito para incluir toda a informação relacionada com os resíduos para, posteriormente, preparar as declarações anuais solicitadas pelas Administrações.</p>
<h2>Como é que posso garantir a rastreabilidade do software?</h2>
<p>Hoje em dia, os resíduos produzidos nas organizações geram um volume muito grande de documentação associada que deve ser facilmente acessível às autoridades em caso de inspeção ou controlo por parte destas.</p>
<p>Com a utilização de software online, é possível obter de forma organizada a rastreabilidade total de cada resíduo:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Contrato de tratamento</strong>, arquivo de todos os contratos de tratamento estabelecidos para resíduos perigosos e não perigosos.</li>
<li><strong>Notificação de transferência</strong>, necessária para as transferências de resíduos entre Comunidades Autónomas para valorização ou eliminação, incluindo as transferências para instalações que efectuam operações intermédias de valorização ou eliminação.</li>
<li><strong>Documento de identificação</strong>, que acompanha e identifica o seguimento dos resíduos desde a sua origem até ao seu tratamento final.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h2>Controlo dos custos</h2>
<p>Para além de uma perfeita rastreabilidade da gestão dos resíduos, a utilização de um software permite a inclusão de dados sobre os custos dos resíduos para controlar as facturas emitidas pelos gestores de resíduos. Isto contribui para a tomada de decisões na gestão quotidiana da organização, bem como para uma maior transparência e sustentabilidade financeira.</p>
<h2>Exploração de dados</h2>
<p>Toda a informação incluída no programa pode ser explorada através de diferentes consultas que lançam relatórios. Com este tipo de ferramentas em linha é possível pesquisar, criar filtros e gerar estatísticas sobre os dados registados de forma rápida e eficiente.</p>
<h2>Razões para utilizar software na gestão de resíduos</h2>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<p>As principais razões para optar pela digitalização da gestão de resíduos são frequentemente as seguintes:</p>
<h3>1. Máxima tranquilidade na conformidade legal</h3>
<p>Garante a conformidade legal na gestão de resíduos porque o software é constantemente atualizado de acordo com os requisitos legais.</p>
<h3>2. Poupar tempo</h3>
<p>Minimiza o tempo operacional gasto com a conformidade.</p>
<h3>3. Otimização dos custos</h3>
<p>Aumenta a capacidade de gerir o controlo, o armazenamento e a transferência de resíduos de forma eficiente, uma vez que os custos são optimizados.</p>
<h3>4. Gestão automatizada</h3>
<p>A gestão automatizada contribui para a rentabilidade e a competitividade da organização: a tomada de decisões é simplificada e a produtividade aumenta.</p>

		</div>
	</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Software de resíduos para automatizar o arquivo cronológico</h2>
<p>A Eurofins EcoGestor desenvolveu o <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/ecogestor-residuos/">EcoGestor RESIDUOS</a>, um software modular para o controlo, armazenamento e criação de todos os documentos necessários à gestão de resíduos perigosos e não perigosos.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/como-manter-registos-cronologicos-residuos-em-linha/">Como manter registos cronológicos de resíduos em linha</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Ciclo de Deming: o que é e como ajuda na gestão e melhoria de processos</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/ciclo-deming/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47766</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o Ciclo de Deming?   As organizações devem estabelecer planos de gestão e de melhoria contínua para melhorar a sua competitividade e a qualidade dos seus processos, reduzindo os custos e as falhas, otimizando a produtividade e eliminando os riscos. O ciclo de Deming é o sistema mais utilizado para implementar este [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ciclo-deming/">O Ciclo de Deming: o que é e como ajuda na gestão e melhoria de processos</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 aria-level="2"><span data-contrast="none">O que é o Ciclo de Deming? </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:40,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h2>
<p><span data-contrast="auto">As organizações </span><span data-contrast="auto">devem estabelecer planos de gestão e de melhoria contínua para melhorar a sua competitividade e a qualidade dos seus processos, reduzindo os custos e as falhas, otimizando a produtividade e eliminando os riscos.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">O ciclo de Deming é o sistema mais utilizado para implementar este plano de melhoria contínua. Tem o nome de Edwards Deming, que foi o seu principal promotor, mas também é conhecido como ciclo PDCA, que significa Plan, Do, Check, Act.<br />
