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	<title>Sin categoría archivos | Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<description>Eurofins Environment</description>
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	<title>Sin categoría archivos | Eurofins Environment Testing Spain</title>
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	<item>
		<title>Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<category><![CDATA[laboratorio medioambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=59779</guid>

					<description><![CDATA[<p>A norma ISO 14001 exige a identificação de toda a legislação ambiental aplicável à empresa. Vamos explicar-lhe todos os detalhes.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/">Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 aria-level="2">Aspetos ambientais ISO 14001</h2>
<p>De acordo com a <strong>norma ISO 14001</strong>, toda a organização deve identificar os seus aspetos ambientais, tanto das suas atividades como dos seus produtos e serviços, e, em especial, aqueles aspetos ambientais sobre os quais possa exercer controlo. A identificação dos aspetos ambientais é o passo prévio para saber qual a legislação aplicável a uma organização e para cumprir a norma <strong>ISO 14001</strong>.</p>
<p>Definem-se como <strong>aspetos ambientais</strong> os elementos provenientes dos produtos ou serviços de uma empresa que interagem com o ambiente. Os aspetos ambientais no âmbito da norma ISO 14001 podem ser classificados, de forma geral, nas seguintes categorias:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong>Consumo de recursos</strong>: as organizações com um Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001 devem controlar as quantidades consumidas e a sua evolução, bem como procurar reduzir a quantidade necessária de material por unidade de produto ou utilizar opções de matérias-primas mais ecológicas.</li>
<li><strong>Emissões</strong>: fontes de emissão para a atmosfera, provenientes da combustão ou de outras atividades industriais geradoras de emissões.</li>
<li><strong>Derramamentos</strong>: nesta categoria são contemplados derramamentos descontrolados resultantes de acidentes e fugas, derramamentos sanitários, águas pluviais ou águas residuais provenientes dos processos industriais.</li>
<li><strong>Ruído e odores</strong>: outro dos aspetos ambientais que as organizações devem identificar e avaliar. Resíduos: abrange todos os resíduos gerados no processo produtivo, os resíduos gerados no processo, bem como o próprio produto uma vez terminada a sua vida útil. Além disso, é necessário distinguir entre resíduos perigosos e não perigosos.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2>Identificação das obrigações de conformidade em matéria de ambiente</h2>
<p>Após a identificação dos aspetos ambientais, que constitui o passo prévio, a organização deverá realizar uma avaliação periódica dos mesmos, com o objetivo de identificar aqueles que são significativos e que podem ter um maior impacto no ambiente. Além disso, a <strong>norma ISO 14001</strong> exige a identificação dos requisitos legais e de outros requisitos aplicáveis, de acordo com o ponto 4.3.2. Este ponto é fundamental para a implementação de uma <strong>certificação ISO 14001</strong>, uma vez que conhecer e cumprir a legislação ambiental, em especial aquela que afeta os aspetos ambientais da nossa organização, é imprescindível se quisermos avançar na melhoria contínua.</p>
<h3>Pontos importantes</h3>
<p>A fim de cumprir o ponto 4.3.2 da norma ISO 14001 relativo aos requisitos legais, os passos a seguir são os seguintes:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Elaboração de um<strong> procedimento para identificar as obrigações de conformidade</strong> aplicáveis à organização, no qual seja descrita em pormenor a metodologia a seguir para identificar todos os requisitos legais que afetam a nossa organização em matéria ambiental.</li>
<li>Dispor de um<strong> sistema que permita o acesso à legislação ambiental</strong> e a sua atualização (seja através da consulta de jornais oficiais, seja através da contratação de um serviço legislativo que forneça uma base de dados legislativa atualizada).</li>
<li>Garantir que o nosso sistema inclua, além da legislação, os outros requisitos aos quais a organização adere voluntariamente.</li>
<li>Assegurar que as <strong>obrigações de conformidade</strong> (requisitos legais e outros requisitos) a que a organização adere sejam consideradas no estabelecimento, implementação e manutenção do nosso Sistema de Gestão Ambiental e verificar periodicamente o seu cumprimento.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2>Recomendações para cumprir os requisitos legais</h2>
<p>Além disso, para cumprir o ponto 4.3.2 da <strong>norma ISO 14001</strong>, recomenda-se:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Elabor uma <strong>lista atualizada</strong> com todas as obrigações legais.</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1">Elaboração de um resumo das <strong>obrigações</strong> resultantes da legislação ambiental aplivável .</li>
<li data-leveltext="?" data-font="Symbol" data-listid="1" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><strong>Anexar</strong> autorizações, licenças e outros documentos que acrescentem requisitos específicos ao sistema.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div>
<p>Isto é muito importante, pois, se uma organização não conhecer as obrigações de conformidede que lhe dizem respeito, terá poucas hipóteses de as cumprir e muito menos de garantir uma melhoria contínua, de acordo com a norma <strong>ISO 14001</strong>.</p>
<h2 aria-level="2">Como conhecer a legislação aplicável no âmbito da certificação ISO 14001?</h2>
<p>Para assegurar uma gestão adequada dos requisitos legais, não basta realizar um estudo pontual da legislação aplicável. A legislação ambiental está em constante mudança e atualização, pelo que é imprescindível garantir que o sistema escolhido para a identificação da legislação ambiental aplicável seja atualizado continuamente com as últimas alterações incorporadas.</p>
<p>Num <strong>Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a norma ISO 14001</strong>, é fundamental planear um sistema de acompanhamento e atualização da legislação com o objetivo de identificar alterações legais que afetem a organização. Tudo isto implica um esforço contínuo para se manter atualizado. Entre as fontes que podemos consultar para conhecer a legislação aplicável em matéria ambiental, destacam-se as seguintes:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Jornal Oficial da União Europeia.</li>