</span></p>
<h2 aria-level="2">Fases do Ciclo de Deming</h2>
<p>O ciclo de Deming é composto por quatro etapas, de modo que, no final da última etapa, a primeira etapa recomeça. Isto permite que a atividade seja avaliada periodicamente, incorporando novas melhorias. As quatro etapas são as seguintes:</p>
<h4 aria-level="3"><strong>1. PLAN (PLANEAR)</strong></h4>
<p>Esta fase é a mais influente. Através de métodos como os grupos de trabalho, inquéritos aos trabalhadores e a procura de novas tecnologias, é necessário definir:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="2">O problema ou a atividade a melhorar.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Os objetivos a atingir.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Indicadores de controlo.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Os métodos e as ferramentas para o realizar.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Alguns destes instrumentos de planeamento podem incluir:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Diagrama de Gantt: planeamento e acompanhamento de atividades e projetos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="2">Método de conceção intuitivo Poka-yoke: conceção à prova de erros.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="2">FMEA (FMEA – Failure Mode and Effect Analysis): Análise dos modos de falha e dos efeitos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="2">Brainstorming: participação de todas as partes envolvidas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h4 aria-level="3"><strong>2. DO (FAZER)</strong></h4>
<p>O que é determinado no plano é realizado, na maioria dos casos, através de um teste-piloto. Esta fase incluí:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Verificar e aplicar as correções previstas.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Introduzir alterações ao plano inicial se o resultado das correções não for positivo.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Registar o que foi desenvolvido e os resultados obtidos.</li>
<li data-leveltext="o" data-font="Courier New" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="2">Formar o pessoal para aplicar as soluções desenvolvidas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<h4 aria-level="3"><strong>3. CHECK (VERIFICAR)</strong></h4>
<p>Verificamos se a melhoria implementada atingiu o objetivo através de ferramentas de controlo como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/como-se-utiliza-diagrama-pareto-ambito-industrial/">Diagrama de Pareto</a>, listas de verificação ou KPIs. Devemos controlar as causas críticas, como a qualidade do produto ou o funcionamento das máquinas e equipamentos.</p>
<h4 aria-level="3"><strong>4. ACT (ATUAR)</strong></h4>
<p>Esta é a última das fases e é aqui que o plano de melhoria deve ser ajustado. A solução do problema é normalizada e as condições para a sua manutenção são estabelecidas. Se o objetivo tiver sido alcançado no teste piloto, será definitivamente implementado. Caso contrário, o desenvolvimento será examinado para detetar erros e um novo ciclo PDCA será iniciado. Fecha-se assim o ciclo e regressa-se à primeira fase.</p>
<h2 aria-level="2">Ferramentas do Ciclo de Deming</h2>
<p>As ferramentas de melhoria são utilizadas para aplicar os princípios do ciclo de Deming. Estas ferramentas procuram os pontos fracos dos processos, produtos e serviços. Algumas destas ferramentas são:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Análise de valor: um método para aumentar o valor de um produto ou serviço.</li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Método Kaizen: procura melhorar todos os aspetos da organização, como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/metodo-5s/">método 5S</a>.</span></li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1">Diagrama de afinidades: recolher ideias e questões para melhorar e agrupar ideias semelhantes.</li>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="5" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1">Os cinco porquês: método que se baseia em fazer perguntas para relacionar as causas e os efeitos que geram um determinado problema.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Tanto a norma ISO 9001 como a ISO 14001 mencionam explicitamente o Ciclo PDCA quando se referem à melhoria contínua da gestão da qualidade e da gestão ambiental. O Ciclo de Deming é, em conclusão, uma ajuda fundamental para uma empresa que pretenda desenvolver um sistema de gestão e de melhoria contínua que contribua para a sua prosperidade e futuro.</p>
<p>Quer melhorar a eficiência e a produtividade da sua manutenção com uma ferramenta online que segue os princípios do ciclo de Deming? O <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/">Ecogestor CMMS</a> é um software CMMS que lhe permite gerir de forma integrada e fácil todos os aspetos da manutenção preventiva e corretiva dos seus ativos e instalações. Peça já uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/#demogmao">DEMO gratuita</a> e sem compromisso e descubra como o Ecogestor CMMS pode ajudá-lo a otimizar a sua manutenção.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Não-conformidades e ações corretivas: como geri-las com sucesso</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-accoes-corretivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eurofins EcoGestor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47948</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não-conformidades e acções correctivas: o guia definitivo para a gestão de tipos e exemplos de não-conformidades comuns.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão das não conformidades e ações corretivas é fundamental para qualquer organização. Hoje mostramos-lhe como geri-las com sucesso:</p>
<h2><strong>O que são não-conformidades?</strong></h2>
<p>Em geral, uma <strong>não-conformidade</strong> é o não cumprimento de um requisito pré-estabelecido, podendo estes requisitos ser de origem diferente:</p>
<ul>
<li>Externas (incumprimento da legislação, de uma norma ISO, dos requisitos de um fornecedor) ou</li>
<li>Internos (incumprimento dos procedimentos internos da empresa, requisitos internos definidos nos sistemas de gestão, etc.)</li>
</ul>
<p>Caso contrário, podemos entender que os requisitos ou compromissos não cumpridos com as não-conformidades podem ser adquiridos:</p>
<ul>
<li>Clientes (requisitos de encomenda, certificações ISO&#8230;)</li>
<li>Administração pública (legislação aplicável, autorizações específicas)</li>
<li>Outras partes interessadas (trabalhadores, accionistas, fornecedores, etc.), ou</li>
<li>A própria empresa, devido ao incumprimento de requisitos impostos &#8220;voluntariamente&#8221; pela organização (regras internas, procedimentos próprios, etc.).</li>
</ul>
<p>Normalmente, a abordagem das organizações à deteção de uma <strong>não-conformidade</strong> é negativa, considerando as <strong>não-conformidades</strong> como falhas ou erros. No entanto, do ponto de vista da melhoria contínua, as <strong>não conformidades</strong> devem ser entendidas como oportunidades de melhoria, de fazer melhor as coisas e de retificar os erros. É aconselhável inverter esta perceção negativa:</p>
<ul>
<li>Eliminar o significado negativo do conceito de não-conformidade e transformá-lo em oportunidade</li>
<li>Aproveitar a oportunidade para analisar a raiz do problema e procurar uma solução, evitando assim a sua recorrência.</li>
</ul>
<h2><strong>Origem das não-conformidades</strong></h2>
<p>As <strong>não-conformidades</strong> podem ser detetadas em múltiplas situações numa empresa, pelo que não existe uma origem única para as <strong>não-conformidades</strong>.<br />
No entanto, em termos gerais, podemos enumerar as principais razões que podem servir de fonte para a deteção de uma não-conformidade:</p>
<ul>
<li>Durante a gestão interna dos processos por qualquer parte responsável</li>
<li>Para inspeções internas ou monitorização, conforme especificado na documentação do sistema de gestão</li>
<li>Na gestão de riscos e oportunidades</li>
<li>Na verificação ou auditoria do cumprimento dos requisitos legais</li>
<li>Na análise anual de acompanhamento: quando são detetados valores anómalos ou fora do objetivo nos indicadores de medição e acompanhamento.</li>
<li>En el análisis de las quejas o reclamaciones de los clientes: esta es una de las principales fuentes de detección de una no conformidad y la que más ayudará a optimizar nuestros procesos</li>
<li>Na análise das queixas ou reclamações dos clientes: esta é uma das principais fontes de deteção de não-conformidades e a que nos ajudará a otimizar os nossos processos.</li>
<li>Em auditorias internas ou externas: Juntamente com os clientes, as auditorias são a principal fonte de deteção de não-conformidades, pois é o momento em que se efetua uma análise exaustiva do cumprimento dos requisitos.<br />
• Na análise do sistema pela direção<br />
• No controlo da qualidade dos produtos<br />
• Alertas detetados pelos colaboradores: conseguir que um colaborador comunique uma não conformidade sem receio de consequências é um dos grandes desafios das empresas na implementação dos seus sistemas de gestão.<br />
• Nas inspeções governamentais<br />
• Na verificação dos resultados analíticos ou de medição por comparação com valores-limite</li>