<li>Diário da República, com toda a legislação estatal publicada.</li>
<li>Boletins oficiais regionais</li>
<li>Outras fontes da administração pública: algumas agências e entidades públicas, publicam periodicamente notas técnicas interpretativas da legislação publicada no Diário da República que complementam a Legislação.</li>
<li>Sites, blogs e fóruns de fontes não oficiais: embora possam ajudar a identificar alterações na legislação, é importante ter em conta que, por não serem fontes oficiais, será necessário verificar a informação por outros meios.</li>
<li>Serviços de atualização legislativa: para ter total confiança no cumprimento das normas da ISO 14001, a melhor opção é optar por uma ferramenta como o EcoGestor Legislação. Este tipo de ferramentas garante o cumprimento do ponto 4.3.2 da norma ISO 14001.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2 aria-level="2">Legislação de base aplicável à certificação ISO 14001 em Portugal</h2>
<p>A identificação e avaliação dos requisitos legais aplicáveis constitui um dos pilares de qualquer Sistema de Gestão Ambiental conforme a ISO 14001. Em Portugal, o universo normativo relevante para este efeito é amplo e encontra-se em constante atualização, abrangendo não apenas diplomas estritamente ambientais, mas também regimes conexos que influenciam direta ou indiretamente o desempenho ambiental das organizações.</p>
<p>A título meramente exemplificativo e não exaustivo, no contexto de uma certificação ISO 14001 deverão ser considerados, designadamente, os seguintes domínios legais:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li><strong><a href="https://www.eurofins-environment.es/es/obligaciones-generales-derivadas-de-la-ley-de-responsabilidad-medioambiental/">Responsabilidade ambiental</a></strong>, com destaque para o Decreto-Lei n.º 147/2008, de 29 de julho, que estabelece o regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais, concretizando o princípio do poluidor-pagador e disciplinando as obrigações de prevenção e reparação de danos ambientais.</li>
<li>Licenciamento ambiental e procedimentos autorizativos, incluindo o Regime de Licenciamento Único de Ambiente, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 75/2015, de 11 de maio, bem como a Portaria n.º 137/2017, de 12 de abril, que aprova o modelo do Título Único Ambiental (TUA), sem prejuízo das medidas de simplificação introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 11/2023, de 10 de fevereiro. Para instalações abrangidas por prevenção e controlo integrados da poluição, releva ainda o Decreto-Lei n.º 127/2013, de 30 de agosto, relativo ao regime de emissões industriais.</li>
<li>Avaliação de impacte ambiental (AIA), nos termos do Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro, na sua redação atual, complementado, entre outros, pela Portaria n.º 395/2015, de 4 de novembro, que define requisitos técnicos formais dos procedimentos de AIA.</li>
<li>Atmosfera e emissões para o ar, abrangendo a legislação relativa à prevenção e controlo de emissões atmosféricas, designadamente o Decreto-Lei n.º 39/2018, de 11 de junho, e respetiva regulamentação setorial, incluindo a Portaria n.º 190-A/2018, a Portaria n.º 190-B/2018 e a Portaria n.º 221/2018, bem como os regimes aplicáveis ao comércio europeu de licenças de emissão, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 12/2020, de 6 de abril, alterado pelo Decreto-Lei n.º 101/2024, de 4 de dezembro, e ainda a legislação relativa aos gases fluorados e substâncias que empobrecem a camada de ozono.</li>
<li>Alterações climáticas e carbono, considerando, quando aplicável, a Lei de Bases do Clima (Lei n.º 98/2021, de 31 de dezembro), o mercado voluntário de carbono criado pelo Decreto-Lei n.º 4/2024, de 5 de janeiro, e a regulamentação europeia e nacional associada ao reporte e controlo das emissões de gases com efeito de estufa.</li>
<li>Água, recursos hídricos e descargas, com especial relevância para a Lei da Água (Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro), o Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, relativo à utilização dos recursos hídricos, e o Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de agosto, relativo à qualidade da água, sem prejuízo de regimes específicos sobre tratamento de águas residuais urbanas, reutilização de água e regulamentos municipais de descarga para sistemas públicos de saneamento.</li>
<li>Ruído ambiental, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de janeiro, que aprova o Regulamento Geral do Ruído, o Decreto-Lei n.º 146/2006, de 31 de julho, relativo à avaliação e gestão do ruído ambiente, e a Portaria n.º 42/2023, de 9 de fevereiro, devendo igualmente ser considerados os regulamentos municipais que estabeleçam condicionamentos específicos.</li>
<li>Resíduos, em especial o Decreto-Lei n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro, que aprova o regime geral da gestão de resíduos e o regime jurídico da deposição em aterro, na sua redação atual, bem como o Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, relativo aos fluxos específicos de resíduos sujeitos a responsabilidade alargada do produtor, e a Portaria n.º 20/2022, de 5 de janeiro, referente ao funcionamento do SIRER. Consoante a atividade, importa ainda atender à legislação específica sobre embalagens, resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, óleos, plásticos de utilização única, entre outros fluxos específicos.</li>
<li>Solo e passivos ambientais, sobretudo na perspetiva da prevenção, identificação e reparação de contaminações, em articulação com o regime da responsabilidade por danos ambientais e demais legislação aplicável às atividades potencialmente poluentes. O anexo também evidencia a relevância crescente da regulamentação europeia em matéria de monitorização e resiliência do solo.</li>
<li>Eficiência energética e utilização racional da energia, sempre que a atividade da organização o justifique, designadamente no quadro dos regimes aplicáveis ao desempenho energético de edifícios, instalações técnicas e sistemas consumidores intensivos de energia.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h2 aria-level="2">Legislação conexa com incidência ambiental indireta</h2>
<p aria-level="2">Além da legislação ambiental em sentido estrito, o âmbito de análise no contexto da ISO 14001 tende a abranger outros regimes legais que, embora incidam primariamente sobre instalações, equipamentos ou segurança técnica, podem ter reflexos ambientais relevantes. Nestes casos, a organização deve avaliar a aplicabilidade legal não apenas sob a ótica de conformidade operacional, mas também quanto aos seus impactes ambientais potenciais.</p>