</ul>
<p>Do ponto de vista de quem pode comunicar ou detetar uma não-conformidade, podemos encontrar os seguintes atores:</p>
<ul>
<li>Clientes: apresentar uma queixa ou uma reclamação</li>
<li>Pessoal interno (gestores, empregados): as que são detetadas internamente por diferentes meios. Todo o pessoal da empresa deve ser capaz de detetar e documentar as não-conformidades.</li>
<li>Fornecedores: através da deteção de infrações ao contrato</li>
<li>Administração pública: nas inspeções</li>
<li>Auditores externos: durante as auditorias efetuadas</li>
</ul>
<h2><strong>Tipos de não-conformidades</strong></h2>
<p>Normalmente, as <strong>não-conformidades</strong> são classificadas de acordo com a sua gravidade, segundo os três níveis seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>Não-conformidade grave</strong></li>
<li><strong>Não-conformidade menor</strong></li>
<li><strong>Observação</strong></li>
</ul>
<h3><strong>Não conformidade grave:</strong></h3>
<p>Uma <strong>NÃO conformidade</strong> grave pode ser definida como o incumprimento de um requisito regulamentar, organizacional e/ou legal que viola ou põe seriamente em risco a integridade do sistema de gestão.</p>
<p>Por exemplo, podemos considerar como<strong> não conformidades graves</strong>: o desenvolvimento de um processo sem qualquer tipo de controlo, o incumprimento grave de uma lei, a ausência de registos exigidos pela norma ou a repetição prolongada no tempo de não conformidades menores.</p>
<p>Os organismos de certificação não concedem normalmente um certificado de aplicação de um sistema de gestão enquanto existir uma não conformidade grave.</p>
<h3><strong>Não-conformidade menor:</strong></h3>
<p>Uma não-conformidade menor pode ser considerada como um desvio mínimo dos requisitos regulamentares, organizacionais e/ou legais. Estas não-conformidades menores são geralmente esporádicas, dispersas e parciais e não afetam de forma significativa a eficiência e a integridade do sistema de gestão.</p>
<p>Em resumo, trata-se das não conformidades detetadas que, pelas suas características, não atingem a gravidade de uma não conformidade grave.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><em>Ausência de assinatura num registo que não tem grande significado</em></li>
<li><em>Erros ao nível do documento (codificação incorreta de um documento)</em></li>
</ul>
<h3><strong>Observação:</strong></h3>
<p>Podemos considerar como uma observação uma situação específica que não implica desvio ou não conformidade com os requisitos, mas constitui uma oportunidade de melhoria.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><em>Simplificação da documentação</em></li>
<li><em>Alteração de um procedimento do sistema que poderia otimizar o processo</em></li>
</ul>
<h2><strong>Não-conformidades reais e potenciais</strong></h2>
<p>As<strong> não-conformidades</strong> podem também ser classificadas como reais ou potenciais:</p>
<ul>
<li>Uma <strong>Não Conformidade Efetiva</strong> seria uma não conformidade com um requisito estabelecido para o qual temos provas objetivas que apoiam a não conformidade. Exemplo: Num procedimento interno do nosso sistema de gestão ambiental, afirma-se que os contentores de resíduos devem ser rotulados. No entanto, durante uma inspeção interna, descobrimos contentores sem rótulos.</li>
<li>Uma <strong>Não Conformidade Potencial</strong> pode ser definida como ações que estão a ser observadas nos processos que, embora de momento não deem origem a uma não conformidade evidente, se continuarem a ser realizadas desta forma, podem dar origem a uma Não Conformidade Real.</li>
</ul>
<p>Para eliminar as causas das não-conformidades reais, são tomadas medidas corretivas; no caso das não-conformidades potenciais, são desenvolvidas medidas preventivas para evitar a sua ocorrência.</p>
<h2><strong>O que é uma ação corretiva: definição</strong></h2>
<p>Uma <strong>ação corretiva</strong> é uma <strong>ação</strong> tomada para eliminar as causas de uma não conformidade detetada. Não se trata apenas da correção da não-conformidade detetada, mas da eliminação da causa principal da não-conformidade.</p>
<p>Uma <strong>ação corretiva</strong> é a <strong>ação</strong> destinada a eliminar a causa de uma não-conformidade e a evitar a sua recorrência.</p>
<h2><strong>Tratamento de não-conformidades e ações corretivas</strong></h2>
<p>As organizações devem estabelecer uma metodologia para o tratamento das <strong>não-conformidades</strong>, de forma a detetá-las, analisá-las e documentá-las e estabelecer <strong>ações corretivas</strong> que minimizem o efeito da não-conformidade e ajudem a eliminá-la.</p>
<p>A metodologia para o tratamento das <strong>não-conformidades</strong> é normalmente estabelecida em diferentes fases. Mais frequentemente, no âmbito do nosso sistema de gestão, dispomos de um procedimento documentado para a gestão e o tratamento das não conformidades e das <strong>ações corretivas e/ou preventivas</strong> necessárias, que explica em pormenor como proceder em caso de deteção de não conformidade.</p>
<p>De um modo geral, as fases a seguir são as seguintes:</p>
<ul>
<li><strong>Deteção:</strong>A primeira fase é a deteção da não-conformidade. Em princípio, uma não-conformidade deve ser detetável por qualquer membro da organização, bem como por quaisquer partes externas interessadas (auditores, fornecedores, clientes). Uma vez detetada, é importante que seja documentada, incluindo vários marcos básicos nesta primeira fase:
<ul>
<li>a <em>evidência</em>, a prova que mostra a não-conformidade, o que é errado ou desviante</li>
<li>o <em>documento ou requisito contra o qual a não-conformidade é detetada</em>. Estes documentos são os que indicam o que deveria ter sido feito e não foi feito.</li>
<li>O <em>ponto da norma</em> de referência no qual a não-conformidade é classificada.</li>
<li>A <em>data</em> e a <em>pessoa</em> que o detetou.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Análise do efeito</strong>: O efeito produzido pela não conformidade detectada é analisado e é feita uma tentativa automática e imediata de reparação desse efeito. Estas ações de reparação são normalmente imediatas e é importante atribuir-lhes um responsável e um prazo para a sua execução.</li>
<li><strong>Análise da causa raiz</strong>: esta fase é fundamental para evitar a reprodução futura da não-conformidade. São verificadas as causas profundas que deram origem à não-conformidade. Existe muita literatura sobre a metodologia a seguir para efetuar uma análise de causas (Ishikawa, Pareto, etc.), mas o importante é identificar todas as que possam ter tido uma relação direta com a não conformidade. A partir de todas elas, seleccionam-se as causas principais, que são normalmente as causas de primeiro e segundo nível.</li>
<li><strong>Ação Corretiva</strong>: Define-se como a ação corretiva a tomar para atuar sobre as causas profundas da Não Conformidade, ou seja, para eliminar a causa ou origem principal, o que implicaria a garantia de que a Não Conformidade não se repetirá no futuro. Como podem existir várias ações corretivas resultantes de uma não conformidade, podem ser realizadas várias ações para resolver a mesma não conformidade. É essencial definir os responsáveis e os prazos para a sua execução.</li>
<li><strong>Ações Preventivas</strong>: Devem também ser estabelecidas e definidas ações preventivas, atribuindo responsabilidades e prazos, de modo a evitar a ocorrência de potenciais não conformidades.</li>
<li><strong>Acompanhamento das ações</strong>: é necessário acompanhar regularmente o grau de cumprimento das ações estabelecidas, indicando quem faz o acompanhamento, a data e o estado de adiantamento. O controlo quantificado (% de cumprimento, etc.) é o mais adequado.</li>
<li><strong>Verificação da Eficácia e Encerramento</strong>: Neste ponto tentamos analisar a eficácia das ações implementadas, se o resultado foi eficaz e se obtivemos o resultado esperado ao eliminar a causa raiz que deu origem à não conformidade.</li>
</ul>
<p>Quando a<strong> ação corretiva</strong> tiver sido <strong>eficaz</strong>, encerramo-la e indicamos que foi eficaz, a pessoa que a encerrou e a data.</p>
<p>As <strong>não-conformidades</strong> só devem ser encerradas quando todas as <strong>ações corretivas</strong> correspondentes tiverem sido concluídas com êxito.</p>
<h2><strong>Análise da causa raiz das não-conformidades</strong></h2>
<p>Como já foi referido, a causa principal de uma <strong>não conformidade</strong> é a razão principal ou a origem principal que gera uma não conformidade.</p>
<p>Existem muitas metodologias ou técnicas que estão perfeitamente documentadas para a identificação da <strong>causa raiz de uma não-conformidade</strong>. Entre as mais importantes contam-se: o diagrama de causa-efeito, o diagrama de Pareto, os 5 Porquês, a árvore de <strong>causa</strong>-efeito, o brainstorming, etc.</p>
<h2><strong>Redação de não-conformidades</strong></h2>
<p>Tanto as <strong>não-conformidades</strong> como as <strong>ações corretivas</strong> devem ser perfeitamente documentadas, sendo mais comum nas organizações a existência de um procedimento no sistema de gestão que estabeleça a metodologia a seguir para elaborar e documentar perfeitamente a referida não-conformidade.</p>
<p>A redação de <strong>não-conformidades</strong> é um aspeto crítico, especialmente no contexto de uma auditoria, pelo que é importante ter competências de expressão escrita para poder relatar com a maior precisão possível as não-conformidades detetadas e, em particular, ter provas para apoiar a constatação.</p>