<p aria-level="2">Entre esses domínios destacam-se, designadamente:</p>
<p aria-level="2"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Instalações elétricas;</li>
<li>Equipamentos sob pressão;</li>
<li>Sistemas de segurança contra incêndio em edifícios;</li>
<li>Instalações e sistemas com risco de Legionella;</li>
<li>Substâncias e misturas perigosas;</li>
<li>Armazenamento de combustíveis;</li>
<li>Transporte de mercadorias perigosas;</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
<h3>Conclusões: muita legislação e muito mutável</h3>
<p>A conclusão final é que o âmbito da legislação a ter em conta para a <strong>certificação da norma ISO 14001</strong> é extremamente vasto e, além disso, está em constante e permanente atualização. Por isso, a melhor forma de garantir o cumprimento do ponto 4.3.2 da <strong>ISO 14001</strong> é dispor de um serviço técnico legal, com consultoria especializada que garanta o fornecimento de toda a legislação aplicável, resumida e adaptada às necessidades de cada organização, e com serviço de consultas legais.</p>
<h2>Soluções simples para manter a legislação ambiental atualizada</h2>
<p>Se procura uma forma simples de se manter a par das atualizações da legislação aplicável e das obrigações legais de conformidade para a manutenção de um Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a norma ISO 14001, o <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/">EcoGestor LEGISLAÇÃO</a> é um serviço online desenvolvido pela Eurofins que permite às organizações gerir a legislação e obrigações de conformidade de um modo simples, com a ajuda de consultores especializados.</p>
<p>O EcoGestor Legislação inclui um módulo de auditoria para avaliar de forma simples e intuitiva o a conformidade das obrigações legais. Solicite já uma <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/#demolegislacion">DEMO GRATUITA</a>.</p>
<p><a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-legislacao/#demolegislacion"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-57090" src="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1024x256.png" alt="EcoGestor legislaçao" width="1024" height="256" srcset="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1024x256.png 1024w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-300x75.png 300w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-150x38.png 150w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-768x192.png 768w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1536x384.png 1536w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2023/01/EcoGestor-legislacao-1920x480.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/norma-iso-14001-legislacao-ambiental-aplicavel/">Norma ISO 14001: Qual é a legislação ambiental que todas as empresas devem conhecer?</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manutenção de Laboratórios com EcoGestor CMMS Software: Eficiência e Controlo Total</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/manutencao-laboratorios-ecogestor-cmms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Terente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 10:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<category><![CDATA[GMAO]]></category>
		<category><![CDATA[laboratorio medioambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/es/?p=55233</guid>

					<description><![CDATA[<p>EcoGestor GMAO é a solução ideal para otimizar a manutenção de equipamentos de laboratório e aumentar a eficiência.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/manutencao-laboratorios-ecogestor-cmms/">Manutenção de Laboratórios com EcoGestor CMMS Software: Eficiência e Controlo Total</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text">
			<p>A gestão de laboratórios exige precisão, e o EcoGestor CMMS Software apresenta-se como a solução ideal para otimizar a manutenção dos equipamentos de laboratório. Esta ferramenta avançada permite controlar as datas de calibração, garantindo que os equipamentos, como balanças, centrífugas e estufas, estejam sempre disponíveis e operacionais. Além disso, facilita a manutenção corretiva dos equipamentos de laboratório, assegurando o bom funcionamento dos equipamentos críticos e minimizando o tempo de inatividade, o que contribui para um ambiente mais eficiente e rigoroso.</p>
<p><strong>Características principais do EcoGestor CMMS Software em laboratórios</strong></p>
<p>Podemos resumir as principais características em:</p>

		</div>
	</div></div></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1744101411840">
			<ul>
<li><strong>Gestão de Datas de Calibração:</strong> com o EcoGestor, é possível programar e monitorizar de forma eficiente todas as datas de calibração dos equipamentos, evitando erros e atrasos.</li>
<li><strong>Disponibilidade de Equipamentos:</strong> a ferramenta permite verificar se um equipamento está disponível, evitando conflitos de uso ou tempos de espera não programados.</li>
<li><strong>Manutenção Preventiva e Corretiva:</strong> gere tanto a manutenção preventiva quanto a corretiva para garantir que os equipamentos mais críticos funcionem sempre de forma ótima, reduzindo avarias e prolongando sua vida útil.</li>
<li><strong>Plano de manutençâo e Controlo de Ativos</strong>: o EcoGestor CMMS Software permite criar um plano de manutenção para os equipamentos de laboratório, proporcionando visibilidade em tempo real sobre seu estado operacional, necessidades de reparaçâo ou calibração e tarefas programadas.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text">
			<h2><strong>Vantagens para os Laboratórios </strong></h2>
<p>A utilização do EcoGestor CMMS implica as seguintes vantagens:</p>

		</div>
	</div></div></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1744101459821">
			<ul>
<li><strong>Otimização do tempo:</strong> Evita atrasos nos processos devido a equipamentos fora de serviço.</li>
<li><strong>Redução de custos:</strong> Detecta falhas antes que causem danos irreparáveis, diminuindo os custos com reparaçôes inesperados.</li>
<li><strong>Melhoria na tomada de decisões:</strong> As informações atualizadas permitem que os gestores tomem decisões informadas sobre o uso e manutenção dos equipamentos.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text">
			<p>Em conclusão, o <strong>EcoGestor CMMS Software</strong> oferece uma solução completa para a manutenção de equipamentos de laboratório, garantindo que as tarefas de calibração e manutenção preventiva sejam realizadas de forma precisa e eficiente. Assim, os laboratórios podem focar no seu trabalho crítico, confiando que seus equipamentos funcionarão com a precisão e confiabilidade necessárias.</p>