<p>Um problema comum é o facto de estas <strong>não-conformidades</strong> não serem claras e compreensíveis para a entidade auditada, o que constitui um ponto de discussão frequente quando a equipa auditora se reúne com as entidades auditadas.</p>
<p>A <strong>redação</strong> deve ser exata e precisa e não deve dar origem a incoerências, confusões ou interpretações erradas.</p>
<h3><strong>Considerações sobre a redação de não-conformidades</strong></h3>
<p>Há uma série de pontos-chave a considerar quando se documenta uma não-conformidade:</p>
<ul>
<li>Descrição da não conformidade, do incumprimento detetado:
<ul>
<li>A redação deve ser clara, legível, breve, sem erros ortográficos, muito direta</li>
<li>Deve ser utilizada a mesma terminologia</li>
<li>Deve ser perfeitamente compreensível, evitando duplas interpretações e confusões.</li>
<li>Evitar opiniões na escrita, apenas factos objetivos</li>
</ul>
</li>
<li>Identificação das provas que sustentam a nossa não-conformidade ou dos exemplos que identificámos:
<ul>
<li>As provas devem especificar claramente o que o incumprimento revela.</li>
<li>Em segundo lugar, as provas devem basear-se em factos, documentos concretos, entrevistas a pessoas claramente identificadas, observações que possam ser plenamente verificadas por terceiros.</li>
<li>As provas devem ser sólidas e claras, caso contrário, se não forem claras, é preferível não documentar a não conformidade.</li>
<li>As provas não podem basear-se em opiniões, subjetividades, suposições, etc., não podem dar origem a dúvidas</li>
<li>Recomendamos que se identifique objetivamente o local onde a prova foi detetada e todos os dados necessários para a identificar (documento, registo, local, pessoa, data, etc.).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>O critério ou requisito não cumprido contra o qual a não conformidade se opõe: identificar a referência do procedimento do sistema, o ponto exato da norma, a autorização, o artigo da lei, o procedimento do cliente, o acordo pré-estabelecido, o contrato. Este ponto deve dar força à não-conformidade, ou seja, deve tornar claro que &#8220;a não-conformidade ocorre não porque o auditor o diz, mas porque este ponto deste procedimento o disse e, no entanto, não foi realizado&#8221;.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><strong>Como avaliar a magnitude das não-conformidades</strong></h2>
<p>Podem ser utilizados diferentes meios para avaliar a magnitude de uma <strong>não conformidade</strong>, mas uma das formas mais interessantes baseia-se num valor de risco que pode ser definido em termos de duas variáveis, às quais são atribuídas pontuações.</p>
<ul>
<li>Probabilidade de ocorrência:
<ul>
<li>Nunca</li>
<li>Frequência anual, mensal, semanal ou diária</li>
</ul>
</li>
<li>Consequência:
<ul>
<li>Insignificante</li>
<li>Menor</li>
<li>Moderado</li>
<li>Presidente da Câmara</li>
<li>Catastrófico</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><strong>Classificação das não-conformidades de acordo com o tipo de norma ISO </strong></h2>
<h3><strong>Não-conformidade ISO 14001</strong></h3>
<p>Se não sabe o que é a <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/e-norma-14001-e-serve/">norma ISO 14001</a>, aqui está um artigo interessante.</p>
<p>Em primeiro lugar, as <strong>não-conformidades do tipo ISO 14001</strong> são não-conformidades relacionadas com o incumprimento do sistema de gestão ambiental de acordo com a norma UNE EN ISO 14001. Primordialmente, a <strong>não conformidade</strong> está relacionada com o incumprimento dos requisitos da própria norma ou dos requisitos adicionais do sistema de gestão ambiental que a organização estabelece para si própria. Bem como com o incumprimento da legislação ambiental aplicável à empresa ou das autorizações derivadas.</p>
<p>Exemplos de não-conformidade com a norma ISO 14001:</p>
<ul>
<li>Contentores de resíduos não rotulados</li>
<li>Não atualização da avaliação dos aspetos ambientais ou não consideração de alguns aspetos ambientais existentes.</li>
<li>Não identificação da legislação ambiental aplicável</li>
<li>Assim como, não medir as fontes de emissão ou as descargas, se tal for exigido por qualquer autorização ou procedimento do sistema de gestão.</li>
</ul>
<h3><strong>Não-conformidade ISO 9001</strong></h3>
<p>Do ponto de vista da ISO 9001, uma NÃO-conformidade é:</p>
<p><em>Um incumprimento de um requisito da norma, um incumprimento de um requisito legal ou de qualquer requisito especificado nos procedimentos do nosso sistema de gestão da qualidade relativamente a produtos ou serviços fornecidos pela nossa organização.</em></p>
<p>Dentro de um sistema ISO 9001, as não-conformidades mais comuns são derivadas de:</p>
<h4><strong><u>Não conformidade do produto</u></strong></h4>
<p>Por outro lado, as não-conformidades do produto estão relacionadas com os <strong>requisitos técnicos</strong> dos nossos produtos: características, materiais, desempenho. Têm normalmente as seguintes origens:</p>
<p>1. Não conformidade legal<br />
2. Falhas na produção que não estão em conformidade com as normas pré-estabelecidas<br />
3. Erros na conceção do produto<br />
4. Documentação incorreta<br />
5. Falta de controlo de qualidade<br />
6. Não conformidade com as especificações definidas pelo cliente.</p>
<h4><strong><u>Não-conformidade do processo</u></strong></h4>
<p>As não-conformidades do processo resultam normalmente de:</p>
<ul>
<li>Incumprimento dos prazos de entrega e das quantidades</li>
<li>Não cumprimento dos procedimentos estabelecidos</li>
<li>Incumprimento legal da empresa</li>
<li>Erros humanos no processo de produção devido à falta de formação.</li>
<li>Utilização incorreta do equipamento</li>
</ul>
<h4><strong><u>Não-conformidade do fornecedor</u></strong></h4>
<ul>
<li>Primeiramente artigo defeituoso fornecido por um fornecedor</li>
<li>Produto em mau estado</li>
<li>Montantes recebidos para além dos montantes pré-estabelecidos</li>
<li>Atraso na entrega</li>
</ul>
<h4><strong><u>Não-conformidade ISO 45001</u></strong></h4>
<p>Se quiser saber as <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/diferencas-ohsas-18001-e-iso-45001/">diferenças entre a OHSAS 18001 e a ISO 45001</a>, leia este artigo onde esclarecemos os conceitos.</p>
<p>Estas não conformidades são as que resultam de um sistema de prevenção de riscos profissionais ISO 45001. Eis alguns exemplos das principais não-conformidades ISO 45001 que podem ser identificadas:</p>
<ul>
<li>Não ter um risco identificado na avaliação dos riscos profissionais</li>
<li>Não ter o controlo do equipamento de proteção individual</li>
<li>Não dispor de provas da entrega de equipamento de proteção aos trabalhadores.</li>
<li>Não obtenção de autorização médica para um trabalhador</li>
<li>Não prestação de informações sobre os riscos para os novos trabalhadores que entram no centro.</li>
</ul>
<p>Se pretende garantir a gestão correcta das não conformidades e das ações corretivas na <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-pt/">Eurofins EcoGestor</a></strong> temos uma solução digital para isso: O <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/"><strong>Ecogestor Não Conformidades</strong></a> é a solução definitiva para acompanhar as não conformidades de uma forma totalmente digitalizada, com atribuição de responsáveis, notificações para o correio, gestão de ações e tarefas. Esqueça a papelada derivada das não conformidades e peça uma <strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-nao-conformidades/">DEMONSTRAÇÃO GRATUITA</a></strong> preenchendo este formulário.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/nao-conformidades-accoes-corretivas/">Não-conformidades e ações corretivas: como geri-las com sucesso</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é o método 5s?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/metodo-5s/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 06:04:37 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47596</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o método 5s, um conceito aplicado à gestão e administração do local de trabalho para a melhoria contínua?</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/metodo-5s/">O que é o método 5s?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>método 5s</strong> é um conceito que, quando aplicado de forma contínua à gestão e administração do local de trabalho, conduz a um processo de melhoria contínua e melhora a produtividade, a competitividade e a qualidade das empresas.</p>
<h2>Origem e objetivo do método 5s</h2>
<p>O método 5S teve origem no Japão após a Segunda Guerra Mundial. Foi implementado pela primeira vez na década de 1960 numa fábrica de produção da Toyota. O seu principal objetivo é manter e melhorar as condições de organização, ordem e limpeza, bem como melhorar as condições de trabalho, a segurança, o clima de trabalho, a motivação pessoal e a eficiência. Não se trata, portanto, de uma mera questão estética, mas sim de uma cultura de trabalho, através da prática planeada dos conceitos básicos da qualidade total. A implementação do método &#8220;5S&#8221; é um pilar básico para a construção de um processo forte e duradouro de melhoria contínua.</p>
<h2>O que são os 5S?</h2>
<p>Os &#8220;5S&#8221; são as iniciais de cinco palavras japonesas que designam cada uma das cinco fases que compõem o método:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>SEIRI &#8211; <strong>TRIAGEM</strong>. Consiste em identificar e separar os materiais necessários dos desnecessários e eliminar estes últimos.</li>