<h2><b><span data-contrast="auto">Perguntas Frequentes (FAQ) sobre EcoGestor CMMS Software e sua implementação em laboratórios</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:true,&quot;134233118&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h2>
<p>Quando nos perguntam sobre o CMMS Software, estas são as principais dúvidas:</p>

		</div>
	</div></div></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1744101541599">
			<ol>
<li><strong>Que tipo de equipamentos podem ser gerenciados com o EcoGestor CMMS Software?</strong> Equipamentos de laboratório como balanças, centrífugas, estufas e qualquer outro ativo que necessite de calibração e manutenção regular.</li>
<li><strong>O EcoGestor CMMS Software  permite realizar manutenção corretiva em equipamentos de laboratório?</strong> Sim, facilita o agendamento e execução da manutenção corretiva, garantindo que os equipamentos críticos estejam sempre operacionais.</li>
<li><strong>Como o EcoGestor CMMS Software contribui para a redução de custos?</strong> Ao detectar problemas antes que causem falhas graves, reduz os custos de reparaçâo e prolonga a vida útil dos equipamentos.</li>
<li><strong>Quais são as vantagens do EcoGestor CMMS Software para a gestão de laboratórios?</strong> Melhora o planeamento, reduz o tempo de inatividade e garante que os equipamentos estejam calibrados e disponíveis quando necessários.</li>
<li><strong>Como o EcoGestor CMMS Software ajuda no cumprimento das normas?</strong> Permite um controle detalhado da calibração e manutenção dos equipamentos, cumprindo com as normas vigentes de qualidade e segurança.</li>
</ol>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text">
			<h2><b>Vantagens do EcoGestor CMMS Software</b></h2>

		</div>
	</div></div></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1744101581574">
			<ul>
<li>Plano de manutençâo e controlo da manutenção preventiva e corretiva.</li>
<li>Gestão integral da disponibilidade e calibração de equipamentos.</li>
<li>Redução de custos operacionais ao prolongar a vida útil dos equipamentos.</li>
</ul>

		</div>
	</div></div><div class="grve-section grve-row-section grve-fullwidth-background grve-padding-top-1x grve-padding-bottom-1x grve-bg-none"><div class="grve-container"><div class="grve-row grve-bookmark grve-columns-gap-30"><div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text">
			<p><strong>¡Solicite mais informações e descubra como o EcoGestor CMMS Software pode otimizar o seu laboratório!</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-55255" src="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-1024x256.jpg" alt="CMMS SOFTWARE PT" width="1024" height="256" srcset="https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-1024x256.jpg 1024w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-300x75.jpg 300w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-150x38.jpg 150w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-768x192.jpg 768w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-1536x384.jpg 1536w, https://www.eurofins-environment.es/wp-content/uploads/2025/04/CMMS-SOFTWARE-PT-1920x480.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>

		</div>
	</div></div></div></div><div class="grve-background-wrapper"></div></div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é o movimento Zero Resíduos e como implementá-lo na nossa organização?</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/movimento-zero-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Vazquez]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 08:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.eurofins-environment.es/?p=47328</guid>

					<description><![CDATA[<p>El movimiento Zero Waste persigue la implantación de un modelo de generación de residuos más sostenible que el actual, basado en la implantación de la reducción, el reciclaje, la reutilización... Si quieres conocer más en detalle este movimiento Zero Waste tan de moda en los últimos tiempos te dejamos toda la información en este artículo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento<strong> Zero Resíduos</strong> visa a implementação de um modelo de produção de resíduos mais sustentável do que o atual, baseado na implementação da redução, reciclagem, reutilização&#8230; Se quiser saber mais em pormenor sobre este movimento <strong>Zero Resíduos</strong>, tão em voga nos últimos tempos, deixamos-lhe toda a informação neste artigo.</p>
<p>O atual modelo de desenvolvimento é insustentável. Vivemos numa sociedade em que prevalece a cultura do &#8220;usar e deitar fora&#8221;. Cada um de nós é responsável por esta situação, gerando resíduos de uma forma insustentável ao longo do tempo, o que contribui, entre outros factores, para a atual degradação ambiental que vivemos.</p>
<p>Somos responsáveis, mas somos também os únicos que podem inverter esta situação, tomando medidas para a mitigar. Este é um problema de todos, consumidores, empresas, organizações, administrações públicas, e a minimização da produção de resíduos deve ser um dos nossos desafios ambientais mais importantes nos próximos anos.</p>
<h2><strong>O que é o movimento Zero Resíduos?</strong></h2>
<p><strong>Zero Resíduos</strong> é a tradução inglesa do movimento &#8216;Desperdício Zero&#8217;. O movimento <strong>Zero Resíduos</strong> visa a implementação de acções destinadas a reduzir os resíduos, cuja produção insustentável acaba por produzir impactos negativos na natureza, quer pela quantidade de resíduos gerados, quer pela sua perigosidade, quer ainda pela incorrecta gestão dos mesmos.</p>
<p>Este movimento <strong>Zero Resíduos</strong> baseia-se na regra mundialmente conhecida dos 5 Rs:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ol>
<li>Rejeitar: produtos de que não precisamos e que geram resíduos que não podem ser reciclados. Devemos perguntar-nos antes de consumir: precisamos mesmo disto?</li>
<li>Reduzir: o consumo de produtos. Quanto menos consumirmos, menos resíduos geramos.</li>
<li>Reutilizar: dando uma segunda vida aos produtos.</li>
<li>Reciclar: resíduos como o vidro, o papel, o plástico, etc.</li>
<li>Apodrecer (decompor): através da compostagem de resíduos orgânicos.</li>
</ol>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<p>Mas o movimento <strong>Zero Resíduos</strong> é mais do que isso. É uma filosofia que procura produzir uma mudança de mentalidade para uma mais sustentável, baseada em hábitos ambientalmente mais responsáveis, direccionando a nossa economia para um modelo de produção mais sustentável e gerador de muito menos resíduos.</p>