<li>SEITON &#8211; <strong>ORDEM</strong>. É a forma como os materiais necessários devem ser localizados e identificados para que possam ser fácil e rapidamente encontrados, utilizados e repostos.</li>
<li>SEISO &#8211; <strong>LIMPEZA</strong>. Baseia-se na identificação e eliminação de fontes de sujidade, garantindo que todos os suportes estão sempre em perfeitas condições.</li>
<li>SEIKETSU &#8211; <strong>NORMALIZAÇÃO</strong>. O objetivo é distinguir facilmente uma situação normal de uma anormal, através de regras simples e visíveis para todos, resultando num controlo visual.</li>
<li>SHITSUKE &#8211; <strong>DISCIPLINA</strong>. Consiste em trabalhar permanentemente de acordo com as regras estabelecidas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Enquanto as três primeiras fases são operacionais e orientadas para o ambiente físico, as duas últimas são orientadas para as pessoas. A quarta tende a manter o estado alcançado nas fases anteriores e a quinta permite a aquisição do hábito da sua prática e a melhoria contínua no trabalho.</p>
<h2>Adição do &#8220;4 S&#8221; ao &#8220;5 S&#8221; formando o &#8220;9 S&#8221;</h2>
<p>Ao clássico &#8220;5S&#8221; já mencionado, podemos acrescentar outras fases &#8220;4S&#8221; que tentam envolver ainda mais o pessoal na realização de uma melhoria contínua que conduzirá a organização empresarial à excelência da gestão.</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>SHIKARI &#8211; <strong>FIRMEZA</strong>. É a capacidade de uma pessoa se manter firmemente num curso de ação.</li>
<li>SHITSUKOKU &#8211; <strong>COMPROMISSO</strong>. É cumprir o que foi acordado.</li>
<li>SEISHOO &#8211; <strong>COORDENAÇÃO</strong>. Um ambiente de trabalho de qualidade exige unidade de objetivos, harmonia de ritmo e de tempo.</li>
<li>SEIDO &#8211; <strong>SINCRONIZAÇÃO</strong>. Para manter o ritmo de trabalho, tem de haver um plano de trabalho, regras específicas que indicam o que cada pessoa deve fazer.</li>
</ul>

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	</div></div>
<h2>Quais são as suas vantagens?</h2>
<p>A melhoria contínua é uma tarefa de todos, uma vez que a aplicação do método &#8220;5S&#8221; se baseia no trabalho de equipa. Assim, permite que cada um se envolva no processo de melhoria com base no seu conhecimento do local de trabalho.</p>
<p>A qualidade começa com o indivíduo e o ambiente que o rodeia. Esta é a razão para a utilização da metodologia 5S, focada na obtenção de locais de trabalho verdadeiramente excecionais, onde se respira um ambiente eficiente, seguro e confortável que nos traz os seguintes benefícios:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Aumento da produtividade</li>
<li>Melhorar as condições de trabalho, aumentar os níveis de segurança e reduzir os acidentes.</li>
<li>Tempo de inatividade reduzido e tempos de resposta mais curtos</li>
<li>Melhoria da qualidade dos produtos e/ou serviços</li>
<li>Baixo nível de investimento para a implementação</li>
<li>Gera cultura organizacional e disciplina pessoal</li>
<li>Gera maior empenho, responsabilidade, cooperação e trabalho de equipa.</li>
<li>Melhorar a nossa imagem aos olhos dos nossos clientes</li>
<li>Aproxima a organização da implementação da TQM</li>
<li>Melhoria do ambiente de trabalho e aumento do crescimento</li>
<li>Transforma fisicamente o ambiente do posto de trabalho, aumentando a ordem e o espaço</li>
</ul>

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<h2>A quem se destina o método 5s?</h2>
<p>O 5S é universal, pode ser aplicado em <strong>todos os tipos de empresas e organizações</strong>, tanto em oficinas como em escritórios, mesmo naqueles que aparentemente estão suficientemente arrumados e limpos. Por conseguinte, qualquer tipo de organização, industrial ou de serviços, que pretenda iniciar o caminho da melhoria contínua pode implementá-lo em áreas como a manutenção de ativos e instalações.</p>
<p>Embora este seja um método, para uma maior organização das operações de gestão de ativos e manutenção, recomendamos a utilização de uma ferramenta como o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/">EcoGestor CMMS</a>. Esta é uma solução de mobilidade para gestores e técnicos com uma aplicação móvel offline, que garante que os intervalos legais estão sempre atualizados. Solicite já uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-cmms-2/">DEMO GRÁTIS</a> sem compromisso.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/metodo-5s/">O que é o método 5s?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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