<p>Nesta nova filosofia baseada no <strong>Zero Resíduos</strong>, o <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/analisis-de-ciclo-de-vida-que-es/">ciclo de vida dos produtos</a> que consumimos deve ser alargado ao máximo, promovendo a reciclagem, a reutilização, uma composição menos tóxica dos produtos, baseada em materiais biodegradáveis e facilmente recicláveis e, em suma, uma gestão de resíduos que tenha o menor impacto possível no nosso planeta.</p>
<p>O movimento <strong>Zero Resíduos</strong> é defendido pela <a href="https://zwia.org/">Zero Waste International Alliance (ZWIA)</a>, que trabalha para promover acções e alternativas para o <strong>Zero Resíduos</strong> e, acima de tudo, para sensibilizar a sociedade para os benefícios ambientais e económicos que o movimento <strong>Zero Resíduos</strong> pode trazer.</p>
<p>A mudança de hábitos necessária para a implementação de um modelo de <strong>Zero Resíduos</strong> requer não só os consumidores finais dos produtos, que têm muito a dizer e a fazer para mudar a consciência social, mas também o compromisso dos produtores e fabricantes. Todos os actores, incluindo os governos e as administrações públicas, desempenham um papel fundamental para tornar a <strong>Zero Resíduos</strong> uma realidade.</p>
<h2><strong>Origem do movimento Zero Resíduos</strong></h2>
<p>Embora o movimento <strong>Zero Resíduos</strong> tenha entrado na moda nos últimos anos, as suas origens remontam à década de 1980, quando Bea Johnson, uma mãe californiana cuja decisão firme de deixar um mundo mais sustentável para os seus filhos, pôs em marcha este movimento.</p>
<p>Bea Johnson é uma ativista ambiental e escritora francesa, conhecida por promover o movimento Zero Desperdício em todo o mundo. No seu livro Zero Waste e no seu blogue Zero Waste Home, Johnson dá conselhos para uma vida em que a produção de resíduos é minimizada.</p>
<h2><strong>Relação entre Zero Resíduos e economia circular</strong></h2>
<p>O movimento <strong>Zero Resíduos</strong> é essencial e insere-se num modelo mais global de produção e consumo baseado na <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/economia-circular-definicion/">economia circular</a> e no <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/sostenibilidad-desarrollo-sostenible/">desenvolvimento sustentável</a>.</p>
<p>Não devemos ficar pela implementação dos 5Rs, mas como sociedade devemos ir mais além, promovendo uma mudança de paradigma baseada na economia circular, promovendo um &#8220;modelo de produção e consumo que envolve a partilha, o aluguer, a reutilização, a reparação, a renovação e a reciclagem de materiais e produtos existentes tantas vezes quanto possível para criar valor acrescentado e prolongar o ciclo de vida dos produtos&#8221;.</p>
<p>Devemos ir mais longe no movimento <strong>Zero Resíduos</strong> e não nos limitarmos a reduzir a produção de resíduos, mas adoptarmos um novo modo de vida, ou um novo modo de produção (no caso das empresas) em que o respeito pelo ambiente seja uma prioridade.</p>
<h2><strong>Porque é que é importante que as empresas sejam Zero Resíduos</strong></h2>
<p>As empresas devem ser os principais impulsionadores do movimento <strong>Zero Resíduos</strong>. Não só porque são responsáveis pelo impacto ambiental e, por isso, têm a obrigação de compensar os danos causados. Para além de ajudarem a proteger o planeta, estão também a mostrar ao público que os valores da sua marca se identificam com a ética ambiental e ecológica, o que certamente contribuirá para que os seus clientes se apaixonem ainda mais por elas.</p>
<p>A consciência social atual não perdoa as marcas que não estão envolvidas no cuidado e respeito pelo ambiente.</p>
<h2><strong>Dicas para se tornar uma empresa Zero Resíduos</strong></h2>
<p>Existe um <a href="https://www.eurofins-environment.es/es/que-es-el-certificado-residuo-cero-y-cual-es-su-importancia/">certificado &#8220;Zero Resíduos&#8221;</a> que reconhece as organizações que se comprometem com a sustentabilidade no desenvolvimento da sua atividade e que implementam acções destinadas a reduzir os resíduos gerados, evitando a sua deposição em aterros como destino final.</p>
<p>Algumas dicas se quiser transformar a sua empresa numa organização <strong>Zero Resíduos</strong>:</p>
<div class="grve-column wpb_column grve-column-1" ><div class="grve-column-wrapper" ><div class="grve-element grve-text vc_custom_1692629753207">
			<ul>
<li>Compre apenas os materiais necessários para o seu processo, faça um inventário.</li>
<li>Seleccione os produtos tendo em conta a sua composição: materiais isentos de componentes nocivos, duráveis, facilmente reparáveis, feitos de materiais renováveis, reciclados e recicláveis, etc.</li>
<li>Escolher produtos de preferência a granel, para reduzir embalagens.</li>
<li>Reduzir a utilização de produtos descartáveis, como os sacos de plástico.</li>
<li>Tentar utilizar embalagens reutilizáveis, recicláveis ou, pelo menos, retornáveis.</li>
<li>Reduzir o consumo de papel e de outros materiais de escritório.</li>
<li>Ao comprar produtos, dê prioridade àqueles a que pode ser dada uma segunda vida ou uma segunda utilização.</li>
<li>Utilizar, tanto quanto possível, artigos recarregáveis.</li>
<li>Reutilizar os artigos para a mesma utilização, se possível, ou para uma utilização diferente.</li>
<li>Separar os resíduos por tipo para reciclagem e utilizar os contentores adequados</li>
<li>Não misturar resíduos diferentes, para facilitar a reutilização, a reciclagem ou a gestão posterior.Manter a ordem e a limpeza no local de trabalho.</li>
<li>Conhecer os símbolos de reciclagem das embalagens, para garantir uma gestão correcta.</li>
<li>Entregar os resíduos a um gestor de resíduos autorizado para cada tipo de resíduo.</li>
<li>Em caso de dúvida sobre a gestão mais eficaz, a composição ou a perigosidade dos resíduos, efetuar uma caraterização dos resíduos.</li>
<li>Mantém um inventário dos resíduos, com as quantidades produzidas, o gestor, etc.</li>
<li>Elaborar um plano de minimização de resíduos</li>
<li>Armazenar os resíduos em condições adequadas, em conformidade com a legislação.</li>
<li>Identificar os resíduos perigosos, rotulá-los em conformidade com a regulamentação e geri-los através de um gestor de resíduos autorizado.</li>
</ul>
<p><span style="font-family: inherit; font-size: inherit; font-style: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-caps: inherit; font-weight: inherit;"></p>

		</div>
	</div></div></span></p>
<h2><strong>Software de gestão de resíduos: EcoGestor Resíduos</strong></h2>
<p>Na Eurofins, realizamos vários serviços relacionados com o <strong>Zero Resíduos</strong> que o podem ajudar, enquanto empresa, a implementar esta metodologia. Estamos acreditados pela ENAC para a <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/caraterizacao-residuos/">caraterização de resíduos</a> e prestamos todo o tipo de serviços de consultoria nesta área: análises de ciclo de vida, planos de minimização de resíduos, aconselhamento jurídico, são alguns dos muitos serviços que oferecemos enquanto consultores ambientais de referência a nível nacional. Dispomos também de um software especializado para a gestão de resíduos Zero: <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/ecogestor-residuos-pt/">EcoGestor Resíduos</a>. Contacte-nos através do seguinte <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/contato-pt/">formulário</a> e dar-lhe-emos a conhecer todas as nossas soluções.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proteção dos trabalhadores: exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/directiva-agentes-cancerigenos-ou-mutagenicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 13:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eurofins-environment.es/?p=36640</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foi publicada a Diretiva (UE) 2019/983 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de junho de 2019 que altera a Diretiva 2004/37/CE, relativa à proteção dos trabalhadores contra riscos ligados à exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos durante o trabalho. A nova diretiva estabelece novos requisitos relativamente a determinados aspetos que atualmente não se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wy basic-section">
<p>Foi publicada a Diretiva (UE) 2019/983 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de junho de 2019 que altera a Diretiva 2004/37/CE, relativa à proteção dos trabalhadores contra riscos ligados à exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos durante o trabalho.</p>
<p>A nova diretiva estabelece novos requisitos relativamente a determinados aspetos que atualmente não se encontravam abrangidos, para isso foram aditados parágrafos no artigo 18.º-A da Diretiva 2004/37/CE e foi alterado o anexo III da mesma.</p>
<p>O principal objetivo, desta diretiva, é a proteção da saúde e segurança dos trabalhadores no seu local de trabalho, a mesma deverá ser transposta num prazo de dois anos a partir da data de entrada em vigor.</p>
<h2>Principais modificações</h2>
<p>Foi estabelecido um valor limite biológico para o cádmio e os seus compostos no âmbito da diretiva.</p>
<p>Contudo conforme, artigo 18.º -A, a Comissão pondera a possibilidade de alterar a presente diretiva, a fim de introduzir disposições relativas à combinação de um limite de exposição profissional no ar e um valor-limite biológico para o cádmio e seus compostos inorgânicos, estipulou até 11 de julho de 2022, para efetuar estas mesmas alterações.</p>
<h2>Medicamentos perigosos</h2>
<p>O artigo 18.º-A prevê também a necessidade de estabelecer os mecanismos adequados de proteção para as pessoas que trabalham no âmbito farmacêutica, em relação com o risco que posso supor o manuseamento de fármacos perigosos, como os citotóxicos. A Comissão deve assim, avaliar antes de 30 de Junho de 2020 a opção de modificar a Diretiva para incluir os ditos medicamentos no seu âmbito de aplicação ou para propor outros instrumentos de proteção mais adequados para o efeito. Para ital, será necessário realizar uma consulta a entidades relevantes de vários âmbitos, nomeadamente, com entidades da área da saúde, com entidades patronais e dos trabalhadores.</p>
<h2>Modificação dos valores limite para substâncias cancerígenas e mutagénicos contidos no anexo III</h2>
<p>Os novos valores para cancerígenos ou mutagénicos se incluem no anexo III da diretiva. Assim, as substancias com novos valores são:</p>
<ul>
<li>Cádmio e seus compostos inorgânicos</li>
<li>Berílio e compostos inorgânicos de berílio</li>
<li>Ácido arsénico e seus sais, bem como compostos inorgânicos de arsénio</li>
<li>Formaldeído</li>
<li>4,4′-Metileno-bis (2-cloroanilina)</li>
</ul>
<p>Portanto, como supra mencionado, o objetivo fulcral é a proteção dos trabalhadores contra riscos para a sua saúde e segurança, incluindo a prevenção de tais riscos, decorrentes ou suscetíveis de surgirem da exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos no trabalho. Devido à sua dimensão e efeitos, os valores-limite estabelecidos na presente diretiva deverão ser regularmente controlados e revistos de forma a assegurar a conformidade com o Regulamento (CE) n.º 1907/2006, nomeadamente a fim de ter em conta a interação entre os valores-limite estabelecidos na Diretiva 2004/37/CE e os níveis derivados de exposição sem efeitos estabelecidos para os produtos químicos perigosos ao abrigo desse regulamento, a fim de proteger eficazmente os trabalhadores.</p>
<p>Referências:</p>
<p>DIRETIVA (UE) 2019/983 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de junho de 2019</p>
<p>DIRECTIVA 2004/37/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004</p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LEI nº 61/2018, de 21 de agosto, Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto, que estabelece o regime das instalações elétricas particulares.(cód 89709)</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/lei-61-2018-regime-instalacoes-eletricas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 07:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eurofins-environment.es/lei-61-2018-regime-instalacoes-eletricas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A presente lei procede à primeira alteração do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto, que estabelece o regime das instalações elétricas particulares.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/lei-61-2018-regime-instalacoes-eletricas/">LEI nº 61/2018, de 21 de agosto, Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto, que estabelece o regime das instalações elétricas particulares.(cód 89709)</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Lei n.º 52/2018, de 20 de agosto relativa à prevenção e controlo da doença dos legionários.</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/nova-lei-n-52-2018-20-agosto-relativa-prevencao-e-controlo-da-doenca-dos-legionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 13:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.eurofins-environment.es/nova-lei-n-52-2018-20-agosto-relativa-prevencao-e-controlo-da-doenca-dos-legionarios/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A presente lei define os procedimentos relativos à utilização e à manutenção de redes, sistemas e equipamentos propícios à proliferação e disseminação da Legionella em todos os edifícios e estabelecimentos de acesso ao público</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/nova-lei-n-52-2018-20-agosto-relativa-prevencao-e-controlo-da-doenca-dos-legionarios/">Nova Lei n.º 52/2018, de 20 de agosto relativa à prevenção e controlo da doença dos legionários.</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Esta lei aplica-se a:</h2>
<ol>
<li>Equipamentos de transferência de calor associados a sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado ou a unidades de tratamento do ar, desde que possam gerar aerossóis de água, nomeadamente:</li>
</ol>
<ul>
<li>Torres de arrefecimento;</li>
<li>Condensadores evaporativos;</li>
<li>Sistemas de arrefecimento de água de processo industrial;</li>
<li>Sistemas de arrefecimento de cogeração;</li>
<li>Humidificadores.</li>
</ul>
<ol>
<li>Sistemas inseridos em espaços de acesso e utilização pública que utilizem água para fins terapêuticos ou recreativos e que possam gerar aerossóis de água;</li>
<li>A redes prediais de água, designadamente água quente sanitária;</li>
<li>A sistemas de rega ou de arrefecimento por aspersão, fontes ornamentais ou outros</li>
</ol>
<h2>Excluem-se do âmbito de aplicação:</h2>
<ol>
<li>A redes prediais de água, sistemas de rega ou arrefecimento por aspersão e fontes ornamentais localizados em edifícios habitacionais;</li>
<li>A redes prediais de água, sistemas de rega ou arrefecimento por aspersão e fontes ornamentais inseridos em edifícios exclusiva ou predominantemente de escritórios, considerando-se como tal os edifícios em que pelo menos 50 % da área total se encontra afeta a escritórios, exceto se instalados nas zonas comuns de conjuntos comerciais, zonas comuns de grandes superfícies comerciais ou frações autónomas destinadas ao comércio a retalho que disponham de uma área de venda igual ou superior a 2000 m2;</li>
<li>A redes prediais de água, sistemas de rega ou arrefecimento por aspersão e fontes ornamentais inseridos em edifícios e espaços que não sejam de acesso e utilização pública.</li>
</ol>
<h2>Obrigações dos operadores de equipamentos</h2>
<p>Os responsáveis pelos equipamentos de transferência de calor que possam gerar aerossóis de água (torres de arrefecimento, condensadores evaporativos, sistemas de arrefecimento de água, humificadores) devem:</p>
<ul>
<li>Proceder ao seu registo na plataforma eletrónica a disponibilizar pela Direção Geral de Saúde no prazo de 6 meses desde que o site se encontre operativo.</li>
<li>Elaborar e implementar um plano de prevenção e controlo da Legionella;</li>
<li>Submeter os equipamentos, de três em três anos, a auditorias a realizar por entidades acreditadas pelo IPAC, I.P. ou entidade homóloga.</li>
<li>Nas situações de risco, adoar o procedimento aplicável a definir pelas autoridades competentes.</li>
</ul>
<p>Estas obrigações impendem sobre qualquer pessoa singular ou coletiva, pública ou privada, que seja proprietária ou que detenha o controlo dos equipamentos. Em caso de impossibilidade de determinação do responsável, considera-se responsável o possuidor ou detentor daqueles equipamentos.</p>
<h2>Plano de Prevenção</h2>
<p>A prevenção e o controlo da bactéria Legionella é assegurada com a implementação do plano de prevenção e controlo, cuja elaboração deve basear-se numa análise de risco.</p>
<p>O Plano deve integrar:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) Um análise de risco;<br />
b) Um cadastro completo e atualizado dos equipamentos, redes ou sistemas, incluindo peças desenhadas e memórias descritivas;<br />
c) A identificação das competências e responsabilidades dos profissionais envolvidos;<br />
d) A identificação de pontos críticos de proliferação e disseminação de Legionella;<br />
e) Um programa de manutenção e verificação de sinais de corrosão e contaminação dos equipamentos, redes ou sistemas;<br />
f) Um programa de revisão, limpeza e desinfeção que inclua a definição de produtos, dosagens e fichas de dados de segurança, procedimentos e periodicidade;<br />
g) Um programa de monitorização e tratamento, preventivo ou corretivo, da água, que inclua a definição dos parâmetros a analisar, dos pontos e procedimentos para recolha de amostras, dos produtos, doses, fichas de dados de segurança, procedimentos de tratamento e frequência de amostragem e análise;<br />
h) Um programa de vigilância da saúde dos trabalhadores com risco de exposição profissional a Legionella;<br />
i) Um sistema de registo de todas as atividades e ocorrências, medidas de controlo adotadas e resultados obtidos nas análises efetuadas.</p>
<p>O Plano deve manter-se atualizado e ser revisto sempre que necessário em face de uma análise de risco</p>
<p>Os ensaios laboratoriais incluídos no programa de monitorização e tratamento da água devem ser realizados por laboratórios acreditados pelo Instituto Português de Acreditação, I. P. (IPAC, I. P.), ou por entidade homóloga.</p>
<h2>Coimas e Suspensão da atividade</h2>
<p>Caso as autoridades públicas detetem uma situação que constitua perigo para a saúde pública, para a segurança em locais de trabalho ou em estabelecimentos ou instalações de uso e fruição pública, serão de imediato tomadas as providências adequadas para eliminar a situação de perigo, podendo determinar, por um prazo de seis meses:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) A suspensão da atividade;<br />
b) O encerramento preventivo, no todo ou em parte, do estabelecimento ou instalação;<br />
c) A apreensão do equipamento ou parte dele mediante selagem.</p>
<p>As contraordenações administrativas previstas abrangem coimas de entre 2.500 a 44.890 euros, no caso de pessoas coletivas, que incumprem a obrigação de realizar o registo dos equipamentos, executar o Plano de Prevenção ou as auditorias triasnuais.</p>
<p>A sua vez estão previstas sanções acessórias, que em função da gravidade da conduta e da culpa do agente, podem ser aplicadas, cumulativamente</p>
<p>A presente Lei articula-se com o Decreto-Lei n.º 118/2013, de 20 de agosto, que aprova o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios, o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços</p>
<h2>Documentos Técnicos</h2>
<p>A DGS elabora e disponibiliza, no seu sítio na Internet, um glossário técnico relativo aos equipamentos, um guia prático de orientação para os operadores responsáveis pela sua aplicação e uma linha ou endereço eletrónico específico para esclarecimento de questões relacionadas com a sua aplicação.</p>
<p><a href="http://Link">https://www.dgs.pt/doenca-dos-legionarios/relatorios-e-publicacoes/documentos-tecnicos.aspx</a></p>
<p>A Eurofins EcoGestor presta serviços de consultoria e orienta aos seus clientes nos detalhes relativos à esta legislação e disponibiliza EcoGestor Gestão da manutenção, um software que simplifica a implementação do plano de prevenção. Não hesite en nos contactar para prestar apóio.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/nova-lei-n-52-2018-20-agosto-relativa-prevencao-e-controlo-da-doenca-dos-legionarios/">Nova Lei n.º 52/2018, de 20 de agosto relativa à prevenção e controlo da doença dos legionários.</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novo regime da prevenção das emissões para o ar, novas regras e autorizações para médias instalações de combustão</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/novo-regime-da-prevencao-e-controlo-das-emissoes-poluentes-par-o-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 16:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O DECRETO-LEI n.º 39/2018 estabelece o novo regime da prevenção e controlo das emissões de poluentes para o ar, e transpõe a Diretiva (UE) 2015/2193  relativa à médias instalações de combustão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/novo-regime-da-prevencao-e-controlo-das-emissoes-poluentes-par-o-ar/">Novo regime da prevenção das emissões para o ar, novas regras e autorizações para médias instalações de combustão</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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		<title>Protecção contra a exposição aos campos electromagnéticos</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/proteccao-exposicao-aos-campos-electromagneticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 07:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada no passado dia 4 de Maio, a Lei n.º 20/2018 que reforça as regras de protecção contra a exposição aos campos electromagnéticos, procedendo à primeira alteração à Lei n.º 30/2010, de 2 de Setembro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/proteccao-exposicao-aos-campos-electromagneticos/">Protecção contra a exposição aos campos electromagnéticos</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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		<title>Novas regras para a protecção de dados da UE</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/novas-regras-proteccao-dados-da-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 12:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados da União Europeia entra em vigor em Maio de 2018, conjuntamente com a vigência das reformas introduzidas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/novas-regras-proteccao-dados-da-ue/">Novas regras para a protecção de dados da UE</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novos modelos de participação de acidentes de trabalho</title>
		<link>https://www.eurofins-environment.es/pt/pt-ptmodelos-participacao-acidentes-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prisma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 13:16:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categoría]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi recentemente publicada a Portaria n.º 14/2018, aprovada em 11 de Janeiro, que regulamenta o Decreto-Lei n.º 106/2017, de 29 de agosto, que regula a recolha, publicação e divulgação da informação estatística sobre acidentes de trabalho</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/pt-ptmodelos-participacao-acidentes-trabalho/">Novos modelos de participação de acidentes de trabalho</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este Decreto-Lei prevê que sejam aprovados por portaria dos ministros responsáveis pelas áreas das finanças e laboral:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">O modelo de participação de acidentes de trabalho;</li>
<li style="text-align: justify;">As informações adicionais a prestar sobre os acidentes de trabalho que lhes sejam participados pelos seguradores;</li>
<li style="text-align: justify;">O prazo e a forma do envio destas ao serviço da área governativa responsável pela área laboral competente para proceder ao apuramento estatístico.</li>
</ul>
<h2>Modelos de participação de acidentes de trabalho</h2>
<p style="text-align: justify;">Na sequência do referido, a Portaria n.º 14/2018, aprovada em 11 de Janeiro, regula os modelos de participação de acidentes de trabalho, nomeadamente o modelo de participação relativa a acidentes de trabalho, por parte dos empregadores, incluindo entidades empregadoras públicas que tenham transferido a responsabilidade pela reparação de acidentes de trabalho e de trabalhadores independentes ou de serviço doméstico, que consta do anexo I da Portaria n.º 14/2018.</p>
<p style="text-align: justify;">No anexo II da referida Portaria é definido o conteúdo, a forma e o prazo de envio de informação sobre os acidentes de trabalho, por parte de seguradores. A informação referida deve ser enviada trimestralmente através de formato electrónico, de acordo com o definido no sítio do serviço da área governativa responsável pela área laboral competente para proceder ao apuramento estatístico.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, o conteúdo, define a forma e o prazo de envio de informação adicional para proceder ao encerramento do processo de recolha de informação estatística, constante no anexo III. Esta comunicação de informação, tem a periodicidade de envio de definida para o mês de Setembro, e deve ser remetida pelo segurador.</p>
<p style="text-align: justify;">A presente Portaria revoga a Portaria n.º 137/94, de 8 de Março, no que respeita ao modelo de participação de acidente de trabalho e mapa de encerramento de processo de acidente de trabalho no setor privado incluindo o cooperativo e o social e trabalhadores independentes ou de serviço doméstico.</p>
<h2>Porque é importante comunicar?</h2>
<p style="text-align: justify;">A comunicação da ocorrência de acidentes de trabalho constitui um forte indicador da existência de disfunções nos locais de trabalho e/ou nas respectivas envolventes. Esta informação permite à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) direccionar melhor a sua intervenção no domínio da segurança e saúde no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A obrigação de comunicação da ocorrência de acidentes de trabalho e a informação adicional, pelo empregador ou trabalhador independente sinistrado, quando incumprida constitui contra-ordenação, bem como a não utilização do modelo aprovado para o efeito e/ou incumprimento do prazo de envio.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/pt-ptmodelos-participacao-acidentes-trabalho/">Novos modelos de participação de acidentes de trabalho</a> se publicó primero en <a href="https://www.eurofins-environment.es/pt/home-pt">Eurofins Environment Testing Spain</a>.</p>
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